Amor judaica

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2020.09.10 23:51 Helamaa ūüė≥ūüĎČūüŹĽūüĎąūüŹĽ

a car√™ncia t√° imoral e eu t√ī procurando uma namoradinha, se vcs conhecerem alguma mina que tenha esses requisitos, me avisem redpillada channer, dogoleira, wgtow, ancap, , jogadora de poker, bv, virgem, sem amigos, crente, f√£ da UDR,magrela, footlet,escuta Chico Buarque, weeabo, hikkimori, otaku, gameri, hetero,federal,trader de bitcoin,hacker, defacer, cubista, penspinner, recordista de memoriza√ß√£o de baralhos, timida, m√£e de pet, hidratada, n√£o consumidora de a√ßucar, saud√°vel, youtuber, netolover, pooper, cambista, shitposter, anarquista, materialista, roquista, travesquista, mono talon vlogger, blogueira, e-girl, intolerante a lactose, intolerante a gluten, grinder e hipn√≥loga, fiel, niilista existencialista, metaleira, headbanguer, pelo no suvaco, patriota, masoquista, ballbuster, jogadora de minecraft, buceta fedida, que n√£o tenha medo de chuta minhas bolas pelo amor de deus eu nao consigo encontrar uma menina pra chutar minhas bolas por favor deus eu imploro nao agusnto mais isso nao eh um meme porque voces tem medo de me chutar no saco. Ra√ßa: n√≥rdica Altura: 170cm+ Pele: 1 ou 2 (Fitzpatrick) Olhos: 7+ (Martin) Cabelos: qualquer cor, mas apenas lisos ou ondulados (FIA) Nariz: reto ou virado para cima Cr√Ęnio: dolico ou mesocef√°lico √ďculos: n√£o Aparelhos: n√£o Queixo furado: n√£o Covinhas: n√£o Orelha presa: n√£o Orelha de abano: n√£o Franja em V: n√£o Pelos no corpo: muito pouco Tatuagem: n√£o Gradua√ß√£o: apenas cursos voltados √† pesquisa Faculdade: apenas bem conceituadas Habilidades matem√°ticas: sim Idiomas: flu√™ncia em ingl√™s e mais outro idioma √Ālcool, cigarro, drogas: n√£o, nenhum Personalidade: introvers√£o Cultura: europeia ocidental RELIGI√ÉO: Crist√£ Ortodoxa Gostar de escutar rog√©rio skylab:
Para ser sincero, voc√™ precisa ter um QI muito alto para entender Rog√©rio Skylab Para ser sincero, voc√™ precisa ter um QI muito alto para entender Rog√©rio Skylab. O humor √© extremamente sutil e, sem uma compreens√£o s√≥lida de filosofia moderna, a maioria das piadas vai passar despercebida pelo telespectador m√©dio. H√° tamb√©m a vis√£o niilista de Rog√©rio, que est√° habilmente tecida em sua caracteriza√ß√£o - sua filosofia pessoal se baseia fortemente na literatura de Nododaya Volya, por exemplo. Os f√£s entendem essas coisas; eles t√™m a capacidade intelectual para realmente apreciar a profundidade dessas piadas, para perceber que elas n√£o s√£o apenas engra√ßadas - elas dizem algo profundo sobre a VIDA. Como conseq√ľ√™ncia, as pessoas que n√£o gostam de Rog√©rio Skylab s√£o verdadeiros idiotas - √© claro que eles n√£o apreciariam, por exemplo, o humor no bord√£o existencial de Rog√©rio "Chico Xavier √© viado e Roberto Carlos tem perna de pau", que √© uma refer√™ncia cript√≠ca para o √©pico Pais e Filhos do russo Turgenev. Estou sorrindo agora mesmo imaginando um desses coitados simplistas co√ßando a cabe√ßa em confus√£o enquanto as m√ļsicas se desenrolam na tela de seu computador. Que tolos‚Ķ como eu tenho pena deles. E sim, a prop√≥sito, eu tenho uma tatuagem do Rog√©rio Skylab. E n√£o, voc√™ n√£o pode v√™-la. √Č s√≥ para os olhos das damas. E mesmo elas, precisam demonstrar de antem√£o que possuem um QI com diferen√ßa absoluta de no m√°ximo 5 pontos do meu (de prefer√™ncia para baixo).
Rotina, Habitos e interesses: Nofap + Banho Gelado + comer carne crua + comer virado pra parede + biohack + dormir no ch√£o + Jordan Peterson + mewing + HBD + PUA + jelq + dormir 5 horas por dia + caf√© gelado sem a√ß√ļcar + hipismo + compila√ß√£o mitadas En√©as + alho cru + podcast do Joe Rogan + redpill + Brain Force + Jejum + medita√ß√£o iasd + m√ļsicas para concentra√ß√£o, foco e intelig√™ncia + teste de QI da internet + grupos de linhagem viking do facebook + ficar longe do poste de internet 4G + youtube do varg vikernes + ess√™ncia de morango da turma da m√īnica no narguil√© + jogar vape na cara de todo mundo que tentar entrar no bloco da faculdade + 5 segundos de calistenia no deserto do atacama + darkcel + √≥culos do a√©cio na foto de perfil + ler quotes do nietzsche no brainy quote + criar galinha no quarto sem os pais saberem + Alho cru + uma colher de azeite quando acorda e outra antes de dormir + jejum de 24hrs a cada 72hrs + assistir VT no premiere logo que chega do est√°dio + canal Ultras World + LibreFighting + Operation Werewolf + comprar os artigos do Paul Waggener + Centhurion METHOD + humilliation exposure com a finalidade de criar uma crosta na sua mente capaz de desenvolver uma resili√™ncia que resiste √† humilha√ß√£o como se ela fosse nada + tomar banho descal√ßo em chuveiro de academia com ch√£o mijado + muscula√ß√£o caseira + hackear o sono + Empreender + 10 livros de auto ajuda por m√™s + PUA + Selo super f√£ da f√ļria e tradi√ß√£o + Biokinesis + 432hz music + Mexer o pau sem piscar o c√ļ + medita√ß√£o transcendental + veganismo + minoxidil para cultivar uma barba + filmografia Jason Stataham + assistir vikings + redpill + ir no cinema sozinho + treino saitama + coach qu√Ęntico + enema de caf√© + dieta lair ribeiro + agua alcalina + O M√©todo de Wim Hof + sabedoria hiperb√≥rea + artigos da Nova Resist√™ncia + Biblioteca do D√≠dimo Matos + dormir virado pra patede assoviando no escuro pra espantar o curupira + dar 3 pulinhos toda vez que levantar da cama + dizer am√©m quando um 1113 azul passar por voc√™ na rua + 100 flex√Ķes por dia + 6 meses de jelq + injacula√ß√£o guiada + sociedade thule + energia vril + chap√©u de alum√≠nio para se proteger das armas psicotronicas emitidas pela CIA + caderno de anota√ß√Ķes smiliguido + pedir a b√™n√ß√£o ao carteiro toda segunda de manh√£ + 3 horas de academia + 4 horas de corrida + mascar caf√© + exerc√≠cios penianos do Dr. Rey + maratona saga Rocky + trilha sonora saga Rocky + trilogia Mercen√°rios + filmes do Jason Statham + assoviar o hino do Palmeiras de ponta-cabe√ßa + intro do Canal do Nicola em loop + palestras do Antonio Conte + v√≠deos do Rodrigo Baltar + dicas do Gustavo Gambit + aulas de italiano + dormir ouvindo Ultraje a Rigor + ler Walden pelado na mata atl√Ęntica de madrugada + ouvir m√ļsicas em velocidade aumentada + canto gregoriano √°rabe + ensinar hino do botafogo pra calopsita + fritar comida com banha de porco + assistir videos de situa√ßoes de risco com a finalidade de se preparar para o perigo + Terapia Holistica com formandos da UFPR no Jardim Bot√Ęnico + Radiestesia para harmonizar vibra√ß√£o da casa + Metatron 432HZ no YouTube entoando a ora√ß√£o EU SOU + ler O C√≥digo da Vinci + Jesus Qu√Ęntico + Barra Fixa na pra√ßa de madrugada escutando audiolivro do Jordan Peterson na voz do cara dos Fatos Desconhecidos + grupo POPEYE AFIANDO A PIKA + MyInstants AEEE KASINAO + Memes do Fausto Silva + ler O Evangelho dos Animais + stories do Copini no Instagram + Canal SocialGames7 com Gustavo Gambit e CIA + textos de Raphael Machado (Nova Resist√™ncia) + ser ex-membro do grupo Comunismo Ortodoxo + Monja Coen + Fazer origami com papel do bis + perder dinheiro com maquina de pegar ursinho + fumar palheiro com o av√ī + quebrar palito de dente no meio depois que usar + rezar Pai Nosso em aramaico + tentar se comunicar com o ashtar sheran + virar catequista e passar Pl√≠nio Salgado para as crian√ßas + Limpeza de 21 dias de S√£o Miguel Arcanjo + arrancar a fimose comendo cu apertado de galinha caipira + Regata branca WifeBeater com cal√ßa jeans clara e bota marrom + Ingressar na legiao estrangeira + Comprar toras de eucalipto pra reproduzir o centurion method mas nunca come√ßar o treinamento + vender m√°quina de cart√£o de cr√©dito + ler os escritos do Unabomber + Escutar a discografia do Paul Waggener + ler todos os livros do Pavel Tsatsouline + ouvir rap eslavo de cunho pol√≠tico suspeito + caf√© com um cubo de manteiga dentro precedendo a primeira refei√ß√£o do dia + beber 2L de leite por dia + Stronglifts 5x5 + Dieta Cetog√™nica + Canal Jason PROJETO GIGA + Cd do TRETA + comprar torre de chopp no prensad√£o + 2 c√°psulas de Tadalafellas antes do sexo + s√≥ comprar comida japonesa importada pra dieta + comer arroz sem sal com peixe cru sem tempero enrolado em folha do fundo do mar + memes da p√°gina Dollynho Puritano + Deus Vult na capa do Facebook + acessar o dogolachan pelo computador da escola pra postar fanfic gay do Gilberto Barros + Trollar atendentes do mcdonalds no habbo hotel + ligar para o Motel Ast√ļrias perguntar quando custa a bolacha Bauducco que aparece no site + Mandar entregar pizza na Rua dos Tamoios casa n¬į18 com port√£o vermelho + cosplay de russo no Omegle pedindo pra mostrarem a bunda + Dormir imaginando uma linha pra fazer viagem astral + recitar Homero pra mendigo + tomar antibi√≥tico no caf√© da manh√£ + Meditar imaginando o raio de luz violeta que representa a energia transmutadora + Workshop Reiki do Canal Luz da Serra MULHERES TERRAPLANISTAS RALEM.
Primeiro de tudo! Vai tomar no cu, MULHERES terraplanistas! Junto com todas que me contrariaram nos √ļltimos meses falando "dur hur voc√™ n√£o sabe nada de paleontologia, vai assistir seus desenhos filipinos e n√£o encha o saco". TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! LERAM DIREITO? TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! A farsa ficou t√£o √≥bvia, que eles n√£o tem mais como esconder que TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! Alguns mais penas, outros menos penas, MAS TODOS TEM. E aproveitando no mesmo v√≠deo, N√ÉO TEVE METEORO PORRA NENHUMA! Provavelmente as mudan√ßas clim√°ticas naturais, junto com a separa√ß√£o gradual dos continentes, √© que extinguiu a mega-flora e a mega-fauna. E se teve algum meteoro, apenas acelerou o processo em uma regi√£o muito especifica. Agora s√≥ falta as ((especialistas)) e a (((Academia))) admitir que dinossauros nunca existiram e que foi tudo um erro grotesco de interpreta√ß√£o de pessoas que n√£o sabiam que caralhos eram aqueles esqueletos. S√£o apenas aves e mam√≠feros ancestrais de milh√Ķes de anos atr√°s. E antes que eu me esque√ßa, vai todo mundo que me contrariou tomar no cu!
GOSTAR DE MIM POR QUEM EU SOU E NAO PELA MINHA APARENCIA
Sério, de verdade, ser uma pessoa bonita não é fácil em nossa sociedade atual; não é só os olhares de desejo das mulheres e dos homens que me incomoda, e sim, o fato de ser só isso para as pessoas. Sou muito mais que apenas um cara bonito. Tenho qualidades além dessas, e saber que as pessoas não ligam para elas, pois estão entorpecidas de anseio pela minha formosura, me entristece muito.
Não suporto mais ser bonito. Tudo que eu queria era poder nascer de novo num corpo de uma pessoa feia, pois sério, vocês não sabem como me dói saber que por culpa de algo que nasceu em mim (a incrível beleza), serei rotulado eternamente por isso.
Eu trabalho, estudo, procuro, conheço, aprendo! Sou um ser-humano como qualquer outro e não só mais um rostinho bonito.
Pergunta antes de eu poder te namorar: Você é ocultista?
Essa é a pergunta de um milhão de dólares que raramente vejo sendo feita.
Se você ainda não for, pra se tornar minha namorada precisará ser e aqui está como fazer isso
√Č fato que a maior parte da literatura especializada ocidental acredita em Deus e Cristo, somente olhando-o por uma lente diferente. N√£o h√° um ritual que lhe aproxime de Deus, as coisas raramente s√£o t√£o simples. Entretanto, com estudo e medita√ß√£o o caminho come√ßa a ficar mais claro.
Entenda que não sou nenhum senhor da verdade, e o que te falo hoje posso descobrir ser mentira amanhã. Saiba também que um dos maiores problemas desse meio é a falta de um início claro, sendo as obras tidas como introdutórias porcarias completas. Dito isso, lhe respondo o seguinte:
  1. O caminho mais completo para se aproximar do que voc√™ quer come√ßa com no√ß√Ķes do pensamento Hel√™nico. Entenda que boa parte da vis√£o de mundo crist√£ vem da antiguidade cl√°ssica, principalmente as no√ß√Ķes de harmonia e belo. N√£o te pe√ßo para ler tudo o que j√° foi jogado ao ch√£o pelos gregos, mas saiba um pouco das origens das coisas. Tenha uma ideia b√°sica dos quatro humores gregos, e que essa √© uma das origens para atribuirmos personalidades aos elementos da natureza. Entenda um pouco dos seus deuses e Cosmos, porque eles ser√£o utilizados no futuro de forma metaf√≥rica em textos. Saiba que quando aparecer um hermafrodita em um texto especializado n√£o h√° conex√£o com desvios modernos, mas com um simbolismo mais antigo (Salvo engano, sua origem √© Plat√īnica. Mais especificamente, O Banquete, durante os discursos sobre amor).
  2. Entenda que boa parte da origem da magia ocidental vem da conflu√™ncia da cultura grega com a eg√≠pcia, incluindo a alquimia. A t√°bua esmeralda √© um texto obrigat√≥rio. Leia um pouco sobre o Axioma de Maria, A judia. Aprenda um pouco da simbologia alqu√≠mica, porque ser√° importante para voc√™ no futuro. √Č dentro da alquimia que ir√£o discursar sem final sobre a trindade (pelo menos os da corrente de Paracelso). N√£o se pretenda nenhum mestre dos espag√≠ricos, porque os qu√≠micos far√£o isso melhor do que voc√™. Entenda que n√£o havia essa separa√ß√£o absoluta entre o material e o espiritual, ent√£o os dois conhecimentos andaram juntos ao decorrer da hist√≥ria. Entenda tamb√©m que haviam escritores voltados especificamente para a alquimia espiritual, enquanto outros √† qu√≠mica.
  3. Estude a Cabala. Eu entendo que para alguns seja dif√≠cil dar aten√ß√£o √† Cabala Judaica com o surto conspiracionista chan√≠stico sobre a √≠ndole de todo um povo, mas querendo ou n√£o o juda√≠smo √© o Pai da f√© crist√£, sendo Jesus judeu. Entenda que a √°rvore da vida √© um estudo sobre Deus e suas emana√ß√Ķes, e dela vir√° uma boa parte de seu conhecimento.
  4. Leia as coisas atuais sobre o assunto. Dê atenção aos escritores herméticos, principalmente.
Ocultismo é um saco, pelo menos se você for estudar seriamente. Você pode perder a vida se tiver um projeto ambicioso como se aproximar de Deus.
Você também pode pular algumas etapas no que te falei. Sobre a parte do pensamento grego, saiba que boa parte é "dispensável". Dito isso, recomento que entenda um pouco sobre o funcionamento do Cosmos de Ptolomeu. Entenda também alguns dos símbolos planetários, porque seu entendimento irá lhe ajudar no futuro.
