Alma gêmea ou alma gêmea

Alma gêmea é o seguinte: você e um inimigo seu. Esse pode ser sua alma gêmea, se você tiver determinada afinidade, você e o seu filho, você e sua esposa, sim, também, mas você e aquele grande amigo, uma grande amiga etc. Em outras palavras, essa visão de alma gêmea pode existir por algum tempo, por um ciclo que as pessoas têm. Pokémon - Filme 07 - Alma Gêmea (Dublado) - 2005 - 720p. Alma Gêmea - Capítulo 003. Alma Gêmea - Capítulo 010. Alma Gêmea - Capítulo 006. Comentarios RedeCanais × Reporta este Vídeo × Especifique o problema. Cancel ... O tema da Alma Gêmea é recorrente em muitos estudos sobre o relacionamento de um casal. E essa dúvida atinge 90% das pessoas que perguntam como saber se estão com a pessoa especial e se um belo dia vão encontrá-la. De alguma maneira todos esperamos encontrar com ele ou ela. O assunto Almas Gêmeas é instigante. ALMA GÊMEA OU ALMA KÁRMICA? RELACIONAMENTO KÁRMICO . Uma relação Kármica não é sua alma gêmea, não importa o quanto você queira que seja. A cada relação que vivenciamos, frequências de padrões de outras vidas são acordadas e sem saber por que nos sentimos atraídos por determinada pessoa como um imã. Através de uma consulta esotérica clara e bem realizada, você consegue saber se já encontrou ou está perto ou longe de encontrar sua alma gêmea. Além de saber como agir para ter mais sucesso no seu relacionamento atual. Seja ele qual for. E claro encontrar sua alma gêmea se isso ainda não aconteceu. Se você deseja romper com a sua relação presente, isso é entre você e Deus. Pergunte a Deus se a sua relação pode (ou deve) ser salva e como; então decida pedir por uma nova alma gêmea. 10. Não peça por uma alma gêmea perfeita, porque essa pessoa pode ser perfeita demais para você. Melhor, peça pela sua alma gêmea mais ... 1. Uma alma gêmea completa uma lição em sua vida. Almas gêmeas podem entrar em sua vida mascaradas como amigos, familiares e parceiros românticos. Elas despertam uma paixão ou desejo que precisam ser aprendidos. Uma vez que a atribuição e orientação é concluída, a alma gêmea geralmente sai do foco, muitas vezes, deixando uma ... Alma gêmea é um termo utilizado para descrever quando uma pessoa foi feita para a outra. Ou seja, quando as pessoas se completam, assim se tornando uma só. Além disso, a alma gêmea prega que o ser humano foi feito para ser completado, necessitando de outra pessoa para que finalmente pudesse se sentir completo. Ou seja, se você acredita em alma gêmea desde cedo, provavelmente não vai mudar de opinião ao longo da vida. 'Essas teorias são profundamente embasadas. Aos 20 e 30 anos, nossas ... ALMA GÊMEA: A alma gêmea é um conceito um pouco mais complicado de explicar e entender, mas vou resumir brevemente. Imagine como se nossos quatros corpos inferiores fossem um boneco de ventríloquo, e os três corpos superiores fossem a pessoas que controla a gente através das cordinhas e nos dá todas as coordenadas.

Pensamentos suicidas todos os dias. Preciso de ajuda

2020.08.30 11:19 brunovhaze Pensamentos suicidas todos os dias. Preciso de ajuda

Antidepressivos me foderam hard. Acho que estou com PSSD, que é disfunção sexual pós antidepressivos. Mas não se trata só disso... Além dos sintomas sexuais (que sai BIZARROS e eu tenho vários: tô broxa, precoce, não tenho mais ereções noturnas, não sinto nem o toque lá embaixo) vem no pacote os problemas cognitivos e a COMPLETA falta de estímulos emocionais. Tem também a parte física, no caso estou ficando careca e perdendo massa muscular muito rápido, pelos ficando finos. E eu sempre fui um cara ativo no sexo e muito, muito emotivo, e com memória e cognição muito boas. Passei todos os anos da minha vida me apaixonando e nem isso consigo mais sentir, mesmo que aparecesse minha alma gêmea. Esses tempos apareceu uma gata que é exatamente eu versão feminina, e eu não senti 10% do que eu sentiria normalmente. Não pude corresponder e levei um ghosting fodido, uma coisa que eu sofreria muito no passado e me traria muita ansiedade. Também sem a mínima reação.
Não me sinto mais eu mesmo, e não quero ficar assim pra sempre. Tem gente que tá nessa há 10, 15, 20 ANOS. E eu estou há 23 dias sem a medicação e não sinto melhoria nenhuma. Estou completamente abalado, perdido e me sinto sem ajuda. Mesmo fazendo terapia, as sessões estão sendo inúteis, visto que nada mais nem me anima ou me aflige.
Estou só a casca de um humano. Um zumbi. Me assistindo fazer coisas automaticamente. Perdi o prazer vindo da coisa que eu mais amo na vida: música e sexo. De preferência ambos.
Além disso, perdi a capacidade total de sentir efeito de café, cigarro e álcool. Além de que os remédios (pra dor de cabeça por exemplo) não fazem mais efeito, igualmente.
Não consigo mais sentir sono, fome, nada. Tenho muita saudade de mim. Muita mesmo. Daria tudo pra me ter de volta, pra ter minha depressão e ansiedade alta comigo, afinal, criavam minha identidade e personalidade.
Eu penso em suicídio e planejo isso todos os dias, e não sinto absolutamente nada por isso. Estou desesperado e não sinto nada sobre também. Eu quero morrer. Não é possível viver pela metade. Tenho medo de esquecer quem um dia eu já fui. Malditos psiquiatras que dizem a mentira de cérebro desequilibrado. Nunca mais toco nessas porras, que me deixaram sequelado por conta de uma solução ridícula que não muda nada na vida. E pior: eu tomei a contragosto.
"Equilíbrio se move mas não se muda. Fragmentos e lamentos são o que compõem tudo aquilo que te fica e tudo aquilo que se vai. Pra só depois poder quem sabe passar a ser tudo que já fui, só não exatamente aquele outro que eu deixei pra traz. Aí fica a nóia de esquecer. Mudar e rearranjar, só pode ser. Tudo é arranjo, tudo é composição mesmo. É o jeito. Mutável só se for até equilibrar. Acaba tudo sendo antes de qualquer coisa, mútuo, e antes de mais nada, métrico. E o tempo é mestre, e o mestre mandou. Quer queira, quer não. Acontece. Parece viagem, ô se parece. Parceiro, te juro que é, bota fé? Diz ai. Só assim. Toma um passe. É passageiro. Bença. Confessa e desabafa. Sinta o que for, até acabar, até que despedace. Até que padeça contra a própria vontade. Só não me pergunte no que é que pode dar. De duas é sempre uma: vá cedo ou venha tarde"
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2020.08.22 06:15 Mikhail_elf Sou babaca por ter sido insensível com uma garota?