Pra me namorar também tem que gostar dos animes:
Akame ga Kill! Akarui Sekai Keikaku Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Criminale! Dog Style Domina no Do! Eden no Ori Evangelion Fullmetal Alchemist K-on! Naruto Shingeki no Kyojin Yu-gi-oh
Sobre assistir Yu-gi-oh; quando eu era adolescente, gostava (na época que passou na TV Globinho e era moda), mas hoje em dia não gosto mais; então não assistiria de novo.
Quanto às minhas lembranças marcantes de Yu-gi-oh:
Em 2003, Yu-gi-oh era moda e todo mundo na escola da quinta e da sexta série jogava com cartinhas piratas, já o pessoal da sétima e da oitava não se interessava. A propósito, em 2003 tiveram duas grandes modas de brinquedos baseados em animes, cartinhas de Yu-gi-oh e Beyblade. Outro brinquedo que todo mundo da quinta e da sexta série levava pra escola em 2003 depois que passou a moda de Yu-gi-oh e começou a moda da Beyblade era a Beyblade.
Outra lembrança marcante que tenho de Yu-gi-oh é que em 2003 na escola o pessoal criava suas próprias cartinhas, fazendo desenhos e estatísticas.
Fujimura-kun Mates Gantz Gou-Dere Bishoujo Nagihara Sora‚ô•ÔłŹ Higurashi no Naku Koro ni Kai: Matsuribayashi-hen Hitsugi no Chaika Ichigo 100% Ichinensei ni Nacchattara In Bura!: Bishoujo Kyuuketsuki no Hazukashii Himitsu Jigokuren: Love in the Hell Jinzou Shoujo JoJo no Kimyou na Bouken Part 4: Diamond wa Kudakenai JoJo no Kimyou na Bouken Part 5: Ougon no Kaze JoJo no Kimyou na Bouken Part 6: Stone Ocean JoJo no Kimyou na Bouken Part 7: Steel Ball Run Kaibutsu Oujo Lucky‚ėÜStar Mahou no Iroha! Mahou Tsukai Kurohime Monster Hunter Orage Mujaki no Rakuen Needless Zero Nyotai-ka Onihime VS Oretama Perowan!: Hayakushinasai! Goshujinsama‚ô™ Re:Marina Rosario to Vampire Saitama Chainsaw Shoujo Sankarea School Rumble Shingetsutan Tsukihime Shocking Pink! Shurabara! Sora no Otoshimono Sora no Otoshimono Pico Akame ga Kill! Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Dorohedoro Nekopara Pet Toaru Kagaku no Railgun Magia Record: Mahou Shoujo Madoka‚ėÜMagica Gaiden Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita.Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita. Isekai Quartet 2Isekai Quartet 2 Ishuzoku Reviewers Somali to Mori no Kamisama Eizouken ni wa Te wo Dasu na!Eizouken ni wa Te wo Dasu na! Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu.Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu. Jibaku Shounen Hanako-kun Haikyuu!!: To the TopHaikyuu!!: To the Top Darwin's GameDarwin's Game Kyokou SuiriKyokou Suiri Plunderer
PRE REQUISITO: GOSTAR DE FILMES DE FAROESTE.
IMPORTANTE: Se você gosta de filmes de super heroi, pare de ler e va se foder.
Se você é assim, fique longe de mim.
N√ÉO QUERO AS MULHERES QUE: As que falam palavr√Ķes As que fumam As que usam drogas As que postam foto com bebida Que bebem (menos ūüć∑, isso √© coisa de dama) As que v√£o para balada, festa, rave etc As que postam foto com decote ou sensuais
Há uma coisa que eu quero que você entenda sobre nós os homens.
Quando voc√™ colocar uma foto sua nua no facebook, fazendo uma pose gostosa, mostrando os seios ou como vemos em v√°rias fotos mostrando o bumbum ou deitada sedutoramente em sua cama, a √ļnica coisa que voc√™ faz √© que as pessoas tenham desejo sexual por voc√™, claro em A maioria dos casos por parte de homens.
Eu sei que voc√™ vai ficar t√£o emocionada com os 500 likes, 120 coment√°rios e as in√ļmeras mensagens privadas! Voc√™ vai querer postar cada vez mais fotos para se sentir cada vez mais no topo.
Mas há algo importante que você precisa saber:
Na verdade nenhum desses caras que gostam, comentam ou enviam mensagens privadas te ama. Tudo o que eles querem é usá-la e depois atirá-la para o lixo, para ser honesto nenhum deles a levaria para sua casa para ser sua esposa, acredite em mim, você para eles não é mais que uma menina de programa em busca de popularidade barata No Facebook.
Os homens ricos os que tem o que você procura "dinheiro" ou os pobres admiram as mulheres que se vestem com decência e se respeitam. Uma vestimenta decente que não revela muito o seu corpo, leva-os a amar e a respeitar-te, isto a simples vista nos diz que és uma mulher virtuosa, alguém a quem se pode levar para casa para ser esposa e mãe.
Isto em muitos casos diz-lhes que você foi criada com princípios morais e lhes dá detalhes do seu bom histórico familiar.
Eles n√£o se preocupam muito com a maquiagem excessiva, uma mulher digna de propor casamento sempre se distingue do monte, n√£o importa como.
Valoriza seu corpo, lembre-se que para encontrar diamantes é preciso cavar, respeita, e um verdadeiro homem vai te respeitar de um modo ou de outro.
Mas você terá muito respeito: Mulher, não mostre seu corpo no facebook, você não sabe que tipo de pessoas, venha suas coisas, você é uma mulher bela, não precisa de fotos, nem mostrar tanto, você pode conquistar com sua simpatia, com seu educación con seu sonrrisa,
As que j√° ficaram com amigos seus, ou que ficam com mais de 3 em um √ļnico ano As que n√£o trabalham ou estudam (ou que est√£o em um curso irrelevante de humanas) As que n√£o sabem o b√°sico de uma casa, como lavar, passar roupa, cozinhar, trocar fralda, etc As interesseiras As que est√£o pedindo presentes sempre As que j√° est√£o comprometidas As n√£o gostam de crian√ßas ou dizem que n√£o querem ter filhos (pessoas que n√£o querem ter filhos n√£o s√£o confi√°veis) As que tem piercing de bufalo
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2020.05.23 17:50 yasqueenslayomg Quero deixar minha religi√£o mas me sinto que sou um traidor

Ao contr√°rio de muitas pessoa que cresci numa familia, cultura e religi√£o bem fechado. Meus pais s√£o judeus ortodoxos da oriente medio (n√£o Israel). Alem da regras da religi√£o, eles me cresceram com teorias e ideias t√£o racistas que as vezes n√£o posso acreditar. Eles sempre dizem que negros e africanos s√£o macacos, burros, violentos e que miscegena√ß√£o e a mistura da ra√ßas n√£o deve acontecer. Na verdade, quando era crian√ßa todas as vezes nos filmes/series que meus pais e eu vemos um casal ‚Äúmisto‚ÄĚ (homem negro e mulher branca ou contrario) meus pais quiseram vomitar e mudaram o filme.
Tamb√©m, h√° a coisa da religi√£o. Como judeus meus pais sempre insistam e obrigam que minha mulher precisa de ser judeu, pq a B√≠blia diz que heran√ßa judaica vem da m√£e. Se n√£o, eles disseram que meus filhos n√£o ser√£o ‚Äúpuros‚ÄĚ e que vou perder meus filhos pro mundo n√£o-judaico. Eu comecei namorar tarde na minha vida, eu sempre tive duvidas se estou fazendo a coisa certa em namorando com pessoas que n√£o s√£o da minha religi√£o. Comecei de ser agn√≥stico/ate√≠sta quando entrei na universidade 6 anos atras. Li sobre as contradi√ß√Ķes da b√≠blia, as regras que n√£o s√£o morais e eu parei de observer as regras e crer num deus. Mas ainda, esta regra sobre mulher, religi√£o/etnia est√° me incomodando. Eu sei que logicamente n√£o h√° nada errado quando duas pessoas se amam e querem se casar.
Tamb√©m eu sei estas regras sobre casamento foram criados por rabinos (homens mortais) no deserto depois do ex√≠lio do judeus pelos Romanos. Mas ainda n√£o sei pq me sinto culpado e como eu fosse um traidor. Eu n√£o sei se estes sentimentos de culpa v√™m de eu mesmo ou da forma e propaganda que meus pais me deram. Tamb√©m eu sei, se uma pessoa tirar ‚Äújudeu‚ÄĚ e colocaria ‚Äúbranco/aryan/alem√£o puro‚ÄĚ que todos n√≥s pensar√≠amos que esta pessoa √© bem racista. Ent√£o qual √© diferen√ßa entre esta regra religiosa e as regras de Alemanha Nazista e Apartheid. Num lado eu penso, pq devo seguir esta regra da B√≠blia/comunidade quando n√£o acredito em 99,9% ‚Äúregras‚ÄĚ. No outro lado, se eu casar, estou traindo minha comunidade e cultura? N√£o sei. Pq a vida √© t√£o dif√≠cil. Pq meus pais n√£o podiam me crescer com amor sem condi√ß√Ķes, sem √≥dio, sem racismo, e sem julgamento.
Eu n√£o sou do Brasil, ent√£o eu sei como esta maneira de ser crescido parece bem estranho. Mas quando eu comecei estudar portugu√™s e cultura brasileira e vi uma cultura completamente contraria do que eu cresci. Quando eu morei e trabalhei l√°, parece ningu√©m se preocupa com estas coisas de heran√ßa, cultura, heran√ßa e a ‚Äúpureza‚ÄĚ de ra√ßa. Eu sei que nem tudo do brasil √© como assim e que nem tudo que brilha √© ouro, mas me apaixonei com uma cultura e pa√≠s que me aceitou e me amou sem condi√ß√Ķes.
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2020.05.02 00:14 NoiteAmorosa PROCURO NAMORADINHA

EU QUERO UMA NAMORADINHA: redpillada channer, dogoleira, wgtow, ancap, jogadora de lol, jogadora de poker, bv, virgem, sem amigos, crente, f√£ da UDR,magrela, footlet,escuta Chico Buarque, weeabo, hikkimori, otaku, gamer, furry, fujoshi, hetero,federal,trader de bitcoin,hacker, defacer, cubista, penspinner, recordista de memoriza√ß√£o de baralhos, timida, m√£e de pet, hidratada, n√£o consumidora de a√ßucar, saud√°vel, youtuber, netolover, pooper, cambista, shitposter, anarquista, materialista, roquista, travesquista, mono talon vlogger, blogueira, e-girl, intolerante a lactose, intolerante a gluten, grinder e hipn√≥loga, fiel, niilista existencialista, metaleira, headbanguer, pelo no suvaco, patriota, masoquista, ballbuster, jogadora de minecraft, buceta fedida, que n√£o tenha medo de chuta minhas bolas pelo amor de deus eu nao consigo encontrar uma menina pra chutar minhas bolas por favor deus eu imploro nao agusnto mais isso nao eh um meme porque voces tem medo de me chutar no saco. Ra√ßa: n√≥rdica Altura: 170cm+ Pele: 1 ou 2 (Fitzpatrick) Olhos: 7+ (Martin) Cabelos: qualquer cor, mas apenas lisos ou ondulados (FIA) Nariz: reto ou virado para cima Cr√Ęnio: dolico ou mesocef√°lico √ďculos: n√£o Aparelhos: n√£o Queixo furado: n√£o Covinhas: n√£o Orelha presa: n√£o Orelha de abano: n√£o Franja em V: n√£o Pelos no corpo: muito pouco Tatuagem: n√£o Gradua√ß√£o: apenas cursos voltados √† pesquisa Faculdade: apenas bem conceituadas Habilidades matem√°ticas: sim Idiomas: flu√™ncia em ingl√™s e mais outro idioma √Ālcool, cigarro, drogas: n√£o, nenhum Personalidade: introvers√£o Cultura: europeia ocidental RELIGI√ÉO: Crist√£ Ortodoxa Gostar de escutar rog√©rio skylab:
Para ser sincero, voc√™ precisa ter um QI muito alto para entender Rog√©rio Skylab Para ser sincero, voc√™ precisa ter um QI muito alto para entender Rog√©rio Skylab. O humor √© extremamente sutil e, sem uma compreens√£o s√≥lida de filosofia moderna, a maioria das piadas vai passar despercebida pelo telespectador m√©dio. H√° tamb√©m a vis√£o niilista de Rog√©rio, que est√° habilmente tecida em sua caracteriza√ß√£o - sua filosofia pessoal se baseia fortemente na literatura de Nododaya Volya, por exemplo. Os f√£s entendem essas coisas; eles t√™m a capacidade intelectual para realmente apreciar a profundidade dessas piadas, para perceber que elas n√£o s√£o apenas engra√ßadas - elas dizem algo profundo sobre a VIDA. Como conseq√ľ√™ncia, as pessoas que n√£o gostam de Rog√©rio Skylab s√£o verdadeiros idiotas - √© claro que eles n√£o apreciariam, por exemplo, o humor no bord√£o existencial de Rog√©rio "Chico Xavier √© viado e Roberto Carlos tem perna de pau", que √© uma refer√™ncia cript√≠ca para o √©pico Pais e Filhos do russo Turgenev. Estou sorrindo agora mesmo imaginando um desses coitados simplistas co√ßando a cabe√ßa em confus√£o enquanto as m√ļsicas se desenrolam na tela de seu computador. Que tolos‚Ķ como eu tenho pena deles. E sim, a prop√≥sito, eu tenho uma tatuagem do Rog√©rio Skylab. E n√£o, voc√™ n√£o pode v√™-la. √Č s√≥ para os olhos das damas. E mesmo elas, precisam demonstrar de antem√£o que possuem um QI com diferen√ßa absoluta de no m√°ximo 5 pontos do meu (de prefer√™ncia para baixo).
Rotina, Habitos e interesses: Nofap + Banho Gelado + comer carne crua + comer virado pra parede + biohack + dormir no ch√£o + Jordan Peterson + mewing + HBD + PUA + jelq + dormir 5 horas por dia + caf√© gelado sem a√ß√ļcar + hipismo + compila√ß√£o mitadas En√©as + alho cru + podcast do Joe Rogan + redpill + Brain Force + Jejum + medita√ß√£o iasd + m√ļsicas para concentra√ß√£o, foco e intelig√™ncia + teste de QI da internet + grupos de linhagem viking do facebook + ficar longe do poste de internet 4G + youtube do varg vikernes + ess√™ncia de morango da turma da m√īnica no narguil√© + jogar vape na cara de todo mundo que tentar entrar no bloco da faculdade + 5 segundos de calistenia no deserto do atacama + darkcel + √≥culos do a√©cio na foto de perfil + ler quotes do nietzsche no brainy quote + criar galinha no quarto sem os pais saberem + Alho cru + uma colher de azeite quando acorda e outra antes de dormir + jejum de 24hrs a cada 72hrs + assistir VT no premiere logo que chega do est√°dio + canal Ultras World + LibreFighting + Operation Werewolf + comprar os artigos do Paul Waggener + Centhurion METHOD + humilliation exposure com a finalidade de criar uma crosta na sua mente capaz de desenvolver uma resili√™ncia que resiste √† humilha√ß√£o como se ela fosse nada + tomar banho descal√ßo em chuveiro de academia com ch√£o mijado + muscula√ß√£o caseira + hackear o sono + Empreender + 10 livros de auto ajuda por m√™s + PUA + Selo super f√£ da f√ļria e tradi√ß√£o + Biokinesis + 432hz music + Mexer o pau sem piscar o c√ļ + medita√ß√£o transcendental + veganismo + minoxidil para cultivar uma barba + filmografia Jason Stataham + assistir vikings + redpill + ir no cinema sozinho + treino saitama + coach qu√Ęntico + enema de caf√© + dieta lair ribeiro + agua alcalina + O M√©todo de Wim Hof + sabedoria hiperb√≥rea + artigos da Nova Resist√™ncia + Biblioteca do D√≠dimo Matos + dormir virado pra patede assoviando no escuro pra espantar o curupira + dar 3 pulinhos toda vez que levantar da cama + dizer am√©m quando um 1113 azul passar por voc√™ na rua + 100 flex√Ķes por dia + 6 meses de jelq + injacula√ß√£o guiada + sociedade thule + energia vril + chap√©u de alum√≠nio para se proteger das armas psicotronicas emitidas pela CIA + caderno de anota√ß√Ķes smiliguido + pedir a b√™n√ß√£o ao carteiro toda segunda de manh√£ + 3 horas de academia + 4 horas de corrida + mascar caf√© + exerc√≠cios penianos do Dr. Rey + maratona saga Rocky + trilha sonora saga Rocky + trilogia Mercen√°rios + filmes do Jason Statham + assoviar o hino do Palmeiras de ponta-cabe√ßa + intro do Canal do Nicola em loop + palestras do Antonio Conte + v√≠deos do Rodrigo Baltar + dicas do Gustavo Gambit + aulas de italiano + dormir ouvindo Ultraje a Rigor + ler Walden pelado na mata atl√Ęntica de madrugada + ouvir m√ļsicas em velocidade aumentada + canto gregoriano √°rabe + ensinar hino do botafogo pra calopsita + fritar comida com banha de porco + assistir videos de situa√ßoes de risco com a finalidade de se preparar para o perigo + Terapia Holistica com formandos da UFPR no Jardim Bot√Ęnico + Radiestesia para harmonizar vibra√ß√£o da casa + Metatron 432HZ no YouTube entoando a ora√ß√£o EU SOU + ler O C√≥digo da Vinci + Jesus Qu√Ęntico + Barra Fixa na pra√ßa de madrugada escutando audiolivro do Jordan Peterson na voz do cara dos Fatos Desconhecidos + grupo POPEYE AFIANDO A PIKA + MyInstants AEEE KASINAO + Memes do Fausto Silva + ler O Evangelho dos Animais + stories do Copini no Instagram + Canal SocialGames7 com Gustavo Gambit e CIA + textos de Raphael Machado (Nova Resist√™ncia) + ser ex-membro do grupo Comunismo Ortodoxo + Monja Coen + Fazer origami com papel do bis + perder dinheiro com maquina de pegar ursinho + fumar palheiro com o av√ī + quebrar palito de dente no meio depois que usar + rezar Pai Nosso em aramaico + tentar se comunicar com o ashtar sheran + virar catequista e passar Pl√≠nio Salgado para as crian√ßas + Limpeza de 21 dias de S√£o Miguel Arcanjo + arrancar a fimose comendo cu apertado de galinha caipira + Regata branca WifeBeater com cal√ßa jeans clara e bota marrom + Ingressar na legiao estrangeira + Comprar toras de eucalipto pra reproduzir o centurion method mas nunca come√ßar o treinamento + vender m√°quina de cart√£o de cr√©dito + ler os escritos do Unabomber + Escutar a discografia do Paul Waggener + ler todos os livros do Pavel Tsatsouline + ouvir rap eslavo de cunho pol√≠tico suspeito + caf√© com um cubo de manteiga dentro precedendo a primeira refei√ß√£o do dia + beber 2L de leite por dia + Stronglifts 5x5 + Dieta Cetog√™nica + Canal Jason PROJETO GIGA + Cd do TRETA + comprar torre de chopp no prensad√£o + 2 c√°psulas de Tadalafellas antes do sexo + s√≥ comprar comida japonesa importada pra dieta + comer arroz sem sal com peixe cru sem tempero enrolado em folha do fundo do mar + memes da p√°gina Dollynho Puritano + Deus Vult na capa do Facebook + acessar o dogolachan pelo computador da escola pra postar fanfic gay do Gilberto Barros + Trollar atendentes do mcdonalds no habbo hotel + ligar para o Motel Ast√ļrias perguntar quando custa a bolacha Bauducco que aparece no site + Mandar entregar pizza na Rua dos Tamoios casa n¬į18 com port√£o vermelho + cosplay de russo no Omegle pedindo pra mostrarem a bunda + Dormir imaginando uma linha pra fazer viagem astral + recitar Homero pra mendigo + tomar antibi√≥tico no caf√© da manh√£ + Meditar imaginando o raio de luz violeta que representa a energia transmutadora + Workshop Reiki do Canal Luz da Serra MULHERES TERRAPLANISTAS RALEM.
Primeiro de tudo! Vai tomar no cu, MULHERES terraplanistas! Junto com todas que me contrariaram nos √ļltimos meses falando "dur hur voc√™ n√£o sabe nada de paleontologia, vai assistir seus desenhos filipinos e n√£o encha o saco". TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! LERAM DIREITO? TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! A farsa ficou t√£o √≥bvia, que eles n√£o tem mais como esconder que TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! Alguns mais penas, outros menos penas, MAS TODOS TEM. E aproveitando no mesmo v√≠deo, N√ÉO TEVE METEORO PORRA NENHUMA! Provavelmente as mudan√ßas clim√°ticas naturais, junto com a separa√ß√£o gradual dos continentes, √© que extinguiu a mega-flora e a mega-fauna. E se teve algum meteoro, apenas acelerou o processo em uma regi√£o muito especifica. Agora s√≥ falta as ((especialistas)) e a (((Academia))) admitir que dinossauros nunca existiram e que foi tudo um erro grotesco de interpreta√ß√£o de pessoas que n√£o sabiam que caralhos eram aqueles esqueletos. S√£o apenas aves e mam√≠feros ancestrais de milh√Ķes de anos atr√°s. E antes que eu me esque√ßa, vai todo mundo que me contrariou tomar no cu!
GOSTAR DE MIM POR QUEM EU SOU E NAO PELA MINHA APARENCIA
Sério, de verdade, ser uma pessoa bonita não é fácil em nossa sociedade atual; não é só os olhares de desejo das mulheres e dos homens que me incomoda, e sim, o fato de ser só isso para as pessoas. Sou muito mais que apenas um cara bonito. Tenho qualidades além dessas, e saber que as pessoas não ligam para elas, pois estão entorpecidas de anseio pela minha formosura, me entristece muito.
Não suporto mais ser bonito. Tudo que eu queria era poder nascer de novo num corpo de uma pessoa feia, pois sério, vocês não sabem como me dói saber que por culpa de algo que nasceu em mim (a incrível beleza), serei rotulado eternamente por isso.
Eu trabalho, estudo, procuro, conheço, aprendo! Sou um ser-humano como qualquer outro e não só mais um rostinho bonito.
Pergunta antes de eu poder te namorar: Você é ocultista?
Essa é a pergunta de um milhão de dólares que raramente vejo sendo feita.
Se você ainda não for, pra se tornar minha namorada precisará ser e aqui está como fazer isso
√Č fato que a maior parte da literatura especializada ocidental acredita em Deus e Cristo, somente olhando-o por uma lente diferente. N√£o h√° um ritual que lhe aproxime de Deus, as coisas raramente s√£o t√£o simples. Entretanto, com estudo e medita√ß√£o o caminho come√ßa a ficar mais claro.
Entenda que não sou nenhum senhor da verdade, e o que te falo hoje posso descobrir ser mentira amanhã. Saiba também que um dos maiores problemas desse meio é a falta de um início claro, sendo as obras tidas como introdutórias porcarias completas. Dito isso, lhe respondo o seguinte:
  1. O caminho mais completo para se aproximar do que voc√™ quer come√ßa com no√ß√Ķes do pensamento Hel√™nico. Entenda que boa parte da vis√£o de mundo crist√£ vem da antiguidade cl√°ssica, principalmente as no√ß√Ķes de harmonia e belo. N√£o te pe√ßo para ler tudo o que j√° foi jogado ao ch√£o pelos gregos, mas saiba um pouco das origens das coisas. Tenha uma ideia b√°sica dos quatro humores gregos, e que essa √© uma das origens para atribuirmos personalidades aos elementos da natureza. Entenda um pouco dos seus deuses e Cosmos, porque eles ser√£o utilizados no futuro de forma metaf√≥rica em textos. Saiba que quando aparecer um hermafrodita em um texto especializado n√£o h√° conex√£o com desvios modernos, mas com um simbolismo mais antigo (Salvo engano, sua origem √© Plat√īnica. Mais especificamente, O Banquete, durante os discursos sobre amor).
  2. Entenda que boa parte da origem da magia ocidental vem da conflu√™ncia da cultura grega com a eg√≠pcia, incluindo a alquimia. A t√°bua esmeralda √© um texto obrigat√≥rio. Leia um pouco sobre o Axioma de Maria, A judia. Aprenda um pouco da simbologia alqu√≠mica, porque ser√° importante para voc√™ no futuro. √Č dentro da alquimia que ir√£o discursar sem final sobre a trindade (pelo menos os da corrente de Paracelso). N√£o se pretenda nenhum mestre dos espag√≠ricos, porque os qu√≠micos far√£o isso melhor do que voc√™. Entenda que n√£o havia essa separa√ß√£o absoluta entre o material e o espiritual, ent√£o os dois conhecimentos andaram juntos ao decorrer da hist√≥ria. Entenda tamb√©m que haviam escritores voltados especificamente para a alquimia espiritual, enquanto outros √† qu√≠mica.
  3. Estude a Cabala. Eu entendo que para alguns seja dif√≠cil dar aten√ß√£o √† Cabala Judaica com o surto conspiracionista chan√≠stico sobre a √≠ndole de todo um povo, mas querendo ou n√£o o juda√≠smo √© o Pai da f√© crist√£, sendo Jesus judeu. Entenda que a √°rvore da vida √© um estudo sobre Deus e suas emana√ß√Ķes, e dela vir√° uma boa parte de seu conhecimento.
  4. Leia as coisas atuais sobre o assunto. Dê atenção aos escritores herméticos, principalmente.
Ocultismo é um saco, pelo menos se você for estudar seriamente. Você pode perder a vida se tiver um projeto ambicioso como se aproximar de Deus.
Você também pode pular algumas etapas no que te falei. Sobre a parte do pensamento grego, saiba que boa parte é "dispensável". Dito isso, recomento que entenda um pouco sobre o funcionamento do Cosmos de Ptolomeu. Entenda também alguns dos símbolos planetários, porque seu entendimento irá lhe ajudar no futuro.
Pra me namorar tambéme tem que gostar dos animes:
Akame ga Kill! Akarui Sekai Keikaku Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Criminale! Dog Style Domina no Do! Eden no Ori Yu-gi-oh
Sobre assistir Yu-gi-oh; quando eu era adolescente, gostava (na época que passou na TV Globinho e era moda), mas hoje em dia não gosto mais; então não assistiria de novo.
Quanto às minhas lembranças marcantes de Yu-gi-oh:
Em 2003, Yu-gi-oh era moda e todo mundo na escola da quinta e da sexta série jogava com cartinhas piratas, já o pessoal da sétima e da oitava não se interessava. A propósito, em 2003 tiveram duas grandes modas de brinquedos baseados em animes, cartinhas de Yu-gi-oh e Beyblade. Outro brinquedo que todo mundo da quinta e da sexta série levava pra escola em 2003 depois que passou a moda de Yu-gi-oh e começou a moda da Beyblade era a Beyblade.
Outra lembrança marcante que tenho de Yu-gi-oh é que em 2003 na escola o pessoal criava suas próprias cartinhas, fazendo desenhos e estatísticas.
Fujimura-kun Mates Gantz Gou-Dere Bishoujo Nagihara Sora‚ô• Higurashi no Naku Koro ni Kai: Matsuribayashi-hen Hitsugi no Chaika Ichigo 100% Ichinensei ni Nacchattara In Bura!: Bishoujo Kyuuketsuki no Hazukashii Himitsu Jigokuren: Love in the Hell Jinzou Shoujo JoJo no Kimyou na Bouken Part 4: Diamond wa Kudakenai JoJo no Kimyou na Bouken Part 5: Ougon no Kaze JoJo no Kimyou na Bouken Part 6: Stone Ocean JoJo no Kimyou na Bouken Part 7: Steel Ball Run Kaibutsu Oujo Lucky‚ėÜStar Mahou no Iroha! Mahou Tsukai Kurohime Monster Hunter Orage Mujaki no Rakuen Needless Zero Nyotai-ka Onihime VS Oretama Perowan!: Hayakushinasai! Goshujinsama‚ô™ Re:Marina Rosario to Vampire Saitama Chainsaw Shoujo Sankarea School Rumble Shingetsutan Tsukihime Shocking Pink! Shurabara! Sora no Otoshimono Sora no Otoshimono Pico Akame ga Kill! Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Dorohedoro Nekopara Pet Toaru Kagaku no Railgun Magia Record: Mahou Shoujo Madoka‚ėÜMagica Gaiden Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita.Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita. Isekai Quartet 2Isekai Quartet 2 Ishuzoku Reviewers Somali to Mori no Kamisama Eizouken ni wa Te wo Dasu na!Eizouken ni wa Te wo Dasu na! Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu.Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu. Jibaku Shounen Hanako-kun Haikyuu!!: To the TopHaikyuu!!: To the Top Darwin's GameDarwin's Game Kyokou SuiriKyokou Suiri Plunderer
PRE REQUISITO: GOSTAR DE FILMES DE FAROESTE.
IMPORTANTE: Se você gosta de filmes de super heroi, pare de ler e va se foder.
Se você é assim, fique longe de mim.
N√ÉO QUERO AS MULHERES QUE: As que falam palavr√Ķes As que fumam As que usam drogas As que postam foto com bebida Que bebem (menos ūüć∑, isso √© coisa de dama) As que v√£o para balada, festa, rave etc As que postam fotos com short curto, decote ou sensuais
Há uma coisa que eu quero que você entenda sobre nós os homens.
Quando voc√™ colocar uma foto sua nua no facebook, fazendo uma pose gostosa, mostrando os seios ou como vemos em v√°rias fotos mostrando o bumbum ou deitada sedutoramente em sua cama, a √ļnica coisa que voc√™ faz √© que as pessoas tenham desejo sexual por voc√™, claro em A maioria dos casos por parte de homens.
Eu sei que voc√™ vai ficar t√£o emocionada com os 500 likes, 120 coment√°rios e as in√ļmeras mensagens privadas! Voc√™ vai querer postar cada vez mais fotos para se sentir cada vez mais no topo.
Mas há algo importante que você precisa saber:
Na verdade nenhum desses caras que gostam, comentam ou enviam mensagens privadas te ama. Tudo o que eles querem é usá-la e depois atirá-la para o lixo, para ser honesto nenhum deles a levaria para sua casa para ser sua esposa, acredite em mim, você para eles não é mais que uma menina de programa em busca de popularidade barata No Facebook.
Os homens ricos os que tem o que você procura "dinheiro" ou os pobres admiram as mulheres que se vestem com decência e se respeitam. Uma vestimenta decente que não revela muito o seu corpo, leva-os a amar e a respeitar-te, isto a simples vista nos diz que és uma mulher virtuosa, alguém a quem se pode levar para casa para ser esposa e mãe.
Isto em muitos casos diz-lhes que você foi criada com princípios morais e lhes dá detalhes do seu bom histórico familiar.
Eles n√£o se preocupam muito com a maquiagem excessiva, uma mulher digna de propor casamento sempre se distingue do monte, n√£o importa como.
Valoriza seu corpo, lembre-se que para encontrar diamantes é preciso cavar, respeita, e um verdadeiro homem vai te respeitar de um modo ou de outro.
Mas você terá muito respeito: Mulher, não mostre seu corpo no facebook, você não sabe que tipo de pessoas, venha suas coisas, você é uma mulher bela, não precisa de fotos, nem mostrar tanto, você pode conquistar com sua simpatia, com seu educacióncon seu sonrrisa,
As que j√° ficaram com amigos seus, ou que ficam com mais de 3 em um √ļnico ano As que n√£o trabalham ou estudam (ou que est√£o em um curso irrelevante de humanas) As que n√£o sabem o b√°sico de uma casa, como lavar, passar roupa, cozinhar, trocar fralda, etc As interesseiras As que est√£o pedindo presentes sempre As que j√° est√£o comprometidas As n√£o gostam de crian√ßas ou dizem que n√£o querem ter filhos (pessoas que n√£o querem ter filhos n√£o s√£o confi√°veis) As que tem piercing de bufalo
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2018.10.20 20:11 notanalternateaccoun Quando alguém falar que Hitler chegou ao poder sendo moderado e que so falou em campos após tomar o poder, mostrem a eles esse discurso.

Vejo muitos comparando o Bolso com Hitler (n√£o aqui obviamente) sem entender a real realidade de como Hitler chegou ao poder:
A economia √© um assunto secund√°rio. A hist√≥ria mundial nos ensina que nenhum povo se tornou grande por meio da economia: foi a economia que os levou √† ru√≠na. Um povo morreu quando sua ra√ßa foi desintegrada. A Alemanha tamb√©m n√£o se tornou grande por meio da economia. Um povo que em sua pr√≥pria vida perdeu a honra se torna politicamente indefeso, e depois se torna escravo tamb√©m na esfera econ√īmica.