Olá Lubixco, editor, turma, gatas, porca e galinha matriarcas, possível convidado, papelões, Otto e chat!
Bem... Essa história aconteceu entre o começo das aulas presenciais e o fim das mesmas e é um tanto longa (eu acho), então vou resumir bem. Vamos lá.
Eu sempre tive extrema dificuldade com emoções em geral, seja pra senti-las eu mesmo ou pra entendê-las e ter empatia com os outros. Isso acontece devido à minha criação e relações afetivas abusivas e muito mal cuidadas no passado. Por conta disso sempre acabo dizendo algo impróprio ou babaca sem nem saber que tô errado.
Enfim, quando fui transferido de colégio (1º ano do ensino médio, no qual estou atualmente) conheci logo de cara um grupinho no recreio de meio dia (aula integral), tal grupo viria a ser minha atual panelinha, composta de diversas pessoas e dentre elas a vítima da história.
Tempo passa e estamos no último dia de aula antes da quarentena, o dia está agradável e, por conta da atual ascensão do coringa vírus, não tinham aulas tão intensas neste dia. Lá estava eu, com meus amigos, brincando de "verdade ou desafio" com uma garrafa de itubaína que compramos na cantina. Eis então que algum filho de uma mulher muito bem educada e dona de um respeito que não cabe em meu peito diz pra mim "te desafio à dar um selinho na Larls (a garota da história)". Eu, confuso e (sinceramente) desesperado por afeto, aceito e o faço, com direito aos colegas soltarem o clássico hino "Iiiiiiiiiih". Após isso, acabo magoando a garota pq eu atualmente não sabia nem oq tava acontecendo e n tinha ideia de como lidar com meus sentimentos e "gostava" de outra garota. Meus amigos me xingaram, vaiaram e lincharam verbalmente (com razão). Dado esse breve momento de inferno que me fez sentir mal à ponto de fugir e ir chorar pela primeira vez na vida, resolvo ir falar com a "Larls" sobre a situação. Eu disse que não sentia atração por ela (ela sentia por mim) e que a via como minha melhor amiga. Nos abraçamos e seguimos o dia.
{BONUS} (pode ser que isso deixe pessoas com raiva da situação, assim como aquele pedido de casamento, mas ok)
Algumas semanas semanas se passaram (já na quarentena) e eu, já num web bate-papo com a Larls, a peço em namoro. Já havia amadurecido, me arrependido daquele incidente e visto o quão bem ela fazia pra mim num geral. Ela sempre foi maravilhosa comigo e eu vi que, apesar de retribuir, não fazia de coração como ela. Larls felizmente aceita e nós notamos que somos praticamente "almas gêmeas", apesar de isso ser bem clichê. Nós recentemente tivemos chance de nos ver e eu conheci meus sogros. Nós sempre fazemos desenhos um pro outro e ela me faz extremamente feliz, espero estar fazendo tão bem quanto ela.
É isso, espero ter lhes entretido :3
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2020.08.11 07:02 rv_trash Estou tendo sentimentos por uma melhor amiga

Então, há mais ou menos um mês eu conheci uma garota através de uma ex-amiga minha, e a gente começou a conversar bastante, logo fomos nos identificando. Ela gosta de bastante coisas que eu gosto, é muito bonita e atraente. Desde o começo até agora eu não penso em ter nada com ela, pois somos melhores amigos, e eu tenho receio de que ela talvez não queira nada devido a tantas tentativas falhas de se envolver em algo, porém eu estou tendo alguns "gatilhos" de sentimentos as vezes por ela. Gostamos bastante um do outro e penso que talvez seria interessante tentar avançar para o próximo nível em dado tempo dessa amizade. Eu contei algumas decepções amorosas pra ela, e ela também fez o mesmo, disse pra mim que uma hora eu acho alguém tão incrível como eu, e ai entra minha dúvida, será que ela só me vê como amigo, ou ela acha que eu estou desinteressado nela?. A gente tem o mesmo pensamento sobre amor e reciprocidade, temos as mesmas ideias (ela mesmo ressalta isso), podemos realmente dar muito certo caso isso vá pra frente. Seriamos nós almas gêmeas um do outro, ou isso não passa de uma carência involuntária?
PS: eu não tô desesperado pra resolver isso agora, só quero dicas do que fazer até tomar uma decisão, ou demonstrar um sentimento. Por mim, pode levar o tempo que precisar e se for pra ser, será.
PS2: e sim eu sei muito bem, sair desse tipo de friendzone é muito complicado.
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2020.06.27 17:18 neszinhaww sou babaca por estar triste/chateada com a minha mlhr amg por voltar para o ex embuste que só lhe está a usar para esquecer a outra melhor amiga dela??

Olá luba, editores, papelões e turma que está a ver! bem a minha história eh a seguinte; a minha melhor amiga gosta de um cara que ela já namorou antes, vamos chamar-lhe de carls bem, carls eh um rapaz doutra cidade q ela visita todo o verão, então eles veem-se poucas vezes nos anos. a minha amiga (vamos chamar-lhe de farls) ela conheceu-o o ano passado, e em mais ou menos uma semana, eles os dois começaram a namorar. depois do verão a escola começou e tals e ela disse me que estava a namorar um cara que conheceu noutra cidade. eu avisei-lhe que aquilo podia não ser boa ideia pois ela não saberia se o carls lhe estava a trair ou nao, mas como sempre ela não me escutou e ouviu as outras amigas dela. eu deixei para lá, até ao fim de janeiro de 2020, quando eles acabaram. farls ficou muito triste, e o ex literalmente cagou para ela. tempo depois eles os dois voltaram a falar e ficaram amigos, ela apresentou todas as outras melhores amigas dela para ele menos eu, que quando eles acabaram ela pediu para eu falar com ele e saber o pq, ou seja, eu ajudei-lhe e ela nem me deixou conhecer-lhe direito mas fodase foi aí que mais ou menos a merda começou nea ela apresentou todas as melhores amigas a ele e blablablá, mas houve uma que ele gostou em particular, vamos chamar-lhe de Carla, bem ele apaixonou-se pela Carla, mesmo não a conhecendo, mesmo não a ter visto pessoalmente. carls começou a apaixonar-se por carla, o que deixou farls cada vez mais triste, por saber que a pessoa q ela achava que era a sua alma gêmea (....) gostava de uma das suas melhores amigas. então ela continuou a falar com ele e essas merdas. tempo depois eles não tiveram nada além de amizade (carls e carla, mas a Carla as vezes nem sabia que ele existia). até que houve um fatídico dia em que o carls veio com a conversa que amava a Carla e que queria estar com a farls ao mesmo tempo (se eu achar print, meto aqui), farls enviou a caralha toda e pediu a minha opinião, eu claro disse que isso estava errado e blablablá, ele no mesmo dia começou a dizer que queria namorar com ela, eu disse para ela não aceitar, porque ela ia só ser usada para a Carla ser esquecida, ela mais uma vez não me ouviu, e toda apaixonada acabou por aceitar, mesmo sabendo que ia ser trocada. eu fiquei chateada/triste com ela porque ela não me ouviu, mesmo sabendo o que ia acontecer, e cagou para mim. eu as vezes sou um bocado seca com ela por isso e outras coisas, mas, e então luva, eu sou a babaca??? (ela até cogitou em acabar, mas não consegui.) (ela tmb chegou a dizer que ele era um “leao inofensivo” que ela está pronta para cuidar??????????????” [edit: ela viu isto, falou comigo, disse que ia acabar, mas tempo depois falou com a irmã dele e não acabou.]
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2020.06.12 09:14 satanickk Papel de trouxa assinado com louvor

Olá Lubinha, editores, gatinhas e turma que está a ver... Tudo bem? Espero que sim. Eu tentei resumir a minha história mas mesmo assim ficou grande, peço perdão.
Enfim, era um costume do nosso círculo de amizade se reunir depois da escola para fazer alguma coisa.
Ia o pessoal de sempre, inclusive meu melhor amigo que na época era meu crush "supremo" (que chamaremos de Carlos). Em um desses encontros, minha amiga (chamaremos de Ângela) acabou tendo que levar a prima dela (Chamaremos de Nazaré) pq a menina chorou horrores querendo ir, mesmo Ângela sendo clara dizendo que não queria ela lá.
Até aí tudo bem. Chegando lá, apresentamos ela ao pessoal que não a conhecia (inclusive Carlos, que nunca a viu na vida) e blá blá blá. Depois de alguns minutos, nós fomos pra varanda e ela e Carlos deitaram em uma espécie de divã que tinha por lá. Já fiquei muito incomodada querendo sair dali o mais rápido possível, mas mantive a "classe". Em um certo ponto, eles começaram a se abraçar e fazer cafuné um no outro como se fossem namorados ou coisa assim.
Ok, no outro dia, Carlos me manda mensagem dizendo que gostava muito da Nazaré e que sentia algo inexplicável por ela (se conheciam pouco mais de 13h) e que sentia que ela era a alma gêmea dele (sem exageros). Pediu então para que eu conversasse com Nazaré e "arrumasse esquema". Eu, bem trouxa fui e conversei com a menina, mas ela dizia que não queria, que só considerava ele como amigo, isso e aquilo. Ele insistiu muito e ela acabou aceitando "por dó". Eles ficaram um mês inteirinho, e ela repetia que só estava com ele por dó e que não gostava dele da mesma forma, que só considerava amigo e queria terminar de todas as formas mas enrolou para não machucá-lo.
Enfim, eles terminaram, alegando estarem enjoados e blá blá blá. Carlos então veio trocar idéia COMIGO. E eu, besta que sou, ainda gostava muito dele mas não queria magoar a Nazaré. Perguntei a Ângela o que ela achava e ela havia me dito o seguinte "Amiga, a Nazaré gosta de outro garoto, ela não sente nada pelo Carlos". Eu considerei aquilo um "passe livre" e troquei idéia com ele.
O máximo que aconteceu foi darmos um selinho, pq Nazaré "descobriu" que eu estava trocando idéia com ele e ficou muito magoada. O que eu fiz então? Parei de trocar idéia com Carlos e deixei claro que não queria nada com ele pq respeitava a minha "amiga".
No fim, combinamos de que as duas desistiríam dele e que a amizade estava acima de tudo. Quer dizer, eu combinei, pq passado um mês ela e Ângela vieram aqui em casa e naturalmente Nazaré disse "Você ainda gosta do Carlos?" Eu já troquei olhares com Angela e respondi "Sim, gosto, pq?" E ela teve a cara de pau de dizer "Eu vou ficar com ele amanhã, no cinema"... SURTEI mas mantive a classe k k k ಥ╭╮ಥ. Depois de eu ter afirmado ainda gostar dele, achei que ela não ficaria. Mas eu estava errada. Ela ficou e depois do date ela passou aqui em casa, vestindo o moletom dele, me contando como foi e o que eles fizeram.
Gente, sério, chorei de raiva aaa ಠಗಠ porém passou, fiz a egípcia, né? E ainda não acabou... Alguns dias depois descobri através do melhor amigo dele que ele queria usar nós duas, e que a meta dele era ficar com todo mundo e blá blá blá... Contei a Nazaré akakakaka e resolvemos "dar o troco" nele... Só que não deu certo. Nós fingimos que estávamos namorando, mas ele começou a chorar dentro da sala de aula (o que assustou todo mundo pq ele é daqueles que mimimi não choram por nada, mimimi, sabe?) E desejou toda a felicidade do mundo para nós duas. Acabei contando a ele que era brincadeira e ele ficou "bravo" e chorou um pouco mais, mas depois ficou de boa. Acabou que no fim da história, ele se mudou, eu e a Nazaré realmente trocamos uns beijos depois do ocorrido e seguimos a vida em uma amizade mais que colorida KKKKKKKK
É isto, Lubinha,gatas, turma e editores, espero que vocês não tenham dormido no meio da história akakak e que a Nazaré não veja isso, amém.
Beijos, =30
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2020.06.11 05:09 BOGMANDIAS Xena é simplesmente maravilhosa