A internacionaliza√ß√£o hoje significa apenas judaiza√ß√£o. N√≥s, na Alemanha, chegamos a esse ponto: que sessenta milh√Ķes de pessoas v√™em seu destino de mentir √† vontade de algumas d√ļzias de banqueiros judeus. Isso s√≥ foi poss√≠vel porque a nossa civiliza√ß√£o foi primeiramente judaizada. O enfraquecimento da concep√ß√£o alem√£ de personalidade pelas palavras de ordem tinha come√ßado muito antes. Id√©ias como 'Democracia', 'Maioria', 'Consci√™ncia do Mundo', 'Solidariedade Mundial', 'Paz Mundial', 'Internacionalidade da Arte', etc., desintegram nossa consci√™ncia racial, produzem covardia, e assim hoje n√≥s s√£o obrigados a dizer que o simples turco √© mais homem do que n√≥s. Nenhuma salva√ß√£o √© poss√≠vel at√© que o portador da desuni√£o, o judeu, tenha se tornado impotente para causar dano.
  1. Devemos chamar a aten√ß√£o para os criminosos de novembro de 1918. N√£o pode ser que dois milh√Ķes de alem√£es tenham ca√≠do em v√£o e que, depois, algu√©m se sentasse como amigo na mesma mesa com traidores. N√£o, n√≥s n√£o perdoamos, n√≥s exigimos - Vingan√ßa!
  2. A desonra da nação deve cessar. Para os traidores da pátria e dos informantes, a forca é o lugar certo. Nossas ruas e praças mais uma vez levarão os nomes dos nossos heróis; eles não serão nomeados após os judeus. Na questão da culpa, devemos proclamar a verdade.
  3. A administração do Estado deve ser livrada da ralé que é engordada na banca das partes.
  4. A frouxidão atual na luta contra a usura deve ser abandonada. Aqui a punição apropriada é a mesma que para os traidores de sua pátria.
  5. DEVEMOS EXIGIR UMA GRANDE ILUMINA√á√ÉO SOBRE O TEMA DO TRATADO DE PAZ. COM PENSAMENTOS DE AMOR? N√ÉO! MAS EM √ďDIO CONTRA OS QUE NOS ARRU√ćNAM.
  6. As mentiras que encobrem os nossos infort√ļnios devem cessar. A fraude da presente loucura do dinheiro deve ser mostrada. Isso endurecer√° o pesco√ßo de todos n√≥s.
  7. COMO FUNDAÇÃO PARA UMA NOVA MOEDA, A PROPRIEDADE DOS QUE NÃO SÃO DO NOSSO SANGUE DEVE FAZER SERVIÇO. Se as famílias que viveram na Alemanha por mil anos forem agora expropriadas, devemos fazer o mesmo com os usurários judeus.
  8. EXIGIMOS IMEDIATAMENTE A EXPULS√ÉO DE TODOS OS JUDEUS QUE ENTRARAM NA ALEMANHA DESDE 1914, e de todos aqueles que tamb√©m, por meio de trapa√ßas na Bolsa de Valores ou por meio de outras transa√ß√Ķes obscuras, ganharam sua riqueza.
  9. A escassez de habitação deve ser aliviada através de ação energética; casas devem ser concedidas àqueles que as merecem. Eisner disse em 1918 que não tínhamos o direito de exigir o retorno de nossos prisioneiros - ele estava apenas dizendo abertamente o que todos os judeus estavam pensando. As pessoas que pensam assim devem sentir como a vida prova em um campo de concentração!
Os extremos devem ser combatidos por extremos. Contra a infecção do materialismo, contra a pestilência judaica, devemos manter um ideal flamejante. E se outros falam do mundo e da humanidade, nós dizemos a pátria - e somente a pátria!
Referencias: The Speeches Of Adolf Hitler 1921-1941
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2018.05.19 15:38 rodrigoablima Livro: Alfa e √Ēmega - Uma Aventura nas Profundezas da Divindade Humana

CAP√ćTULO 1 - A FUNDA√á√ÉO
H√° incont√°veis eras, um grupo de anci√Ķes, vitoriosos de batalhas anteriores, decidiram criar uma nova exist√™ncia, pois se esgotaram as possibilidades e o mundo se tornou previsivelmente insuport√°vel e tedioso. Al√©m disso, em sua sabedoria acreditavam que, como antes, seria necess√°ria uma renova√ß√£o, bem como o desapego, aos resqu√≠cios e mem√≥rias do passado. A estes senhores, de nomes impronunci√°veis com nossas gargantas primitivas, chamaremos de Arcontes da Alma, os famigerados Pais Arquet√≠picos, conhecidos na mitologia judaica como Elohim. Dentre estes senhores havia um que se destacava, por seu amor e justi√ßa, sendo a express√£o exata do Elevado, aquele que conheceu a primeira cria√ß√£o de todas as cria√ß√Ķes. Valente guerreiro e pai amoroso. O Verbo e Senhor dos vinte quatro Arcontes.
Sentados, em seus tronos, conversavam e planejavam os eventos que seriam vividos na nova origem. O lugar onde estavam era de beleza √ļnica e com uma atmosfera de poder e gl√≥ria jamais imaginada por mortais, como eu e voc√™. Um lugar que assusta e atemoriza qualquer criatura, impondo respeito aos seres das alturas, ou dos mais baixos abismos.
Todavia existia um lugar de maior significado e peso, um lugar inviol√°vel, o sant√≠ssimo lugar, a morada do Eterno. Apenas o Pai e Filho do Verbo poderia adentrar neste ambiente e o fazia somente em ocasi√Ķes √ļnicas, em import√Ęncia e necessidade. Ali residia o Misterium Tremendum que nenhuma criatura ou Elohi poderia conhecer e compreender em sua plenitude, apenas o Elevado e seu unig√™nito comungavam daquele lugar. Uma casa, uma casa de carne, pois diziam que era o cordis ou o √ļtero da cria√ß√£o.
Um enigma foi proposto, por um dos arcontes para servir como busca e sentido √† nova exist√™ncia, entretanto por mais que se esfor√ßassem n√£o conseguiam encaixar as pe√ßas, neste quebra cabe√ßa c√≥smico, para dar sentido real, sabor e abund√Ęncia de vida aos novos entes.
O Verbo teve que intervir, pois todos haviam percebido que fazia se prop√≠cio ao Unig√™nito entrar na c√Ęmara sant√≠ssima e ali, diante da Presen√ßa Eterna conversar com o Inef√°vel, em busca de algo que pudesse trazer abund√Ęncia de vida aos ne√≥fitos.
Então, os enviados serventes da recamara do rei receberam ordens para preparar e purificar o átrio do templo célico, e assim o fizeram. Estes servos, os homens chamam de anjos, mas nada mais são que seres enviados para uma missão especial. Um destes Gadreel, que em hebraico pode ser escrito como ?????, também conhecido como Azazel, é a origem de muito conflito e debate. Certamente seu real título, princípio e incepção estão envoltos em mentiras e sombras. Nenhum mortal, e até mesmo seres imortais, podem afirmar com certeza sobre algo que teve o embuste como razão de ser, embora nada passa despercebido e impune pelo Eterno.
Enquanto realizava os preparos para consagra√ß√£o dos √°trios e vest√≠bulos reais sua aten√ß√£o foi desperta por uma pedra vermelha, um seixo de jaspe carmesim usado nas vestes sacerdotais pelo Verbo. Quero deixar claro que muito do que acontece aqui n√£o poderia ser descrito com linguagem e palavras humanas se respeitada sua exatid√£o. O certo √© que o que foi me passado e permitido lhe exponho da melhor forma que minhas m√£os escrevem e minha mente concebe, por isso fa√ßo uso aleg√≥rico, dos eventos agora relatados, pois sem os quais jamais poderia escrever. Por isso, creia no conte√ļdo e n√£o na forma, como conselho, prezado amigo, haja sempre assim, na vida, geralmente o contorno √© enganoso embora a ess√™ncia liberte. Se n√£o fizeres isto, de um jeito ou de outro, aprender√°s que as palavras nada dizem, todavia o que fazemos com elas sim.
Ent√£o, possu√≠do de cobi√ßa, apeteceu possu√≠-la, pois conhecia o prop√≥sito e sabia que facultaria habilidade de abrir portais e poder sobre as trevas, corrup√ß√£o e mal, se usada sem consentimento e vontade do Verbo, pois em seu cora√ß√£o deixou entrar a d√ļvida sobre a bondade divina. Sem muito pensar, tomou-a para si, colocando outra de s√°rdio, semelhante em forma, em seu lugar. Leitor cabe aqui lembrar, que o ocorrido, apesar de n√£o aprazer a Aquele que √Č, foi planificado por Ele antes de todas as Eternidades, nas eras ocultas em Deus e no Cordeiro (O primevo √Üion, Kair√≥s do Ego e do Ser) e quando terminar tu ver√°s que falo a verdade.
Neste momento, um Mal Antigo foi desperto, transformando interior deste anjo, que agora chamaremos de Inferno, ◊Ę◊Ė◊ź◊Ė◊ú em hebraico, pois como narrado antes, se mal-usado o Jaspe Carmesim, que simboliza o sangue do Cordeiro, porque quem o toma e usa, o faz para sua pr√≥pria condena√ß√£o, se n√£o empregar o discernimento por meio Daquele que √© o alimento da alma. Uma porta foi aberta e o Inferno a habita e √© habitado por ele, o Filho da Perdi√ß√£o.
Que fique claro que o erro deste grigori não foi possuir a pedra, mas ser ladrão de algo que é livre a todo aquele que pedir ao Pneuma. O erro é a escravidão do espírito, pelo ego, que não se é refreado pelo Verbo. Neste momento, o horror primevo, entrou no corrompido anjo guardião dos aposentos reais.
Uma terrível tristeza abateu sobre o Verbo. Podia-se ver claramente no semblante do Cordeiro que algo muito sério o afligia. Porém, Ele sabia que era anseio do Eterno e conhecia muito bem os desígnios do coração de Deus. O Eterno, também estava aflito e pesaroso, pois isso não era de sua vontade ativa, mas permissiva.
Tudo foi preparado para o momento. E o Cristo entrou no santu√°rio onde at√© os anjos temem ir. Ele vestia a indument√°ria sacerdotal completa. A Estola Sacerdotal ou √Čfode uma pe√ßa parecida com um avental, confeccionada nas cores azul, p√ļrpura, carmesim e o branco de linho fino retorcido. Sobre o √Čfode um peitoral com as doze pedras, que representam os fundamentos que sustentam toda cria√ß√£o. Na cintura partindo do umbigo uma esp√©cie de cord√£o de prata ligava as vestes ao cubo, o cubo de Metatron, uma m√°quina que permitia a entrada no sant√≠ssimo lugar, e assim, entrar em contado direto com o Arch√©. Arch√© √© a subst√Ęncia primordial, constituinte de toda mat√©ria do universo. Na verdade, Arch√© √© um n√ļmero que quando em execu√ß√£o conjunta com o cubo de Metatron possibilita a entrada no console fundamental que fornece uma interface para a cria√ß√£o da realidade. Uma vez conectado a m√°quina a realidade percebida pelo sumo sacerdote √© mudada e este pode entrar no m√≥dulo de constru√ß√£o, uma esp√©cie de programa de computador que funciona como um ambiente integrado que facilita a cria√ß√£o de realidades extra√≠das da l√≥gica do n√ļmero (ou programa) que inspira a vida.
Permita-me amigo explicar-lhe melhor o que √© o Arch√©, tamb√©m conhecido como unidade divina. Ele n√£o √© apenas um n√ļmero qualquer, mas o padr√£o da perfei√ß√£o, uma seq√ľ√™ncia harmoniosa que encerra dentro de si todas as cria√ß√Ķes poss√≠veis. Embora bastante pr√≥ximo de Deus o Arch√© n√£o √© Deus. Podemos dizer que Deus √© pleno quando o Verbo, a L√≥gica e a Materialidade trabalham em prol do sentido existencial, o tempero da vida, o Amor. O ator do Verbo √© o Cordeiro, o ator da L√≥gica √© o Arch√© e a Mat√©ria √© fruto da m√°quina de Metatron. Embora n√£o percebamos todas as vezes, os tr√™s s√£o e est√£o em Um e s√£o vistos em plenitude no homem, mais corretamente no Filho do Homem e neste, sempre trabalham em Amor, afinal Deus √© Amor!
Após todos os preparativos realizados então o Verbo adentra o santíssimo lugar. Imediatamente sua fisionomia se transforma. O módulo arquiteto estava carregado e o link foi estabelecido. Todo poder criativo de Deus estava ao dispor do Verbo, assim como, uma via de largura de fluxo inesgotável fornecia a comunicação direta entre Pai e Filho. Amigo, você deve estar perguntando por que essa conexão se fez necessária, visto que Pai e Filho são um, posso citar vários motivos, mas dois se destacam.
O primeiro é que nem sempre o Filho quer e precisa de todo poder criativo divino, há momentos que isso não se faz necessário nem desejável, lembre-se que o Filho nunca usou poder desnecessariamente. Ele nunca precisou de pirotecnia para mostrar sua identidade, poder e glória.
O segundo √© que Ele, sempre quis se comportar como humano, deixe me explicar com um exemplo. Um alpinista poderia escalar uma montanha com um equipamento que facilitasse ao extremo a conquista do cume da montanha, podendo se quisesse subir at√© l√° de helic√≥ptero. No entanto que gra√ßa teria isso? E lembre-se a chave da vida est√° na gra√ßa. A gra√ßa √© o Amor, divinamente humano e pessoal, em Movimento. Sem movimento, n√£o h√° gra√ßa. Sem isso a vida se torna o ‚ÄúTrabalho de S√≠sifo‚ÄĚ. Vazia, oca, sem sentido e niilista. O Verbo vivo deseja que a cria√ß√£o se pare√ßa com a hist√≥ria arquet√≠pica dando forma, beleza e sabor em abund√Ęncia. A limita√ß√£o torna as coisas mais interessantes. Embora haja sacrif√≠cios e sofrimento, ao final, quando o montanhista tem a magn√≠fica vis√£o do fruto de seu esfor√ßo ele diz, valeu a pena!
Há uma terceira razão, também importante, mas em momento propício, querido neófito, lhe revelarei. Por agora basta dizer que nem todos têm fé a ponto de mover montanhas e nem só o Verbo pode usar a máquina de Metatron, mas só ele pode ir ao Aleph Santíssimo e compreender o mistério e causa da Vida.
Depois de tudo preparado, Adonai inicia seu trabalho. Como de igual maneira, em todas as cria√ß√Ķes, a primeira cria√ß√£o √© a luz, ent√£o em um grito cat√°rtico, Fiat Lux, e a luz foi feita. A partir deste ponto n√£o preciso entrar em detalhes, pois voc√™ conhece o desenrolar dessa hist√≥ria. Quero apenas focar em um ocorrido, e farei isso nos par√°grafos seguintes.
***
O grigori ladrão da pedra, não era o mais forte dos anjos, porém o mais astuto e hábil na arte do falar e convencer. Ele sabia que seus dias celestes estavam por se findar e pouco tempo teria antes que fosse derribado. Além disso, as trevas em seu interior cresciam rapidamente, sempre a clamar por sangue, morte e destruição. Ele precisava agir e ligeiro. Ele carecia de seguidores, mais isso seria impossível se não houvesse separação entre Deus e os Vigilantes Universais. Ele precisava se tornar o poder, o dínamo que separa. E se possível ele separaria até Pai e Filho. Ele semearia a semente da discórdia entre os anjos superiores. A fé na bondade divina deveria ser abalada.
Uma voz gutural sussurrou em sua mente ‚Äď ‚ÄúA chave para as trevas √© a morte e com a mentira triunfar√°s‚ÄĚ. Ele ainda n√£o havia percebido, mas o drag√£o, em seu √Ęmago crescia devorando seu esp√≠rito dia-a-dia. E na biblioteca celeste seu interesse pelo conhecimento proibido das eternidades precedentes crescia, em especial sobre a figura drac√īnica. Ele n√£o teve maiores problemas em obter tal conhecimento, pois era o respons√°vel pela manuten√ß√£o do acervo da biblioteca real. Justamente o anjo que devia manter os livros em secreto tra√≠a o designo divino. Isso foi apenas o come√ßo.
Um prazer perverso enchia-lhe o coração. Ele se via maior que o Criador, o que lhe enchia o espírito de orgulho e prepotência. Então enfim a semente do dragão germinou em sua mente. Ele percebeu que o seu sim, não precisava ser sim e o não, não precisava ser não. E o engano o fez sentir livre como nunca antes. O primeiro fruto da semente do dragão foi à mentira. A mentira que falsamente liberta.
Munido de conhecimento oculto e proibido se aproximou de Samyaza, o querubim do trono. O √ļnico anjo que conhecia o nome completo de Deus, o Logos, palavra passe que concedia acesso ao cubo de Metatron para altera√ß√£o da realidade. Era poderoso em guerra e belo em formosura, sendo considerado o sinete da perfei√ß√£o. Fazia sua morada junto √†s pedras afogueadas. Seu poder militar e anjos seguidores rivalizava com os de Miguel. Samyaza, n√£o deixava transparecer, mas em seu interior deixou crescer certa inveja por Miguel, pois julgava desnecess√°rio dois generais celestes.