Do nada eu me lembrei da série meses atrás e fiz um post aqui, depois decidi reassistir por pura nostalgia. Achei que seria péssimo, mas por incrível que pareça eu gostei, não é impecável, porém é bem melhor que as séries atuais feitas para crianças e/ou adolescentes.
O ponto alto da série é o romance entre Xena e Gabrielle, aliás toda jornada de Gabrielle é excelente, ela surge como um típica mocinha indefesa que existe para atrapalhar a protagonista e irritar o público, mas com o passar do tempo se torna útil e aprende até mesmo a lutar e a medida que ela evolui a relação dela com a Xena melhora e elas passam de amigas a almas gêmeas.
Contudo a série também tem seus pontos negativos, eu pessoalmente, não gosto de quando tentam acrescentar filosofia diretamente na história da Xena, é algo muito exagerado para o estilo da série. Também não gosto muito da trama cristã desenvolvida na penúltima temporada, mas enfim, Xena é uma série divertida apesar de ter acabado há quase 20 anos.
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2020.06.08 07:17 TiaKatriny Sou babaca por cortar minha "relação" com meu primeiro amor por ele ser homofóbico?

Olá Luba (deuso), editores (lindos e maravilhosos), possível convidado e turma que está a ver (irmãos). Vim contar a história de como eu "perdi" meu primeiro amor, provavelmente para sempre. Contexto: Nós sempre tentamos ficar juntos e nunca dava certo ou pelo meu lado ou pelo dele, e segundo ele eu era o seu primeiro amor, e sim ele era o meu primeiro, (almas gêmeas, só que não). Bom, recentemente nós voltamos a nos falar e estávamos decididos a tentar novamente, porém, vendo as publicações que ele fazia sendo homofóbico e as vezes machista eu decidi conversar com ele. A conversa foi a seguinte, basicamente eu perguntei para ele, como eu poderia ter um relacionamento com uma pessoa homofóbica sendo que sou Bissexual? Ele começou a falar que não tinha preconceito, que respeitava, mas que era nojento aos olhos do mesmo, e isso para mim é a mesma coisa que ME chamar de nojenta, coisa que ele já tinha falado antes de nós voltarmos a nos falar. Nós discutimos sobre isso mais um pouco mas em nenhum momento eu o desrespeitei, sempre perguntei o quão cruel o Deus dele era para condenar o amor. (Sou religiosa também e não acredito nessa teoria). Mas no momento em que ele falou novamente que achava isso nojento o meu sangue simplesmente subiu e eu falei. "Ok, já que você me acha nojenta, também te acho nojento por pensar dessa forma." e ele me solta a seguinte frase. "O PROBLEMA É QUE VOCÊ NÃO RESPEITA MINHA OPINIÃO". Isso simplesmente me irritou muito, por que até então ele me chamar de nojenta estava ok, agora eu chama-lo de nojento foi desrespeito. Nesse momentos falei para ele que estava tudo acabado e que eu não podia ter alguém assim na minha vida. E então, fui a babaca?
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2020.05.31 02:16 Average_simian Como vocês lidam com a perspectiva de nunca conseguir encontrar o amor?

Sou um homem de 24 anos e me considero uma pessoa emocionalmente madura. Material e profissionalmente sigo melhorando gradualmente, mas ainda tenho um longo caminho pela frente. Em 2018 conclui minha graduação em História, mas a escolha não se mostrou muito promissora. Atualmente estou me organizando para uma nova graduação em uma área que possa proporcionar maior estabilidade e onde eu trabalhe menos. Tenho meus hobbies, bons amigos e saúde. Em suma, levo uma vida relativamente boa, tirando um ou outro problema que aflige qualquer ser humano, mas sempre dou um jeito de contornar e seguir em frente. Só tem uma coisa que realmente me incomoda e têm ocupado boa parte das minha reflexões recentes: a vontade que tenho de ter um parceiro romântico.

Já tive alguns webnamoros quando era mais jovem, mas devido a distancia e falta de maturidade na época, eles não levaram a nada. Na época de escola fiquei com algumas poucas meninas e tive meus amores platônicos, mas também nunca deu em nada. Só em 2014 que fui ter meu primeiro relacionamento sério e que durou pouco mais de um ano. Foi um relacionamento difícil e que fez com que eu amadurecesse muito. Ela era uma pessoa que tinha muita dificuldade de demonstrar afeto, e eu ficava cobrando atenção. Esta dinâmica dela ficar fugindo e eu ficar cobrando acabou ficando insustentável e ela resolveu terminar. No primeiro ano do término eu sofri muito e culpei ela pelo fracasso de nossa relação, mas com o tempo fui assimilando que nossas diferenças eram inconciliáveis, e que seria impossível e errado querer mudar o jeito dela de ser. Ela era ausente não só comigo, mas com todo mundo. E eu precisei reconhecer que gosto de parceiros românticos que são mais carinhosos e sensíveis.

Depois deste namoro me relacionei com outras garotas, e cheguei bem próximo de namorar duas delas. A primeira era uma amiga de longa data que conheci pela internet, e morava não tão longe de mim. Durante alguns meses a gente conversou muito e passei alguns dias na casa dela e ela alguns dias na minha. A gente se deu muito bem, e o fator de nossa amizade de longa data acabou fortalecendo ainda mais nosso laço. No horizonte eu via a possibilidade dela vir fazer a faculdade dela na minha cidade. O único porém é que ela ainda tinha assuntos mal resolvidos com o ex dela. Não demorou muito para eu perceber que ela estava dividida entre nós dois, e nesta balança o coração dela pesava muito mais pro lado do outro rapaz. Me retirei pra evitar de me magoar, mas até hoje somos bons amigos.

A segunda garota com quem eu poderia ter tido uma relação foi apresentada por meio de amigos em comum, e ela demonstrou interesse por mim depois de algumas vezes que a gente se encontrou. Ficamos por algumas semanas e logo eu joguei um balde de água fria entre nós. Por mais que ela fosse legal e tivéssemos muitas coisas em comum, eu não conseguia sentir atração física por ela. Até tentei contornar a situação, mas ficou evidente que não ia dar certo. Ainda não sei dizer o quão problemático é deixar a aparência ofuscar uma personalidade que gostei tanto. Mas tendo a pensar que é normal, cada ser humano tem suas preferencias. Não acho certo me manter em uma relação onde não consigo sentir prazer físico com a pessoa.

Enfim, contei toda esta história para poder ilustrar como acho difícil encontrar um parceiro romântico com quem eu realmente combine e dê certo. Já tive relação com alguém que não tinha a personalidade compatível comigo, com gente que combinava, mas já havia encontrado o amor em outro, e com uma pessoa que se encaixava em quase todos os aspectos, só que fisicamente não houve "química". Por mais que minha vida esteja encaminhada em outros campos, sinto que romanticamente eu nunca consiga avançar. Talvez eu nunca vá encontrar alguém para construir uma vida ao meu lado. Sinto que muita gente entra em relacionamentos por carência, e a relação acaba trazendo só dor em ambos. Também vejo gente que encontra sua "alma gêmea", e mesmo aos trancos e barrancos consegue ser feliz. Acredito que encontrar alguém que realmente combine e dê certo contigo seja pura questão de sorte, e que nem todo mundo vai ser feliz no amor.

Evidente que vou manter o coração aberto para novas oportunidades, mas a ideia de que nunca vou encontrar alguém já não me assombra mais. Como diria o saudoso Zé Ramalho: "Quem tem amor na vida, tem sorte". O que pensam sobre o assunto? Como vocês encaram a possibilidade de nunca encontrar o amor?
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2020.05.02 13:38 amornostemposdequa Peles e Espelhos