Gadreel possu√≠do pelo drag√£o havia percebido a insatisfa√ß√£o do querubim do trono. Sucessivamente alimentava o sentimento √≠nvido de Samyaza. Tornaram-se amigos. Gadreel em momento prop√≠cio convidou-o para a biblioteca celeste e l√° comungaram de conhecimento proibido. O drag√£o em Gadreel era √°vido em devorar o esp√≠rito e sabia que n√£o poderia abastecer-se ainda mais de sua morada, pois acabaria por destruir seu aliado por completo perdendo-o na morte e na loucura. Incentivou-o com sussurros semi-conscientes a fazer o Pacto de Execra√ß√Ķes, descritos nos livros do primevo Aion, relatado no terceiro cap√≠tulo, ‚ÄúA cria√ß√£o do Drag√£o‚ÄĚ.
T√£o logo as juras do ritual se concretizaram o drag√£o entrou em Samyaza, lhe despertando d√ļvidas sobre a bondade divina. Ele sabia que o que fizera era errado, mas sentia um gozo maligno ao ver o mundo com os olhos do drag√£o. Enganado acreditava que o mal tamb√©m poderia ser um bom trilhar e que as trevas eram belas. N√£o conseguiu compreender que o mal s√≥ atrai-o para a morte, e ao final consumiria seu esp√≠rito. Cabe neste momento dizer-lhe amigo que Deus deseja que sejamos um com Ele, mas Ele respeita nossa ess√™ncia. J√° o drag√£o devora-nos de forma que n√£o somos um, mas acaba por amalgamar de forma indel√©vel sua ess√™ncia em nosso imo suplantando-a pela a dele. Sobrando somente ele. Sua fome √© insaci√°vel. E seu apetite irrefre√°vel. E suas v√≠timas acabam por sucumbir, sem perceber a mordida do vampiro das almas.
Então por que Deus criou o dragão? Veja que o dragão é mal, pois assim foi criado, ele foi homicida, promotor da morte desde o princípio, e com justiça será tratado no final.
N√≥s eleitos, desde a funda√ß√£o do mundo, somos vitoriosos de eternidade em eternidade. Somos mais que vencedores. Por√©m o drag√£o e sua semente ser√£o derrotados de cria√ß√£o em cria√ß√£o. Como o vil√£o que em sua desgra√ßa merecida abrilhanta a vit√≥ria do her√≥i. A derrota do drag√£o √© motivo de festa daqueles que viveram pelo Verbo. Isso est√° em nossos cora√ß√Ķes, implantado em nosso inconsciente. √Č a hist√≥ria arquet√≠pica escrita na primeva incep√ß√£o. Na cria√ß√£o anterior o drag√£o foi vencido pela for√ßa... Nesta, por√©m, o nosso inimigo est√° em n√≥s e n√£o ser√° vencido pela for√ßa ou poder, mas pelo Esp√≠rito de Deus. Se a luta ser√° terr√≠vel, a vit√≥ria ser√° imensa. A vit√≥ria, no entanto, revelar√° sim de modo esplendoroso que o santu√°rio sant√≠ssimo tem lugar em nosso mais √≠ntimo, em nosso EU SOU. Seremos e j√° somos coparticipantes da natureza de Deus. O Misterium Tremendum, o galard√£o final, daqueles que s√£o fi√©is ao Verbo, ser√° revelado e conheceremos como tamb√©m somos conhecidos. E Deus far√° tudo novo de novo!
Deus não é o autor da morte, a perdição dos vivos não lhe dá alegria alguma. Ele criou tudo para a existência, e as criaturas do mundo devem cooperar para a salvação. No entanto, a presença do mal permite o agir do bem. O Cristo teve a oportunidade de demonstrar seu amor, que em graça se transformou vertendo seu precioso sangue. E derrotada foi à morte e seu aguilhão e veneno será por fim destruído. Em alegria seremos transformados e o que hoje são sombras e névoas no porvir serão cores vivas como as luzes da aurora no esplendor do amanhecer.
O Eterno trabalha com ciclos. Como disse o s√°bio ‚ÄúH√° tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou.‚ÄĚ. Observe as esta√ß√Ķes do ano, os meses, as semanas e at√© mesmo os dias. Eles se repetem, mas sempre de forma diferente. A novidade n√£o est√° exatamente naquilo que se v√™, mas em como se v√™.
H√° tempo de destrui√ß√£o, de renovo, de trabalho, de descanso e neste fluir as eternidades passam. Ainda que em momentos de dor, mais perto chegamos do criador. Feliz aquele que achar m√©rito no autor das almas e para quem Ele disser, ‚ÄúServo bom e fiel entra no teu descanso‚ÄĚ. Nem todos adentrar√£o no descanso, pois com juras Ele disse ‚ÄúN√£o entrar√£o no meu descanso, embora fossem completadas as obras desde a funda√ß√£o do mundo. ‚ÄĚ Pois em certo lugar disse assim acerca do dia s√©timo: ‚ÄúE descansou Deus no dia s√©timo de todas as suas obras‚ÄĚ. Pois aquele que entrou no descanso Dele, esse tamb√©m descansou das suas obras, assim como Deus das suas. Lute por sua salva√ß√£o, amigo, para que te aches no Esp√≠rito Eterno no dia em que Ele vir nas nuvens revelar as obras de suas m√£os. O tempo √© breve e j√° estamos no in√≠cio do s√©timo dia. Um dia para Ele s√£o mil anos. Nosso tempo n√£o √© o Dele! E o homem √© senhor do s√©timo dia e reinar√° no mil√™nio com o Cordeiro. Reino de justi√ßa e paz.
Samyaza ent√£o revela a Gadreel o segredo do nome divino. Gadreel agora poderia entrar na nova cria√ß√£o divina e semear o germe do drag√£o. Entretanto havia um obst√°culo. Como chegar ao sant√≠ssimo lugar, diante da presen√ßa divina, sem ser fulminado pela gl√≥ria da vis√£o sublime. Eles precisavam de algum artif√≠cio que pudesse ofender o Esp√≠rito de tal forma que este momentaneamente se ausentasse do sumo santu√°rio. Precisavam conversar diretamente com o drag√£o e para isso usaram a pedra carmesim roubada. Assim, profanou a pedra de sangue para trazer do abismo ancestral o drag√£o. Munidos de poder profano conseguiram realizar a maior de todas as desonras, ‚ÄúO abomin√°vel da desola√ß√£o‚ÄĚ no lugar onde jamais deveria ser feito. Eu poderia relatar como e de que maneira isso foi realizado, mas o simples fato de mencionar tal hediondez √© um s√©rio pecado, por isso amigo, n√£o entrarei em detalhes.
O drag√£o usou Gadreel para ocupar a serpente e ent√£o seduzir a Eva a comer do fruto do conhecimento. O drag√£o p√īde ent√£o inserir no g√™nero humano sua corrupta semente. √Č por isto que alguns homens s√£o verdadeiros dem√īnios, sem qualquer tipo de compaix√£o ou remorso por seus atos. S√£o filhos do diabo, promotores da morte e do engano, homicidas frios e insens√≠veis. Nos √ļltimos dias, quando a ceifa estiver √†s portas, a distin√ß√£o entre luz e trevas entre joio e trigo ser√° f√°cil e assim os anjos ter√£o pouca dificuldade em separar os bodes das ovelhas.
Nessa √©poca, os homens ser√£o amantes de si mesmos, gananciosos, presun√ßosos, soberbos, blasfemos, desobedientes aos seus pais, ingratos, √≠mpios, sem afeto natural, irreconcili√°veis, caluniadores, incontinentes, cru√©is, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo apar√™ncia de piedade, mas negando a efic√°cia dela. Ser√£o o reflexo do drag√£o trilhando o caminho da escurid√£o em profundas trevas. Do c√©u ser√° revelada a ira de Deus contra toda a impiedade e injusti√ßa dos homens que det√™m a verdade em injusti√ßa. Como disse o Revelador ‚Äúveio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destru√≠res os que destroem a terra.‚ÄĚ Mas antes da primeira luz do dia raiar no horizonte, a noite tem que ficar mais escura!
Deus sabia qual caminho o homem iria trilhar, mas Deus nunca pune um pecado que voc√™ ainda n√£o cometeu. Deus realmente queria que o homem fosse como Ele, n√£o negando-lhe nem mesmo seus atributos criativos, a maior vontade de um pai e que o filho trilhe seu caminho. Mas Deus sabia que isso tinha um pre√ßo, um alto pre√ßo, pois Deus n√£o seria t√£o irrespons√°vel de dar a uma crian√ßa tamanho poder de uma vez, por que o poder corrompe e o poder absoluto corrompe totalmente! Foi ent√£o que Ele, Deus, revelou seu plano ETERNO de SALVA√á√ÉO, o CAMINHO, pelo qual os escolhidos chegariam a DEUS, de forma a n√£o se corromper! Deus plantou no jardim do √Čden duas arvores, a do "Conhecimento do Bem e do Mal" e a arvore "da Vida". Nas regi√Ķes celestiais, o Sat√£, a inimizade, a sombra, tamb√©m entraria nesse plano. Gadreel entrou na serpente e fez o homem escolher um caminho que n√£o era a vontade do VERBO. Ele roubou a identidade do homem e autoridade sobre o mundo criando inimizade entre Deus e homem e entre homens e homens! E ainda fez parecer, que ele foi o bem feitor da humanidade, revelando um segredo oculto, o qual, segundo o diabo, Deus n√£o queria que o homem soubesse! Mas tudo isso j√° havia ocorrido, em Deus, nas eras ocultas da ETERNIDADE.
Ent√£o DEUS faz a promessa, a primeira profecia, sendo o profeta o pr√≥prio Deus, "Um dia, um descendente de Eva, esmagaria a cabe√ßa da Serpente" e ela, a serpente, feriria este homem no calcanhar! O problema √© que agora, o ser do homem, estava corrompido e n√£o refletia o EU SOU, o esp√≠rito de Deus, que diferencia os homens dos animais, havia adormecido, e a sombra (que na B√≠blia √© conhecido como carne ‚Äď A semente do drag√£o) tomou seu lugar. A alma do homem se inclinou e inclina para o mal, porque a ess√™ncia do drag√£o se ligou a ela, como j√° havia dito. Ent√£o, Deus no tempo certo, envia seu TABERN√ĀCULO, de carne, o VERBO abre o CAMINHO, do alto a baixo, rasgando o v√©u, o escrito de d√≠vida, que separava DEUS do homem, se misturando com o homem de forma tal que n√£o poderia ser separado. Uma guerra foi √© e ser√° vencida... Neste CAMINHO agora o homem tem em seu corpo duas ess√™ncias conflitantes e que militam entre si, o ESP√ćRITO e a CARNE. Por isso que Jesus, O VERBO TABERNACULADO, desce as profundezas trevosas do inferno e toma a chave da MORTE do diabo.
Tornando Ele, o cabe√ßa dos principados e potestades (leia Colossenses 2 - atente para o vers√≠culo 10). Agora pelo sangue do cordeiro, o diabo (Gadreel), o drag√£o e sat√£ (Samyaza) podem ser vencidos, porque Jesus √© tamb√©m senhor do INFERNO, como desde a eternidade foi, mas que a agora em plenitude se consumou! Por fim, Jesus ressuscita e ent√£o tem se inicio o tempo da gra√ßa. Neste tempo, todos que se alimentarem da √Ārvore da Vida, a Videira Verdadeira (leia Jo√£o 15) e exercerem a autoridade de Cristo, sobre o mal, conservando seu Esp√≠rito Santo, ser√£o arrebatados ou morrer√£o em Cristo, n√£o experimentando jamais o dolo da segunda morte. E com o cordeiro reinar√£o pelos s√©culos dos s√©culos.
CAP√ćTULO 2 - KAIR√ďS
Quero contar aqui algo que ocorreu em um tempo fora do tempo. Quero falar da primeva incep√ß√£o. √Č uma tarefa herc√ļlea, mas tentarei ... √Č certo que o Esp√≠rito Eterno, sempre ajudando e inspirando, est√° aqui... Que seria eu sem o Pneuma, meu amigo? Que preenche e transborda o cora√ß√£o daqueles que vivem pelo Cordeiro. Espero que Ele, enquanto voc√™ l√™ esses escritos, que encha at√© transbordar as palavras e a linguagem seja muito mais viva que apenas letras mortas num papel.
Antes do tempo existir existia o Verbo, como disse Jo√£o, ‚ÄúNo princ√≠pio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princ√≠pio com Deus. Todas as coisas foram feitas por interm√©dio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas n√£o prevaleceram contra ela.‚ÄĚ
Todavia amigo pode ter passado em sua mente... O que havia antes do princ√≠pio, n√£o √© mesmo? Bom, tenho duas respostas para voc√™, a mais simples √©: S√≥ Deus sabe... √Č... N√£o te satisfez... Nem a mim... Queremos saber, n√©? Aqui vem a segunda resposta. Nem tudo √© poss√≠vel saber, pois n√£o h√° uma resposta que cabe na l√≥gica atual desta cria√ß√£o.
Deixa te explicar melhor, se algo é o princípio de tudo, não pode haver antes... Estamos acostumados a viver em Chronos, o tempo depois do tempo, mas aqui, como disse outrora, estamos em Kairós, um não-lugar fora do tempo e do espaço. Isso por que o tempo como conhecemos também é uma Criação do Eterno.
Há perguntas que nunca saberemos a resposta. E há perguntas que não tem resposta. E estas só Deus sabe, por que Ele sabe de tudo. Em alguns casos Ele revela seus mistérios, como aconteceu com Enoch, o sétimo depois de Adão, mas isso lhe custou um alto preço. Não por que Deus é como o poderoso chefão, a Cosa Nostra, que lhe mata por que você sabe demais. Isso acontece por que há mistérios que se revelados podem modificar de tal forma a psique e o corpo que simplesmente a existência é desfeita.
Como est√° escrito em G√™nesis que Enoch andou tanto com Deus que j√° n√£o o era mais, e Deus o tomou. Esse tomar de acordo com o Codex Aleppo √© ◊ź◊™◊ē. Esta palavra tem sido alvo de estudos judaicos conhecidos como midrashim. Midrashim, nada mais √© que estudos rab√≠nicos mais aprofundados, tentando preservar a exegese original, que as vezes pode ter se perdido com o tempo. E podemos dizer que extraindo sua defini√ß√£o do Codex Aleppo ou ainda dos ‚ÄúManuscritos do Mar Morto‚ÄĚ possui uma acep√ß√£o que mistura os sentidos das palavras fundir, desfazer, coexistir e coparticipar em uma √ļnica palavra.
E h√° Verdades em Deus e Ocultos que s√£o t√£o perigosos, ou melhor, temerosos, que se revelados fora do momento escolhido enrolariam o universo como um pergaminho na m√£o de um escritor. E nisso n√£o h√° menor gra√ßa... Nem para Deus... Nem para n√≥s... √Č como saber o final do filme, antes de assisti-lo. Embora aqui n√£o saiba nem revele estes mist√©rios, cuidado... Voc√™ n√£o ser√° mais o mesmo ap√≥s ler esse livro... Eu te garanto... Quando o recebi percebi isso! √Č... o autor escreve, mas tamb√©m o recebe, nem que seja pelo ar (Pneuma)! N√£o √© mesmo Te√≥filo... N√£o √©, meu amigo?
Voltaremos a falar depois sobre Enoch, personagem muito importante, que o livro de Judas (n√£o o Iscariotes) cita, inclusive com alus√Ķes ao terceiro Livro de Enoch, que segundo muitos pais da Igreja, como Or√≠genes, deveriam estar no Cannon B√≠blico, mas n√£o est√£o por que os Judeus Ortodoxos, pais da Torah, o baniram pois continha profecias que os deixavam incomodados com sua exatid√£o sobre a vida do √ļnico e verdadeiro Cristo, Yeshua, o unig√™nito Filho de Deus.
O juda√≠smo rejeita a cren√ßa de que Jesus seja o Messias aguardado, argumentando que n√£o corresponde √†s profecias messi√Ęnicas do Tanach, justamente por que mutilaram a Torah retirando o referido livro.