Tocava Stevie Wonder nas caixinhas de som ligadas no meu notebook enquanto meus dedos frenéticos teclavam mais um conto como esse. Os dedos acostumados com o teclado barato que se tornou uma ferramenta, uma extensão de meus sentimentos mais profundos e secretos. Diferente de meu coração verde que inventava histórias sem nunca as ter vivido de fato.
Mergulhado naquela tarde vazia eu ouvi alguém chamar no portão. De quem era aquela voz? Era feminina, mas de ninguém que eu conhecia. Parecia uma voz de anjo. Engraçado, parece que chamou dentro da minha mente interrompendo meu raciocínio. Quem ainda está visitando alguém no meio dessa pandemia? Não liguei nem parei de escrever por um segundo. Estava tão concentrado naquele parágrafo que parecia que estava apaixonado pelas mesmas palavras que eu usava todo santo dia. Como se fosse um tecido que eu desfiava durante o sono e costurava novamente durante a vigília.
A porta do meu quarto estava meia aberta e a música nas caixinhas de som ainda tocava algum soul dos anos 70’s quando de repente minha mãe me chamou da sala.
— Calmae, mãe.. — eu disse sem tirar os olhos da tela do notebook e sem vontade nenhuma de sair da minha cadeira. E antes que eu pudesse terminar a última frase do parágrafo ela entrou no meu quarto bagunçado acompanhada de minha mãe.
— Ouh menino, levanta pra cumprimentar sua prima. Ela vai ficar um tempo aqui com a gente antes de voltar para o Rio.
Quando eu virei a cadeira giratória me deparei com uma das coisas mais lindas já vistas pela retina dos meus olhos secos de tanto ficar em frente a tela de um computador. Seus pés com as unhas brancas à francesa davam contraste com sua pele jambo e suas solinhas estavam vermelhas de tantas horas de tênis dentro do ônibus. Usava um short jeans e uma desprevenida blusa amarela de alça deixando a pele negra exposta a luz do sol que a beijava suavemente naquela tarde amena do interior de São Paulo. Usava uma trança no cabelo e seu olhar parecia tão forte e profundo. Parecia que me olhava dentro da alma. Eu não acredito em alma gêmea mas tem olhos que parecem um espelho refletindo coisas que nem nós mesmo sabíamos que existia dentro da gente.
Eu levantei para cumprimentá-la. Dei um beijinho no seu rosto e ela como boa carioca me segurou um segundinho a mais para me dar um segundo beijo no outro lado da minha bochecha. Vendo que eu estava tímido ela me puxou e me deu um abraço.
— Oi primo, você lembra de mim? — Ela disse enquanto sorria não só com a boca mas também com os olhos com a testa com o corpo inteiro. Ela tinha um sol sobre sua cabeça. É claro que eu não me apaixonei assim rápido. Na verdade, só depois de algum tempo que eu notei aquela beleza em todo seu esplendor. Até então em minha curta vida amorosa meu coração tinha apenas se iludido sem saber bem o porquê, com os arquétipos inalcançáveis que a televisão colocou profundamente em meu inconsciente medroso e frágil.
Mas eu não lembrava dela. Não daquele mulherão que eu tinha na minha frente. Talvez algum resquício no fundo da memória de uma vez em que fomos no Rio e ficamos na casa da minha tia. Na verdade, eu lembro dela sim. Mas como ela era mais velha a gente não teve muito contato. Eu era apenas um menino e ela uma pré-adolescente sem paciência para criancices. Cerca de quinze anos se passaram e eu nunca mais tive contato com ninguém de lá. Até esse momento.
Depois que ela tomou banho e se instalou no quarto que era do meu irmão fomos jantar na mesa da cozinha.
— Primo, eu fiquei tão feliz quando soube que você fazia letras também.
— Ah, sim. Eu achei legal você fazer também. — Eu disse enquanto pensava que esse era um daqueles raros momentos em que a gente deixa de se sentir de todo só no mundo. Sorri calado enquanto dava uma garfada na costela com mandioca que minha mãe tinha feito.
— Você está em qual ano? — Ela perguntou.
— Terceiro. Mas acho que eles vão cancelar o semestre. Nosso campus resolveu peitar o governo e não colocar o ensino a distancia.
— Nossa, que corajoso. Se esse governo não cair eles vão ter arrumado uma puta briga com esse ministro louco. Quando passar essa pandemia eu quero conhecer seu campus.
— Vamos sim.
— Mas Jade, como que está a Tereza? — Minha mãe perguntou enquanto enchia o copo de suco.
— Ah tia, minha mãe está bem. A última vez em que a vi foi em fevereiro antes de vir aqui para o interior e começar minha pós-graduação. Mas agora sem ônibus eu nem sei quando vou conseguir voltar para o Rio.
— Eles estão dizendo que em agosto mas eu duvido muito. Você viu menina, o povo tudo na rua levando essa doença na brincadeira.
— Eu vi, tia. Pelo que minha mãe fala, lá no Rio também nego não está nem aí e os hospitais já estão abarrotados de gente.
— Só Jesus, né minha filha. — Logo após minha mãe terminar a frase eu perguntei a Jade:
— Você pesquisa que área na sua pós?
— To fazendo pós-graduação em semiótica. Você já teve essa matéria?
— Sim, sim. Tivemos um professor incrível. Era foda as análises que ele fazia.
— Ah primo depois a gente pode trocar algumas figurinhas semióticas haha — Ela disse isso com alguma maldade nos olhos que me pegou desprevenido.
Seu sorriso era um mundo aberto. Sua energia era um universo a parte que nos convidava a interagir. Era difícil ficar imune aquela pessoa. Para mim as vezes era difícil até respirar perto daquela mulher. Timidez e inexperiência junto com as desconstruções da internet me faziam ficar calado toda a vez que ela fazia uma gracinha um pouco mais provocativa. Eu nunca soubera se ela estava me dando mole ou apenas sendo legal. Na dúvida eu ficava sem jeito e calado. Ela percebia. E ria. Sabia que mexia comigo a danada. Depois eu escrevia no word toda minha afobação por estar perto dela. Mesmo com esse nó que eu tinha dentro de mim não demoramos a flertar pesadamente dentro de casa.
Certo dia de isolamento, em que ninguém sabia mais qual dia da semana era, ela entrou no meu quarto enquanto eu escrevia no notebook. Senti um cheiro de loção pós banho de maracujá invadir minhas narinas. Parecia um cheiro de mar. Tropical e fresco como agua de coco no calor de uma praia deserta.
Sua presença quente e seu perfume amarelo me excitaram de uma forma. Era como alguém tivesse apertado um botão dentro de mim. Claro, que já estávamos há não sei quanto tempo sem transar então não era de estranhar alguma tensão sexual no ambiente.
Apesar de já estar acostumado de ficar na sexa naqueles tempos eu estava tocando no mínimo duas por dia. Meus contos estavam mais eróticos que o normal. Tudo era tesão, raiva e medo. Notícias trágicas na minha linha do tempo vinham seguidas de nudes, soft porn e xingamentos às loucuras do presidente. Não exatamente nessa ordem. Eu as vezes sentia que ia explodir como uma bomba! De nêutrons, de hormônios, de amor.
Ela sentou na minha cama e ficou me olhando escrever enquanto tocava bacu exu do blues na minha caixinha de som. Seus pés macios como seda tocavam com as pontas dos dedos o tapete de crochê que minha mãe tinha feito. Ela estava mais calada que o normal e dessa vez foi eu que tomei a iniciativa para começar a conversa.
— Jade, o que você faria se estivesse afim de alguém mas não sabe se é reciproco ou não. É para um personagem que tô escrevendo aqui.
— humm.. depende da pessoa. Eu geralmente costumo ficar olhando calada, dando uma indiretas até a pessoa falar alguma coisa.
— E se a pessoa não percebe ou não toma a iniciativa?
— Aí ela perde TUUUDO ISSO haha — Ela disse isso e deu uma risada gostosa jogando seu corpão na cama.
Salvei o documento que eu estava escrevendo e deitei na cama ao seu lado. Ela encostou em mim deitando sua cabeça em meu bíceps. Quase pedia por um carinho como uma gata. Senti o cheiro de seu cabelo crespo e alto. Um vapor quente saía de seus poros e entrava direto na minha alma fazendo meu coração bater fortemente.
Nos olhamos de frente e novamente aquela sensação de alma gêmea surgiu como se estivéssemos espelhando nossas vidas conturbadas. Senti medo de me conhecer. Eu tenho medo de me conhecer mas ali com aqueles olhinhos castanhos me olhando e me devorando, eu sentia que a muralha do medo dentro de mim começava a ceder.
A janela do quarto estava aberta e deu pra ver uma estrela cadente cortando o céu como um meteoro da paixão. Sim é brega, mas fodasse. Deixei passar aquele desejo pois minha língua estava sendo sugada pela mulher mais linda que eu já tinha visto na vida. Ela sem roupa era uma deusa toda perfeita na sua imperfeição.
Era uma potência em cima de mim. Virada no diabo ela pediu para eu chupa-la. Ela enfiava minha cara entre suas pernas e puxava meu cabelo para lá e para cá guiando o seu próprio prazer. Quando ela gozou eu me senti um rei que acabara de tirar uma espada de uma pedra sem esforço algum. Em sua respiração ofegante entendi como naturalmente as coisas acontecem. Minha cabeça entrou no modo de escritor e eu quis correr para o bloco de notas para tomar nota daquela sensação mas logo aquela deusa de ébano me pegou pela nuca e enfiou a língua dela na minha boca até quase sair pela minha nuca. Depois me jogou na cama e montou em mim, cavalgando até eu não aguentar mais e enche-la com meu esperma quente. Ela tremia quando caiu ao meu lado da cama. Teias de aranha tiradas finalmente e de modo triunfal. A comida sempre fica mais gostosa quando se está com fome.
Apesar das recomendações, transávamos quase todos os dias. De todas as formas possíveis. As vezes só para matar o tédio de todos os domingos em que tinha se transformado os dias da semana. Achei engraçado que minha mãe não percebia. Ou percebia e ficava calada. Eu não sei se a questão de sermos primos a incomodava. Talvez ela percebesse que era nada sério. Eu não se para Jade, mas para mim foi muito sério. Pela primeira vez eu pude conhecer o corpo de uma mulher profundamente e pude mergulhar sem medo dentro das possibilidades do meu próprio prazer.
Espelhávamos um no outro não só os olhos mas também a cor de nossa pele, nossa história e passado. Também pela primeira vez não me senti subjugado nem em dúvida. Nem diferente, nem com medo, nem nada. Éramos apenas duas pessoas jovens e saudáveis fodendo num quarto. Eu finalmente era um homem. E só. Com meus defeitos e qualidades e com o direito de aprender com meus erros e acertos.
Cerca de dois meses se passaram e no primeiro relaxamento do lockdown Jade decidiu voltar para casa de sua mãe no Rio. Eu a levei até a rodovia do município. Foi e ainda é muito entranho ver todo mundo de máscara, o distanciamento das pessoas e o nosso também. Por mais que quiséssemos ficar abraçados naqueles últimos momentos juntos não queríamos ser os únicos a não respeitar a nova cultura que foi imposta pelo vírus.
O busão da Andorinhas com uma placa escrito Campo Grande x Rio de Janeiro finalmente chegou. Ela me deu um abraço apertado e seus olhos sorriram acima da máscara preta que ela usava. Senti vontade de lhe dar um beijo e ela pressentindo meu desejo tirou sua máscara pela alça na orelha. Depois cuidadosamente tirou a minha também. Passou os dedos com as unhas sem esmalte no meu rosto. Me beijou profunda e amorosamente por alguns segundos. Não sabíamos se nos veríamos de novo. O medo e o futuro incerto pairavam no ar. Eu queria mais que tudo vê-la novamente em breve. Não só por pela intensidade de tudo que vivemos, mas por uma necessidade de acreditar no futuro. Nada como o medo da morte para nos fazer dar valor as pequenas coisas da vida.
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2019.10.10 06:44 pinho07 Como escolher o amor da sua vida? Se é q existe o amor da sua vida...

Estou confuso quanto a começar uma vida amorosa, nunca namorei, mas posso começar em breve, só preciso me decidir. Sei q pode parecer estranho alguém tratar coisas do coração de modo tão racional, como se fosse natural controlar o momento de amar ou não. Considero o namoro um relacionamento muito sério q exige tempo, paciência, maturidade, respeito, etc. Tenho medo de causar sofrimento na outra pessoa por não saber amá-la suficiente ou então criar falsas expectativas ou então me frustar com o término desse relacionamento sendo preterido. No fundo, fico achando nunca ser bom o bastante para o outro, enfim... inúmeros medos bobos. Acredito q a união de dois seres é algo de extrema importância na nossa vida, não q seja imprescindível ou obrigatória para se ter uma vida melhor, mas dessa união podemos dividir o peso da vida e crescer em amor, alegria, paz e harmonia.
Outra coisa q meio q acredito, mas tbm não estou convicto se é verdade, é se temos de fato uma pessoa ideal para vivermos uma experiência afetiva. Alguns dizem alma gêmeas, tampa da panela, outra metade, etc, como se antes de nascermos já estivesse "escrito nas estrelas" q teremos uma pessoa q está em algum lugar do universo e no momento mais apropriado iremos nos encontrar e a mágica vai acontecer. Meio q acredito nisso pq pra mim é fato q acontece com muitas pessoas ao se ver "um certo alguém" ter sensações marcantes, aparentemente inexplicáveis, tendo o coração batendo mais forte. Uns dizem q é química, outros q é afinidade magnética, outros q são relações advindas de vidas passadas. O famoso "amor a primeira vista". Dentro dessa lógica imagino q pra ser uma união legítima deve haver reciprocidade, tenho q perceber ou sentir q o outro naturalmente tbm sente algo diferente por mim.
Mas tbm entendo q talvez toda essa história seja uma distorção romântica das relações humanas, afinal não temos como precisar ao certo todos os níveis do envolvimento emocional, existem heurísticas, vieses, circunstâncias q manipulam nossas sensações. Quantos casos existem de casais q juravam ser par perfeito e depois se desiludiram ou o contrário, pessoas q a princípio nunca se imaginaram juntas e depois passam a viver "felizes para sempre".
Diante disso, quando me sinto atraído por alguém interpreto q não necessariamente isso quer dizer ser preciso um envolvimento amoroso mais sério, busco controlar meus sentimentos e mesmo estando interessado procuro não demonstrar. Espero o tempo passar pra saber se realmente gosto da pessoa, busco conhecê-la melhor, quero ter a certeza de não ser "fogo de palha" ou uma paixonite de adolescente.
Diante de tudo isso, fico na dúvida: será q se começar a namorar com tal pessoa estarei namorando com a pessoa certa na minha vida? Ou será q tenho q esperar mais um pouco? Na escala de 1 a 10 da reação química ideal entre dois seres talvez essa pessoa q acho ser a pessoa certa está no nível 9, pode acontecer de na semana seguinte encontrar outra q está no nível 10 ou seria 9,9? Esse jogo do amor é perigoso, parece q funciona na tentativa e erro, não quero crer na maldosa frase "enquanto não encontro a pessoa certa, vou me divertindo com as erradas".
Estou num dilema, há mais de um ano tive um encontro fortuito com uma menina bem reservada da faculdade, trocamos olhares e conversas, e me senti muito impactado e atraído por ela. Juro q desde então nunca mais deixei de pensar nela, acho q em todos os dias. Peguei o contato dela, depois disso tivemos conversas esparsas pelo zap, temos muita afinidade de ideias e até chegamos a nos encontrar em alguns finais de eventos q curtimos em comum, mas como já era tarde da noite e o ambiente tumultuado só ficamos nos abraços e sorrisos. Na faculdade é difícil nos vermos e quando isso acontece é sempre corrido, estudamos de noite e os horários não batem pq somos de cursos diferentes. Eu tbm meio q fujo dela, ando pelos corredores evitando encontrá-la, pq não saberia como reagir. Não gosto de estender muito as conversas, pq perco um pouco do controle quando a vejo, fico pálido e me dá taquicardia, não gostaria de demonstrar às claras meus sentimentos. Na vdd, nem conheço ela direito, isso td pode ser fantasia da minha cabeça, devaneios pretensiosos, às vezes ela só me trata como um amigo distante, apesar de já ter me surpreendido com uma demonstrações de carinho fora da faculdade por meio de um bilhetinho escrito a mão q ela pediu q outra pessoa me entregasse. Somos de bairros distantes dentro da mesma cidade e eu presumo ela não quer compromisso nesse atual momento de sua vida. Por enquanto não revelo meu amor carnal, fico no platônico enquanto os medos bobos não vão embora.
Pra apimentar a história, surge um outro alguém, uma amiga de longa data q sempre achei delicada, bonita e singela, mas como ela era alguns anos mais velha q eu, acho q 2 anos, não me imaginei namorar com ela. Ela hj está mais madura e bem mais próxima de mim. Quando nos encontramos percebo o acanhamento dela, mas nas msgs suas carinhas de emojis são sempre afetuosas comigo. No pouco q ficamos juntos ela já me contou da sua vida pessoal, do seu ex-namorado, dos seus planos e incertezas. Ela é bem mais aberta comigo do q a outra, isso tbm se deve pq já nos conhecemos a mais tempo. Meu coração tbm diz q talvez podemos namorar, mas não tive aquele amor a primeira vista como foi com a outra. Sou sempre cordial e amigo com elas, evito entrar em assunto mais voltado quanto aos meus sentimentos por elas. Só q nesse último mês estou sendo impelido a me manifestar.
Aff... pq eu não me resolvo quanto a isso?
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2019.07.29 07:51 quero_vida Relacionamentos