Quero deixar claro que n√£o sou anti-semita muito pelo contr√°rio. Oro pelo povo judeu, pelas suas afli√ß√Ķes, mas sei que muito do que acontece no mundo (coisas boas e ruins) tem algum dedinho judaico. Em algum lugar est√° escrito que este povo ser√° como pedra no sapato das na√ß√Ķes. E em outro s√≠tio diz que todas as fam√≠lias ser√£o aben√ßoadas pelos filhos de Abra√£o. Mas √© certo que de fato comandam toda m√≠dia ou pelo menos boa parte da mundial, mas com certeza da ocidental. Principalmente Hollywood. Preste aten√ß√£o e ver√°s que falo a verdade!
Quero tamb√©m dizer que nada escapa a vontade de Deus. E este o permitiu, pois vivemos no tempo da gra√ßa, mas quando chegar o tempo dos Judeus estes acordar√£o para a besteira que fizeram, qu√£o vergonhoso ser√° reconhecer que eles, enganados e iludidos, favoreceram o ‚ÄúAbomin√°vel da Desola√ß√£o‚ÄĚ, por sua grande teimosia em n√£o aceitar o Verbo Tabernaculado, Jesus de Nazar√©. Sempre h√° um prop√≥sito oculto nas a√ß√Ķes do Eterno. Principalmente na progress√£o do desvelo da verdade sobre o que e como se dar√° o desfecho de tudo. E o livro de Enoch ter√° import√Ęncia √≠mpar neste processo.
Continuando... Posso dizer, ainda que grosseiramente, que Kair√≥s √© um lugar na mente de Deus, mais ou menos, como a imagina√ß√£o humana, por√©m com realismo e detalhe maior que nosso mundo. Kairos √© Deus descobrindo Deus e brincando de esconde-esconde com seu Filho e envolvendo e sendo envolvido pelo Esp√≠rito Santo. √Č como uma fam√≠lia, em seus momentos mais √≠ntimos.
Bom... Para facilitar diremos que a primeira cria√ß√£o de Deus foi Deus. √Č como acontece no sistema de Boot de um PC. Deus cria Deus, ou melhor gera Deus. Deus na pessoa do Pai, cria o Filho, o Verbo. A BIOS de seu PC, ainda √© seu computador, por√©m ela √© o que d√° o arranque em todo sistema computacional.
Por um prisma a vida pode ser vista como relacionamento. E não há relacionamento na Unidade Absoluta. Isso por que, relacionamento se expressa por pelo menos duas entidades. Deus só se relaciona com Deus em sua trindade. Entretanto, em Kairós, inicialmente só existia Deus UNO.
No princ√≠pio, havia o SER, o Verbo... Simples, compacto, total, denso e pontual. O ‚ÄúSER‚ÄĚ neste ponto est√° impessoal e no infinitivo. Como o espectro da luz branca que carrega em unidade todas as cores. N√£o h√° o Eu, ou qualquer outro pronome, muito menos tempo verbal e a√ß√£o. Apenas a exist√™ncia. Embora n√£o lhe faltasse cor alguma, faz parte da beleza de Deus compartilhar o que Ele tem...
√Č aqui que usar a linguagem, com suas limita√ß√Ķes, torna tudo mais complicado. Se necess√°rio releia esta parte. Vamos a ela...
N√£o havia nada, muito pelo contr√°rio, do nada, nada se tira. O nada nunca se aplica ao ser, por isto n√£o √©! O nada como figura de linguagem pode ai sim ser alguma coisa, mas isso agora n√£o vem ao caso. Nunca chegarei a um somando apenas zeros. Para o zero, o um √© infinitamente grande, pois nem mesmo com infinitos zeros, chegamos a um. Mas com uns e zeros eu percorro o infinito. O sistema de numera√ß√£o mais b√°sico √© composto de apenas dois n√ļmeros ou estados. Zero e Um. Ligado e Desligado. Vivo e Morto. Com estes dois d√≠gitos posso expressar infinitos n√ļmeros... Ou estados... Mas o zero, ainda que seja o menor n√ļmero expressando quantidade n√£o √© nada. Afinal o ‚Äú√©‚ÄĚ pode lhe ser aplicado, pois este √Č um n√ļmero.
Então o SER se esvaziou até morrer. A primeira morte é o vazio... Embora essa morte não seja a morte verdadeira... Algo como mergulhar num rio e voltar a superfície... Um batismo! Como um pai brinca com o filho com uma coberta fingindo e terminando com um put e se revelando.
As vezes esvaziar √© triste e angustiante. As vezes tr√°s al√≠vio e gozo... Uma Catarse. Como os franceses chamam ‚ÄúLa petit mort‚ÄĚ. A pequena morte. At√© Deus, apesar da dor de se esvaziar, sabia que o melhor √© serem dois do que um! Morreu pois sabia que vale a pena morrer para que outros possam viver... Afinal... E a morte de Deus gerou o Filho. E assim dois estados ou entidades e um relacionamento em Esp√≠rito Santo.
Inicialmente esse relacionamento se processa como uma adição, uma soma, se preferir use a palavra do Codex Aleppo ???? para definir este relacionamento.
E o Filho falou... EU SOU! E um sorriso no rosto de Deus apareceu em alegria com as primeiras palavras do Filho... Ou seriam Suas? O que importa é que ele o Amou! Sim o primeiro sentimento de um relacionamento. O Espírito que une o Ser em Santidade! Agora Deus estava completo... Pai, Filho e Espírito Santo em Deus... Em Amor!
√Č amigo, na trindade as vezes n√£o separamos quem √© quem. Deus sabe bem expressar a palavrinha dif√≠cil, que significa fundir, desfazer, coexistir e co-participar, aquela do Codex, que da uma confus√£o doida na mente... S√≥ posso dizer que a loucura de Deus √© mais s√°bia que a sabedoria humana... N√£o √© mesmo?
Quem nunca saboreou a cereja em cima do bolo fazendo um filho, não sabe o que é viver! A escritura afirma que o maior prazer aqui da terra é o menor dos que existem no céu! E deve ser mesmo, pois aqui cercados de pecados e de morte a expressão do amor, ainda que apenas erótico, é deveras agradável... Imagina como devem ser os relacionamentos no céu onde há pureza cristalina. Afinal o que temos aqui são apenas sombras, opacas como um espelho embaçado comparadas com o que há de vir!
Acho que estou ficando louco... Concorda?
Então continuando com essa sábia loucura... Deus, na Pessoa do Pai e Deus na Pessoa do Filho continuam um se entregando ao outro, enchendo e esvaziando, como um pulmão, renovando e purificando seu relacionamento, o Espírito de Sua Santidade que traz graça e sabor a vida, o Pneuma. Esse Amor, esse Espírito é o alimento da alma, da mente, de Deus, em Kairos, e também do nosso mais indissociável imo, o nosso EU SOU, o Arché citado no primeiro capítulo deste livro.
Quero deixar claro uma coisa. Deus √© amor, mas o Amor, n√£o √© Deus. O amor, √© o alimento, a fonte, o man√° celestial que d√° subst√Ęncia a mat√©ria, mesmo que esse n√£o a seja a mat√©ria em si. Como disse Paulo em sua carta a Hebreus, ‚Äú... entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus; de modo que o vis√≠vel foi feito do invis√≠vel.‚ÄĚ Em outras palavras, o que √© f√≠sico, em sua ess√™ncia, √© feito daquilo que n√£o est√° em Physis.
Seu fosse um cientista, e na verdade o sou, diria que a mat√©ria n√£o possui materialidade em si, mas o espa√ßo, o oceano de Higgs √© que lhe d√° materialidade, como sua massa e densidade. O √°tomo √© um imenso espa√ßo vazio, com pequen√≠ssimas part√≠culas, uma laranja no centro de um gigantesco campo de futebol. O universo, no frigir dos ovos, √© mais de 99,9999% de espa√ßo vazio. Afinal, no principio, o gr√£o de mostarda, √°tomo primordial, cabia na cabe√ßa de um alfinete, mas pesava mais que bilh√Ķes de sois.
Falando em BIOS, que anteriormente referida como o Sistema Básico de Entrada e Saída, quero também falar de Bios, como vida biológica. Qual a principal coisa que deve existir para que haja vida? Para responder isso vamos definir vida.
Vida, conforme aprendemos na escola, de um modo geral, precisa exibir todos os seguintes fen√īmenos pelo menos uma vez durante a sua exist√™ncia: Desenvolvimento: passagem por v√°rias etapas distintas e seq√ľenciais, que v√£o da concep√ß√£o √† morte. Crescimento: absor√ß√£o e reorganiza√ß√£o cumulativa de mat√©ria oriunda do meio; com excre√ß√£o dos excessos e dos produtos "indesejados". Movimento: em meio interno (din√Ęmica celular), acompanhada ou n√£o de locomo√ß√£o no ambiente. Reprodu√ß√£o: capacidade de gerar entidades semelhantes a si pr√≥pria. Resposta a est√≠mulos: capacidade de "sentir" e avaliar as propriedades do ambiente e de agir seletivamente em resposta √†s poss√≠veis mudan√ßas em tais condi√ß√Ķes. Evolu√ß√£o: capacidade das sucessivas gera√ß√Ķes transformarem-se gradualmente e de adaptarem-se ao meio.
***
Fim da mostra de meu primeiro livro... Podes reproduzir estes cap√≠tulos onde quiseres, mas lembre-se de citar o autor - Rodrigo Lima ‚Äď http://seguidoresdocaminhoeterno.blogspot.com.b)
***
Curioso para saber o final... Você já sabe... Mas ainda não lembra!!! Aguarde... Em breve numa livraria perto de você e na internet para baixar gratuitamente em MOBI, PDF e Epub... Espere, vai valer a pena... Enquanto isso, espalhe a mensagem!
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2017.02.21 18:25 OtherWisdom Magen David (Star of David) according to Encyclopaedia Judaica

Recently, I posted questions concerning that Star of David and have since found Encyclopaedia Judaica's article on it. Here it is in its entirety.
MAGEN DAVID (Heb. ◊ď÷ī◊ē ÷ł÷ľ◊ď ◊ü÷Ķ◊í ÷ł◊ě; ‚Äúshield of David‚ÄĚ), the hexagram or six-pointed star formed by two equilateral triangles which have the same center and are placed in opposite directions.
From as early as the Bronze Age it was used ‚Äď possibly as an ornament and possibly as a magical sign ‚Äď in many civilizations and in regions as far apart as Mesopotamia and Britain. Iron Age examples are known from India and from the Iberian peninsula prior to the Roman conquest. Occasionally it appears on Jewish artefacts, such as lamps and seals, but without having any special and recognizable significance. The oldest undisputed example is on a seal from the seventh century B. C.E. found in Sidon and belonging to one Joshua b. Asayahu. In the Second Temple period, the hexagram was oŇŅten used by Jews and non-Jews alike alongside the pentagram (the five-pointed star), and in the synagogue of Capernaum (second or third century C.E.) it is found side by side with the pentagram and the swastika on a frieze. There is no reason to assume that it was used for any purposes other than decorative. Theories interpreting it as a planetary sign of Saturn and connecting it with the holy stone in the pre-Davidic sanctuary in Jerusalem (Hildegard Lewy, in Archiv Orient√°ln√≠, vol. 18, 1950, 330‚Äď65) are purely speculative. Neither in the magical papyri nor in the oldest sources of Jewish *magic does the hexagram appear, but it began to figure as a magical sign from the early Middle Ages. Among Jewish emblems from Hellenistic times (discussed in E. Goodenough, Jewish Symbols in the Greco-Roman Period), both hexagram and pentagram are missing.
The ornamental use of the hexagram continued in the Middle Ages, especially in Muslim and Christian countries. The kings of Navarre used it on their seals (10th and 11th centuries) and (like the pentagram) it was frequently employed on notarial signs in Spain, France, Denmark, and Germany, by Christian and Jewish notaries alike. Sometimes drawn with slightly curved lines, it appears in early Byzantine and many medieval European churches, as, for example, on a stone from an early church in Tiberias (preserved in the Municipal Museum) and on the entrance to the Cathedrals of Burgos, Valencia, and Lerida. Examples are also found on objects used in the church, sometimes in a slanted position; as on the marble bishop‚Äôs throne (c. 1266) in the Cathedral of Anagni. Probably in imitation of church usage ‚Äď and certainly not as a specifically Jewish symbol ‚Äď the hexagram is found on some synagogues from the later Middle Ages, for example, in Hamelin (Germany, c. 1280) and Budweis (Bohemia, probably 14th century). In Arab sources the hexagram, along with other geometrical ornaments, was widely used under the designation ‚Äúseal of Solomon,‚ÄĚ a term which was also taken over by many Jewish groups. This name connects the hexagram with early Christian, possibly Judeo-Christian magic, such as the Greek magical work The Testament of Solomon. It is not clear in which period the hexagram was engraved on the seal or ring of Solomon, mentioned in the Talmud (Git. 68a‚Äďb) as a sign of his dominion over the demons, instead of the name of God, which originally appeared. However, this happened in Christian circles where Byzantine amulets of the sixth century already use the ‚Äúseal of Solomon‚ÄĚ as the name of the hexagram. In many medieval Hebrew manuscripts elaborate designs of the hexagram are to be found, without its being given any name. The origin of this use can be clearly traced to Bible manuscripts from Muslim countries (a specimen is shown in Gunzburg and Stassoff, L‚Äôornement h√®bra√Įque (1905), pl. 8, 15). From the 13th century onward it is found in Hebrew Bible manuscripts from Germany and Spain. Sometimes parts of the masorah are written in the form of a hexagram; sometimes it is simply used, in a more or less elaborate form, as an ornament. Richly adorned specimens from manuscripts in Oxford and Paris have been reproduced by C. Roth, Sefarad, 12, 1952, p. 356, pl. II, and in the catalog of the exhibition ‚ÄúSynagoga,‚ÄĚ Recklinghausen, 1960, pl. B. 4.
In Arabic magic the ‚Äúseal of Solomon‚ÄĚ was widely used, but at first its use in Jewish circles was restricted to relatively rare cases. Even then, the hexagram and pentagram were easily interchangeable and the name was applied to both figures. As a talisman, it was common in many of the magical versions of the mezuzah which were widespread between the tenth and 14th centuries. Frequently, the magical additions to the traditional text of the mezuzah contained samples of the hexagram, sometimes as many as 12. In magical Hebrew manuscripts of the later Middle Ages, the hexagram was used for certain amulets, among which one for putting out fires attained great popularity (see Heinrich Loewe, Juedischer Feuersegen, 1930).
The notion of a ‚Äúshield of David‚ÄĚ with magical powers was originally unconnected with the sign. It is difficult to say whether the notion arose in Islam, where the Koran sees David as the first to make protective arms, or from inner traditions of Jewish magic. From earlier times there is only one instance connecting the hexagram with the name David on a sixth-century tombstone from Taranto, southern Italy. There seems to have been some special reason for putting the hexagram before the name of the deceased. The oldest text mentioning a shield of David is contained in an explanation of a magical ‚Äúalphabet of the angel *Metatron‚ÄĚ which stems from the geonic period and was current among the *HŐ£asidei Ashkenaz of the 12th century. But here it was the holy Name of 72 names which was said to have been engraved on this protective shield, together with the name MKBY, which the tradition of the magicians connected with Judah Maccabee. In cognate sources this tradition was much embellished. The name of the angel TaŇŅtafiyyah, one of the names of Metatron, was added to the 72 holy names, and indeed an amulet in the form of a hexagram with this one name became one of the most widespread protective charms in many medieval and later manuscripts. (From c. 1500 onward the name Shaddai was oŇŅten substituted for the purely magical one.) This must have provided the transition to the use of the term ‚Äúmagen David‚ÄĚ for the sign. What caused the substitution of the figure instead of the ‚Äúgreat name of 72 names‚ÄĚ is not clear, but in the 16th century instructions can still be found stating that the shield of David should not be drawn in simple lines but must be composed of certain holy names and their combinations, aŇŅter the pattern of those biblical manuscripts where the lines were composed of the text of the masorah. The oldest known witness to the usage of the term is the kabbalistic Sefer ha-Gevul, written by a grandson of NahŐ£manides in the early 14th century. The hexagram occurs there twice, both times called ‚Äúmagen David‚ÄĚ and containing the same magical name as in the aforementioned amulet, demonstrating its direct connection with the magical tradition. According to other traditions, mentioned in Isaac Arama‚Äôs Akedat YizŐ£hŐ£ak, the emblem of David‚Äôs shield was not the image known by this name today, but Psalm 67 in the shape of the menorah. This became a widespread custom and the ‚Äúmenorah Psalm‚ÄĚ was considered a talisman of great power. A booklet from the 16th century says: ‚ÄúKing David used to bear this psalm inscribed, pictured, and engraved on his shield, in the shape of the menorah, when he went forth to battle, and he would meditate on its mystery and conquer.‚ÄĚ
Between 1300 and 1700 the two terms, shield of David and seal of Solomon, are used indiscriminately, predominantly in magical texts, but slowly the former gained ascendancy. It was also used, from 1492, as a printers‚Äô sign, especially in books printed in Prague in the first half of the 16th century and in the books printed by the Foa family in Italy and Holland, who incorporated it in their coat of arms. Several Italian Jewish families followed their example between 1660 and 1770. All these usages had as yet no general Jewish connotation. The official use of the shield of David can be traced to Prague, from where it spread in the 17th and 18th centuries through Moravia and Austria and later to southern Germany and Holland. In 1354, Charles IV granted the Prague community the privilege of bearing its own flag ‚Äď later called in documents ‚ÄúKing David‚Äôs flag‚ÄĚ ‚Äď on which the hexagram was depicted. It therefore became an official emblem, probably chosen because of its significance as a symbol of the days of old when King David, as it were, wore it on his shield. This explains its wide use in Prague, in synagogues, on the official seal of the community, on printed books, and on other objects. Here it was always called magen David. Its use on the tombstone (1613) of David Gans, the astronomer and historian, was still exceptional, obviously in reference to the title of his last work Magen David. Except for one tombstone in Bordeaux (c. 1726), no other example of its being used on tombstones is known before the end of the 18th century. A curious parallel to the development in Prague is the one case of a representation of the Synagogue as an allegorical figure, holding a flag bearing the magen David in a 14th-century Catalan manuscript of the Breviar d‚Äôamor by Matfre d‚ÄôErmengaud (Ms. of Yates Thompson 31 in the British Museum).
The symbol early moved to other communities. Its use in Budweis has been mentioned above, and the Vienna community used it on its seal in 1655. In the following year it is found on a stone marking the boundary between the Jewish and the Christian quarters of Vienna (according to P. Diamant) or between the Jewish quarter and the Carmelite monastery (according to Max Grunwald). Apparently it was an officially recognized symbol. When the Viennese Jews were expelled in 1670 they took the symbol to many of their new habitats, especially in Moravia, but also to the Ashkenazi community of Amsterdam, where it was used from 1671, first on a medallion permitting entrance to the graveyard. Later it became part of the community’s seal. Curiously enough, its migration eastward was much slower. It never occurs on official seals, but here and there during the 17th and 18th centuries it appears as an ornament on objects for use in synagogues and on wood carvings over the Torah shrine (first in Volpa, near Grodno, 1643).
The use of the hexagram as an alchemical symbol denoting the harmony between the antagonistic elements of water and fire became current in the later 17th century, but this had no influence in Jewish circles. Many alchemists, too, began calling it the shield of David (traceable since 1724). But another symbolism sprang up in kabbalistic circles, where the ‚Äúshield of David‚ÄĚ became the ‚Äúshield of the son of David,‚ÄĚ the Messiah. Whether this usage was current in Orthodox circles too is not certain, though not impossible. The two kabbalists who testify to it, Isaiah the son of Joel Ba‚Äôal Shem (Jacob Emden, Torat ha-Kena‚Äôot, p. 128) and Abraham HŐ£ayyim Kohen from Nikolsburg, combine the two interpretations. But there is no doubt that this messianic interpretation of the sign was current among the followers of *Shabbetai ZŐ£evi. The famous amulets given by Jonathan *Eybeschuetz in Metz and Hamburg, which have no convincing interpretation other than a Shabbatean one, have throughout a shield of David designated as ‚Äúseal of MBD‚ÄĚ (Messiah b. David), ‚Äúseal of the God of Israel,‚ÄĚ etc. The shield of David was transformed into a secret symbol of the Shabbatean vision of redemption, although this interpretation remained an esoteric one, not to be published.
The prime motive behind the wide diffusion of the sign in the 19th century was the desire to imitate Christianity. The Jews looked for a striking and simple sign which would ‚Äúsymbolize‚ÄĚ Judaism in the same way as the cross symbolizes Christianity. This led to the ascendancy of the magen David in official use, on ritual objects and in many other ways. From central and Western Europe it made its way to Eastern Europe and to Oriental Jewry. Almost every synagogue bore it; innumerable communities, and private and charitable organizations stamped it on their seals and letterheads. Whereas during the 18th century its use on ritual objects was still very restricted ‚Äď a good specimen is a plate for mazŐ£zŐ£ot (1770), reproduced on the title page of Monumenta Judaica, catalog of a Jewish exposition in Cologne, 1963 ‚Äď it now became most popular. By 1799 it had already appeared as a specific Jewish sign in a satirical antisemitic engraving (A. Rubens, Jewish Iconography, no. 1611); in 1822 it was used on the Rothschild family coat of arms when they were raised to the nobility by the Austrian emperor; and from 1840 Heinrich Heine signed his correspondence from Paris in the Augsburger Allgemeine Zeitung with a magen David instead of his name, a remarkable indication of his Jewish identification in spite of his conversion. From such general use it was taken over by the Zionist movement. The very first issue of Die Welt, Herzl‚Äôs Zionist journal, bore it as its emblem. The magen David became the symbol of new hopes and a new future for the Jewish people, and Franz Rosenzweig also interpreted it in Der Stern der Erloesung (1921) as summing up his philosophical ideas about the meaning of Judaism and the relationships between God, men, and the world. When the Nazis used it as a badge of shame which was to accompany millions on their way to death it took on a new dimension of depth, uniting suffering and hope. While the State of Israel, in its search for Jewish authenticity, chose as its emblem the menorah, a much older Jewish symbol, the magen David was maintained on the national (formerly Zionist) flag, and is widely used in Jewish life.
Bibliography: G. Scholem, in: The Messianic Idea in Judaism and Other Essays (1971); J. Leite de Vasconcellos, Signum Salomonis (Portuguese, 1918); Mayer, Art, index S.V. Magen David; M. Avi-Yonah, in: Quarterly of the Department of Antiquities in Palestine, vol. 14, pp. 64‚Äď65, pl. 23; P. Diamont, in: Reshumot, 5 (1953), 93‚Äď103; I. Feivelson, in: Ha-Levanon, Me‚Äôassef Sifruti (Warsaw, 1912), 53‚Äď56; Goodenough, Symbols, 7 (1958), 198‚Äď200; J.L. Gordon, Iggerot J.L. Gordon, 2 (1894), 36‚Äď37; M. Grunwald, in: HJ, 9 (1947), 178‚Äď88; J.M. Mill√°s Vallicrosa, in: Sefarad, 17 (1957), 375‚Äď8; T. Nussenblatt, in: YIVO-Bleter, 13 (1938), 460‚Äď76, no. 583‚Äď4; P. Perdrizet, in: Revue des Etudes Grecques, 16 (1903), 42‚Äď61; E. Peterson, Heis Theos (Goettingen, 1926), 121; J. Reifman, in: Ha-ShahŐ£ar, 2 (1872), 435‚Äď7; C. Roth, in: Scritti in Memoria di Leone Carpi (1967), 165‚Äď84; A. Scheiber in: Israelitisches Wochenblatt fuer die Schweiz, 66, no. 3 (Jan. 21, 1966), 33‚Äď35; B. Vajda, in: Mitteilungen zur juedischen Volkskunde (1918), 33‚Äď42; Wolf, Bibliotheca, 3 (1727), 997, 1214. [Gershom Scholem]
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2016.12.08 12:31 Dadimel_Presentes CAMPANHA "LENDO DE CARREIRINHA O NOVO TESTAMENTO". Lendo o Novo Testamento Em Sequencia Todo Dia.

Boa quinta-feira pra todos nós! Em nossa reflexão de hoje, vamos ver em aos Hebreus, que o sacerdócio de Cristo perante Deus Pai é muito superior aos paramentos de uma religião que desde quando o véu do templo rasgou-se de alto a baixo por ocasião da crucificação do Cristo, tornou-se superada e vencida. Hoje nós os que cremos em Jesus Cristo como Criador do Universo e Senhor de nossas vidas, vivemos numa Nova Aliança! Leia a seguir:
08/12 - REFLEX√ÉO DE HOJE PARA INCENTIVO NA CARTA AOS HEBREUS: ‚ÄĚSe fosse poss√≠vel alcan√ßar a perfei√ß√£o por meio do sacerd√≥cio lev√≠tico (pois em sua vig√™ncia o povo recebeu a lei), por que haveria ainda necessidade de se levantar outro sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque e n√£o de Ar√£o? Pois quando h√° mudan√ßa de sacerd√≥cio, √© necess√°rio que haja mudan√ßa de lei. Ora, aquele de quem se dizem estas coisas pertencia a outra tribo, da qual ningu√©m jamais havia servido diante do altar, pois √© evidente que o nosso Senhor descende de Jud√°, tribo da qual Mois√©s nada fala quanto a sacerd√≥cio. O que acabamos de dizer fica ainda mais claro, quando aparece outro sacerdote semelhante a Melquisedeque, algu√©m que se tornou sacerdote, n√£o por regras relativas √† linhagem, mas segundo o poder de uma vida indestrut√≠vel. Pois sobre ele √© afirmado:‚ÄôTu √©s sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque‚Äô.‚ÄĚ(Hebreus 7.11-17).
O papel de sumo sacerdote de Jesus era superior ao de qualquer sacerdote descendente da tribo judaica de Levi, pois o Messias era um sacerdote de uma ordem superior, de acordo com o Salmo 110.4. Se os sacerdotes judeus e suas leis fossem capazes de salvar pessoas, Deus não precisaria enviar Cristo como sumo-sacerdote. Mas Ele O enviou. Os sacrifícios animais prescritos na Lei dos levíticos deveriam ser executados continuamente e ofereciam apenas um perdão temporário. O sacrifício de Cristo foi oferecido apenas uma vez e ofereceu perdão total e permanente.
Sob a atual Nova Aliança, o papel permanente de Cristo como sumo-sacerdote substituiu o sacerdócio levítico temporário. Jesus não só era o novo Rei de Israel descendente do Rei Davi, mas era o cumprimento da Lei e dos Profetas e a conclusão do sacerdócio e do sistema de sacrifícios.
Por Cristo ter feito tudo isso, temos al√≠vio dos jugos pesados criados por nossos pecados. √Č por isso que esse jugo √© f√°cil de carregar e seu fardo √© leve. Somos verdadeiramente livres para viver em f√©, que se expressa em amor, conforme G√°latas 5.1 e 6. Portanto, respire e aproveite a sua liberdade em Cristo!
(Bíblia de Estudo Leitura Diária)

NovoTestamento #Biblia #JesusCristo #EvangelhodeCristo #SemBarganhasComDeus #Cristo√ČoCentroDaVerdadeÔĽŅ

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2016.06.04 13:48 ShaunaDorothy El culto a la virgen María (Junio de 2012)

https://archive.is/9MVFQ
Espartaco No. 35 Junio de 2012
De los archivos de Women and Revolution
El culto a la virgen María
(Mujer y Revolución)
El siguiente art√≠culo ha sido traducido de Women and Revolution No. 15, verano de 1977, y es una rese√Īa del libro Alone of All Her Sex: The Myth and the Cult of the Virgin Mary (Apartada de todo su sexo: El mito y el culto a la virgen Mar√≠a) de Marina Warner (Nueva York: Alfred A. Knopf, 1976). En su brevedad, el art√≠culo proporciona una excelente exposici√≥n de la actitud de los marxistas revolucionarios ante la religi√≥n, as√≠ como una explicaci√≥n materialista del origen y funci√≥n social de √©sta. A pesar de haber sido escrito hace ya 35 a√Īos, no es dif√≠cil extrapolar de la situaci√≥n que describe a la actual. En EE.UU., la pol√≠tica burguesa ha estado crecientemente saturada de oscurantismo religioso, y el tema del art√≠culo no podr√≠a ser m√°s apropiado para M√©xico, donde el culto a la virgen de Guadalupe es el elemento central sobre el cual convergen la ideolog√≠a nacionalista burguesa y la abrumadora religiosidad cat√≥lica, apuntalada a un nivel fervoroso por la reciente visita del papa Ratzinger. Confiamos en que nuestros lectores encontrar√°n en este art√≠culo no s√≥lo una bocanada de aire fresco, sino tambi√©n un mejor entendimiento de la naturaleza de la trinidad de la opresi√≥n capitalista: el estado, la religi√≥n organizada y la instituci√≥n de la familia, principal fuente de opresi√≥n de la mujer en la sociedad dividida en clases.
Susan Adrian, fallecida en 2001, fue una dirigente de la LCI y una excelente maestra, entrenadora y propagandista del trotskismo. Para conocer m√°s de ella, referimos a nuestros lectores al obituario publicado en Spartacist (Edici√≥n en espa√Īol) No. 31, agosto de 2001, y especialmente a Prometheus Research Series No. 6, ‚ÄúSelected Speeches and Writings in Honor of Three Women Leaders of the International Communist League (Fourth Internationalist)‚ÄĚ (Discursos y escritos escogidos en honor a tres mujeres dirigentes de la Liga Comunista Internacional [Cuartainternacionalista]), marzo de 2007.
Los marxistas vemos en la religi√≥n contempor√°nea ‚ÄĒen la que el miedo y la degradaci√≥n conforman una liturgia que vuelve a los creyentes est√ļpidos e impotentes ante la divinidad de sus opresores‚ÄĒ algo odioso. Entendemos, sin embargo, que lo que sostiene la filiaci√≥n religiosa en la era cient√≠fica no es tanto la convicci√≥n intelectual como la opresi√≥n social. As√≠ pues, si bien el esp√≠ritu anticlerical que animaba el vivo deseo de Voltaire de ‚Äúahorcar al √ļltimo rey...con las tripas del √ļltimo cura‚ÄĚ puede ser sincero e incluso justificado, semejante ‚Äúguerra contra dios‚ÄĚ no trasciende el idealismo peque√Īoburgu√©s. La religi√≥n desaparecer√° s√≥lo cuando haya sido destruida la sociedad que la hace necesaria.
Las revoluciones burguesas establecieron el principio de la separaci√≥n entre la iglesia y el estado, pero, como se√Īal√≥ Marx, esto no produjo la libertad respecto de la religi√≥n. Tampoco el declive de la vitalidad de la religi√≥n organizada ha eliminado el sentimiento religioso.
Si bien en Estados Unidos nunca ha existido una religi√≥n de estado, la vinculaci√≥n del prejuicio religioso con los movimientos nativistas de derecha es bien conocida, y el patriotismo, la religiosidad y la prosperidad han constituido a trav√©s del tiempo la trinidad de la pol√≠tica imperial estadounidense. Hoy entre 30 y 40 millones de estadounidenses se consideran a s√≠ mismos ‚Äúcristianos renacidos‚ÄĚ, para no hablar de las sectas m√°s tradicionales ni mucho menos del miserable misticismo que sirve de basurero para los despojos de la Nueva Izquierda que a√ļn buscan adquirir la liberaci√≥n personal a bajo costo.
El tono mojigato de la √ļltima campa√Īa presidencial, y el hecho de que el sant√≠simo Jimmy Carter (quien dice consultar las decisiones importantes con su hermana curandera) se alzara con la victoria, apuntan no tanto a un resurgimiento religioso serio como a la pasividad desesperante que se cierne sobre la clase obrera estadounidense. Una muestra de la relaci√≥n que guarda la conversi√≥n religiosa con la derrota pol√≠tica es el crecimiento de la secta de los Musulmanes Negros, que lucra con la desesperanza y el cinismo que se apoderaron de los negros tras los fracasos pol√≠ticos y la destrucci√≥n f√≠sica del movimiento negro de los a√Īos sesenta.
No es sorprendente que las mujeres sean con frecuencia las devotas m√°s fervientes de la religi√≥n. Aisladas de la producci√≥n y lucha sociales dentro de los sofocantes confines de la familia, las mujeres han sido en general las principales v√≠ctimas de los ‚Äúgendarmes en sotana‚ÄĚ y tambi√©n sus m√°s confiables instrumentos.
El mito de la virgen madre de dios
El libro de Marina Warner, Alone of All Her Sex, intenta explorar el mito religioso que m√°s expl√≠citamente se ha dirigido a moldear y deformar la conciencia femenina: el mito de la madre virgen de dios. Los rituales y complejidades de la teolog√≠a cat√≥lica son m√°s comunes y mejor conocidos en Europa y los pa√≠ses latinos que en EE.UU., pero esa imagen en particular ciertamente est√° relacionada con estereotipos y modelos m√°s generales de ‚Äúla mujer ideal‚ÄĚ.
¬°Y vaya que ha sido un mito poderoso! Dante y Botticelli encontraron inspiraci√≥n en √©l; las agujas y campanarios de Notre Dame y Chartres se edificaron supuestamente para celebrarlo; e incluso Isabel I de Inglaterra ‚ÄĒque no era de las que dejan que los escr√ļpulos religiosos interfieran con los asuntos de estado‚ÄĒ se permiti√≥ envolverse en la imaginer√≠a de la ‚ÄúReina Virgen‚ÄĚ.
Desde luego, el mito del dios/redentor nacido de una virgen no es exclusivo del cristianismo, sino que tiene ra√≠ces en las leyendas antiguas. El poema de William Butler Yeats, ‚ÄúLeda y el cisne‚ÄĚ (1923) revive el encuentro m√≠tico entre el dios Zeus y la mortal Leda:
‚ÄúUn golpe s√ļbito: bate las alas sobre la chica hasta sentir sus muslos bajo las patas, y le muerde el cuello hasta que el seno inerme es ya su seno.
¬ŅC√≥mo zafarse en su terror la mano de la emplumada gloria entre los muslos? ¬ŅY c√≥mo el cuerpo asido en blanco j√ļbilo puede ignorar el coraz√≥n ajeno?
Temblor del espinazo que concibe el muro profanado y el saqueo, la muerte del Atrida. Bajo el trance, y sometida por la sangre et√©rea, ¬Ņsum√≥ la chica ciencia a ese poder que abr√≠a ya su pico indiferente?‚ÄĚ
Al describir el modo en que el culto a la madre virgen se extendi√≥ por Europa Occidental, Warner intenta explorar lo que plantea como una paradoja: ‚Äúel que, en la celebraci√≥n misma de la mujer humana perfecta, tanto lo humano como lo femenino sean sutilmente denigrados‚ÄĚ. Unas 300 p√°ginas despu√©s, presenta la siguiente hip√≥tesis concluyente:
‚ÄúLa virgen Mar√≠a no es el arquetipo innato de la naturaleza femenina, el sue√Īo encarnado; es un instrumento de la discusi√≥n din√°mica de parte de la Iglesia Cat√≥lica respecto a la estructura de la sociedad, presentado como un c√≥digo de inspiraci√≥n divina. Esta discusi√≥n cambia, seg√ļn las contingencias...
‚ÄúGracias a su flexibilidad y su ma√Īa, la Iglesia Cat√≥lica puede lograr adaptarla a las nuevas circunstancias de igualdad sexual, pero lo m√°s probable es que la Virgen se convierta en leyenda‚Ķ La leyenda de la virgen perdurar√° en todo su esplendor y lirismo, pero se habr√° vaciado de contenido moral y por lo tanto habr√° perdido los poderes reales que actualmente tiene para curar y para da√Īar‚ÄĚ.
Sin embargo, lo que da√Īa no es el mito, sino la realidad que √©ste mistifica, y no es mediante la renovaci√≥n del mito como se va a ‚Äúcurar‚ÄĚ a la mujer de su opresi√≥n. Marx y Engels citaron favorablemente el lema que encabezaba el semanario del republicano franc√©s Loustalot:
‚ÄúLos grandes nos parecen grandes s√≥lo porque estamos de rodillas. ¬°Pong√°monos de pie!‚ÄĚ
Sin embargo, a√Īadieron: ‚ÄúPero para ponerse de pie no basta con levantarse mentalmente, y dejar que sobre la cabeza real y sensible penda el yugo real y sensible, que no podemos destruir por arte de magia a fuerza de ideas‚ÄĚ.
Fundamentos del cristianismo
El cristianismo comenz√≥ como la ideolog√≠a de las masas jud√≠as pobres bajo el Imperio Romano. Dado que las relaciones econ√≥micas no permit√≠an que la riqueza se multiplicara mediante el desarrollo de las fuerzas productivas, la √ļnica manera en que las clases poseedoras de Roma pod√≠an sostener su riqueza era mediante el continuo y siempre expansivo saqueo de las √°reas conquistadas. El costo extremadamente bajo del trabajo esclavo que se obten√≠a de ese modo era lo √ļnico que hac√≠a que las empresas a gran escala (generalmente agrarias y a veces mineras) fueran relativamente rentables en comparaci√≥n con las de los peque√Īos campesinos. La riqueza acumulada a trav√©s del saqueo se destinaba b√°sicamente al consumo, a la b√ļsqueda de diversiones.
La causa fundamental de la decadencia del Imperio Romano fue la contradicción, inherente al creciente dispendio de las clases poseedoras, entre el aumento del valor excedente, por un lado, y el carácter estático del modo de producción, por el otro. Y es también en esta contradicción donde deben buscarse las raíces del cristianismo primitivo. Abraham Leon escribió:
‚ÄúPero aunque sea evidente que la mayor√≠a de los jud√≠os desempe√Īa un papel comercial en el imperio romano, no debe creerse por ello que todos sean ricos comerciantes o empresarios; por el contrario, la mayor√≠a de los jud√≠os se compone realmente de personas de humilde condici√≥n, de las que una parte obtiene sus medios de vida, directa o indirectamente, del comercio: buhoneros, descargadores, artesanos, etc.... Esta multitud humilde es la primera a quien golpea la decadencia del imperio romano y la que m√°s sufre por las exacciones. Concentrada en grandes masas en las ciudades, posee mayor capacidad de resistencia que los campesinos dispersos por la campi√Īa; tambi√©n es mucho m√°s consciente de sus intereses.
‚ÄúEn las capas pobres de las grandes ciudades de la Di√°spora es donde se expande el cristianismo... En la medida en que a las insurrecciones jud√≠as siguen insurrecciones de capas populares no judaicas, la religi√≥n comunista jud√≠a se extiende r√°pidamente entre las multitudes paganas‚ÄĚ.
Como ideolog√≠a de protesta por parte de los despose√≠dos y los indefensos, el cristianismo encarn√≥ un vehemente sentimiento antiplutocr√°tico. En el evangelio seg√ļn Lucas, por ejemplo, se lee:
‚ÄúBienaventurados los pobres, porque vuestro es el Reino de Dios. Bienaventurados los que ten√©is hambre ahora, porque ser√©is saciados‚Ķ Pero ¬°ay de vosotros, los ricos!, porque hab√©is recibido vuestro consuelo. ¬°Ay de vosotros, los que ahora est√°is hartos!, porque tendr√©is hambre‚ÄĚ.
La epístola de Santiago es igualmente explícita:
‚Äú¬°Vamos ahora, oh ricos! Llorad y aullad por las miserias que os esperan... Vuestro oro y plata est√°n enmohecidos; y su moho testificar√° contra vosotros, y devorar√° del todo vuestras carnes como fuego‚ÄĚ.
El ‚Äúcomunismo‚ÄĚ del cristianismo primitivo no se basaba, ni pod√≠a basarse, en la comunalizaci√≥n de la capacidad productiva de la sociedad, sino en la comunalizaci√≥n del consumo: ‚Äúcomunismo por medio del saqueo al opulento‚ÄĚ, como dec√≠a Karl Kautsky. Pero, conforme el cristianismo se extendi√≥, sus l√≠deres se esforzaron por mellar su filo antiplutocr√°tico.
El proceso por el cual pas√≥ la iglesia no se debi√≥ fundamentalmente a la codicia y la ambici√≥n personal de sus funcionarios; no fue simplemente una herramienta para enga√Īar y despojar a las masas. El cristianismo se volvi√≥ la religi√≥n oficial del Imperio Romano bajo Constantino, al mismo tiempo en que la decadencia del imperio, basada en el parasitismo y el bandolerismo, llevaba a las reformas de Diocleciano y Constantino, las cuales intentaron apoyarlo en una econom√≠a natural. Como religi√≥n de la clase de los grandes propietarios en el origen de la econom√≠a feudal europea, el fuego antiplutocr√°tico que el cristianismo ten√≠a originalmente qued√≥ reservado a los mercaderes y usureros.
Secularización y celibato
Warner plantea un v√≠nculo interesante entre la creciente riqueza de la iglesia y su santificaci√≥n del celibato (las escrituras mismas no mencionan jam√°s la ‚Äúinmaculada concepci√≥n‚ÄĚ y plantean muchas dudas sobre la virginidad de Mar√≠a). Bajo la ley romana, una mujer ten√≠a derecho a heredar riqueza y disponer de ella de manera independiente a partir de cierta edad. Entre las familias romanas, era com√ļn criar a los hijos varones en la vieja religi√≥n y a las hijas en la nueva; adem√°s, en la √©poca de la decadencia romana sol√≠a ocurrir que las familias se extinguieran por la l√≠nea masculina. As√≠, la vocaci√≥n del celibato (que implicaba no tener herederos) para las cristianas v√≠rgenes y viudas sin hijos resultaba de lo m√°s rentable para la iglesia. Fue pues, seg√ļn Warner, como parte del creciente poder secular de la iglesia que el culto a la virgen alcanz√≥ prominencia por primera vez.
Agustín, que vivió en el siglo V, trazó una conexión explícita y literal entre el acto sexual y el pecado original: Cristo nació de una virgen porque sólo así pudo evitar contaminarse del pecado original. La percepción de la virginidad como un estado inherentemente santo y la identificación de la pureza espiritual con la abstinencia sexual siguen dominando la doctrina de la iglesia hasta la fecha.
La imagen de la madre de dios ‚ÄĒpr√°cticamente ignorada durante los primeros cuatro siglos del cristianismo‚ÄĒ no era la humilde y sumisa chica de la anunciaci√≥n, sino la triunfante reina del cielo, una imagen que tambi√©n serv√≠a para simbolizar la ventaja de la iglesia sobre otros gobernantes temporales a lo largo de Europa y el imperio Bizantino. Esta imagen de Mar√≠a como reina del cielo se mantuvo esencialmente inalterada, excepto quiz√° por la creciente opulencia de su indumentaria, por muchos siglos, prest√°ndole la autoridad de la sanci√≥n divina al concepto de monarqu√≠a.
Parte del tributo econ√≥mico considerado digno de una reina ‚ÄĒy la separaci√≥n entre lo temporal y lo divino fue convenientemente oscurecida‚ÄĒ puede verse en la extraordinaria ola de adulaci√≥n que fue el pretexto para la construcci√≥n de 80 catedrales en Francia en un solo siglo.
La ley feudal francesa de los siglos XII y XIII permitía que las mujeres poseyeran rangos y propiedades por derecho propio; y en una sociedad donde la adquisición de tierra era una necesidad constante y urgente, las herederas podían llegar a tener un inmenso poder: Leonor de Aquitania (1122-1204) es la más célebre de ellas. Pero la consolidación de Francia y otros territorios como estados-nación entró en conflicto con las tendencias centrífugas de los patrones feudales de herencia. Con el tiempo, las mujeres perdieron muchos de los derechos económicos de los que habían gozado.
Parte de la batalla por la consolidaci√≥n nacional de Francia se libr√≥ como una guerra santa por parte del papa y los se√Īores feudales del norte de Francia por subyugar el sur, campo de cultivo de la popular herej√≠a c√°tara. √Čsta, una forma asc√©tica del manique√≠smo, permit√≠a la entrada de la mujer al clero y sosten√≠a que el sexo casual y la sodom√≠a eran menos reprensibles que el matrimonio, el cual hab√≠a poblado el pestilente universo. El sur de Francia tambi√©n era la patria de la poes√≠a provenzal de los trovadores, que exaltaba el amor ad√ļltero. Por ende, desde muchos puntos de vista, tanto los herejes como los trovadores eran anatema para la iglesia y para la dinast√≠a de los Capeto en el norte. Las batallas que se libraron en el sur a partir del siglo XIII acabaron con medio mill√≥n de personas.
Fue la generaci√≥n de la nieta de Leonor de Aquitania, Blanca de Castilla, la que, alentada por la iglesia y el estado, empez√≥ a enfocar su ardor en Mar√≠a como virgen. Esta ‚Äúnueva‚ÄĚ Mar√≠a asumi√≥ gran parte del car√°cter y la funci√≥n del personaje original de la poes√≠a provenzal, pero sin la celebraci√≥n del hedonismo y la permisibilidad. Todav√≠a se le reconoc√≠a como una reina poderosa, pero solamente, seg√ļn se enfatizaba, por gracia de su hijo, y no por derecho propio. Se le retrataba como la encarnaci√≥n de la hermosura y el ardor divino, pero sobre todo, de la castidad.
Como se√Īala Warner, el estatus especial que obtuvo la madre virgen de dios ten√≠a como reverso el igualmente especial desprecio a la mujer ordinaria, no virginal, que se consideraba, como Eva, la ‚Äúoportunidad del pecado‚ÄĚ, una tentadora que distra√≠a al hombre de dios para conducirlo a una perdici√≥n eterna.
Recoger las flores de la vida
El libro de Warner es una mezcla frecuentemente desenfocada de investigación histórica y sociológica con nostalgia y autoanálisis. Y es franca respecto a su ambivalencia:
‚ÄúNo puedo entrar en una iglesia sin que me duela toda la seguridad y belleza de la salvaci√≥n a la que renunci√©. Recuerdo cuando visit√© Notre Dame en Par√≠s y, de pie en medio de la nave, comenc√© a llorar de rabia por ese viejo amor y su perdurable capacidad de conmoverme‚ÄĚ.
No habiendo saldado satisfactoriamente las cuentas de su propia experiencia con el oscurantismo religioso, Warner explica el dominio de la iglesia sobre los creyentes en términos meramente sicológicos e ideológicos.
Ciertamente hay que reconocerle a la iglesia el ‚Äúgenio...con que se adue√Īa de la psique de sus fieles‚ÄĚ, como dice la rese√Īa del Village Voice. De hecho, en los pa√≠ses donde la iglesia cat√≥lica ha sido una influencia cultural y pol√≠tica dominante, ha lesionado y distorsionado hasta tal punto la psique de las masas, que incluso los manifestantes pol√≠ticamente motivados han ca√≠do en org√≠as de anticlericalismo torcido. Por ejemplo, en 1909, cuando el gobierno espa√Īol intent√≥ movilizar a los reservistas para defender sus colonias marroqu√≠es, la poblaci√≥n respondi√≥ con una huelga general y una fren√©tica protesta de cinco d√≠as que incluy√≥ el desenterrar cad√°veres de monjas y el bailar con ellos por las calles.
Al mismo tiempo, hist√≥ricamente la iglesia ha impuesto la manipulaci√≥n sicol√≥gica mediante una coerci√≥n altamente efectiva, tanto f√≠sica como social. Cuando, en los primeros seis meses de la Guerra Civil Espa√Īola, los obreros y campesinos quemaron 160 iglesias hasta los cimientos, no s√≥lo estaban protestando contra la opresi√≥n sicol√≥gica, sino tambi√©n contra una poderosa instituci√≥n estatal fan√°ticamente comprometida con la preservaci√≥n de la monarqu√≠a y con la reacci√≥n.
Al final, Warner rechaza al eunuco femenino de la iglesia cat√≥lica, si bien con una extra√Īa ambivalencia feminista:
‚ÄúSi bien la Virgen Mar√≠a no puede ser un modelo para la Mujer Nueva, es mejor tener una diosa que no tenerla, pues el encorbatado mundo masculino de la religi√≥n protestante se parece demasiado a un club de caballeros en el que no se admiten damas salvo los d√≠as especiales‚ÄĚ.
Y así, al final, la cuestión de la mitología religiosa sigue consistiendo en la deprimente elección entre una fantasía perniciosa y una realidad yerma y estéril.
Los marxistas insistimos en que √©stas no son las √ļnicas alternativas. La cr√≠tica marxista de la religi√≥n desmitifica la fantas√≠a religiosa y demuestra que fue el hombre quien cre√≥ a los dioses y diosas, y no al rev√©s, pero no para que las masas trabajadoras se vean privadas del consuelo, por peque√Īo que sea, que esas fantas√≠as puedan aportar en un mundo cruel, sino para remplazar esas pobres ilusiones con una realidad mucho m√°s rica y satisfactoria. Marx lo expres√≥ con la mayor elocuencia:
“La miseria religiosa es, por una parte, la expresión de la miseria real, y por otra parte, la protesta contra la miseria real. La religión es el suspiro de la criatura agobiada por la desgracia, el alma de un mundo sin corazón, el espíritu de una época sin espíritu. Es el opio del pueblo.
“...Exigir que se renuncie a las ilusiones concernientes a nuestra propia situación, es exigir que se renuncie a una situación que necesita de ilusiones. La crítica de la religión es pues, en germen, la crítica de este valle de lágrimas, en el que la religión es una simple aureola.
‚ÄúLa cr√≠tica ha deshojado las flores imaginarias que cubr√≠an la cadena de la religi√≥n, no para hacerla prosaica y desoladora, sino para que el hombre las sacuda y recoja las flores de la vida‚ÄĚ.
http://www.icl-fi.org/espanol/eo/35/virginmary.html
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