Olá pessoas, tudo bem?
Seguinte, de um tempo pra cá tenho pensado sobre achar minha "alma gêmea". Na minha cabeça, o relacionamento que procuro é muito "Hollywood", tudo é perfeito, os dois lados fazem coisas para deixar o outro feliz (acredito que isso seja um dos pontos do relacionamento), os dois se ajudam, etc..
Acredito também que se for pra acontecer vai acontecer, só que ultimamente estou meio "desesperado" para achar essa pessoa, sabe? O desespero de ter esse relacionamento e lutar (não sei se é a melhor palavra), talvez seja o motivo de acordar todo dia e ver que tem alguém que vale a pena lutar.
Sei que minha visão de relacionamento está bastante enviesada por causa de filmes, mas acredito que seja possível.
Uma coisa que acho difícil, é que não curto ficar conversando com "pessoas aleatórias", mas consigo imaginar uma conversa com a pessoa que procuro (que no caso já estaríamos juntos), é muito louco, não?
Tem uma pessoa que sigo no Twitter que toda vez que fala que está triste, ou tal coisa aconteceu, me imagino com ela, ajudando essa pessoa, tentando alegrar ela. Mas sei que, do jeito que sou, é quase que impossível de acontecer. Não sei se isso é errado e/ou estou meio louco, haha.
Vejo vários relatos de pessoas que tem algum problema no relacionamento, por exemplo uma pessoa reclama/fica triste que a outra não dá atenção pra ela. Fico imaginando, se sou eu, nunca que iria ficar sem dar atenção a outra, pq é isso que é um relacionamento, não? Tipo, fazer coisas que deixam o outro lado feliz, enquanto eles fazem o mesmo, e isso é um ciclo, onde os dois se ajudam...
As vezes penso que essa minha visão é uma utopia e que na verdade, tudo isso é impossível.
Agradeço a todos que leram esse post, e gostaria de lembrar que um relacionamento não é apenas você, existe o outro lado também e que é necessário se dedicar a todos os envolvidos.
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2019.07.03 15:00 Amanda3exceler The Big Bang Theory: cinco coisas sobre o final da série CS SAT Soluções em TVs

ATENÇÃO: ESSE TEXTO CONTÉM SPOILERS SOBRE AS TEMPORADAS DE THE BIG BANGH THEORY.
Quando uma série de 4 nerds estreou em setembro de 2007, poucas pessoas apostaram no sucesso estrondoso que estava por vir. O gênero de comédia é um dos mais explorados na televisão americana, sem muito esforço, podemos lembrar inúmeras comédias marcantes: Friends, How I Met Your Mother, Two and a Half Men e claro, o assunto deste artigo: The Big Bang Theory.
Como destaquei acima, a primeira temporada chegou em 2007 com uma premissa que ousava diante de um tema comum: narrar a história de um grupo de amigos. O principal diferencial da série era o fato de ser quase totalmente focada em uma cultura geek. Os protagonistas do seriado, Leonard, Sheldon, Raj e Howard, formam um grupo peculiar: um físico experimental; um físico teórico; um astrofísico e um engenheiro aeroespacial.
Mas não pense que a série é apenas uma grande referência a cultura nerd. O roteiro acerta a mão ao inserir uma personagem, a vizinha de Leonard e Sheldon, Penny, que é o oposto do grupo: uma aspirante a atriz e garçonete. Sem dúvidas, o contraste entre essas personalidades é um dos principais destaques do programa.
Ao todo, a série teve 12 temporadas e um total de 279 episódios. Se, ao longo dessa jornada você se perdeu, parou de ver ou ficou confuso com algumas mudanças, separamos as principais informações que você precisa saber para facilitar a compreensão do último episódio do seriado.

1 – Leonard e Penny ficam juntos!

Um dos casais mais queridos do universo das séries termina juntos! Após muitas idas e vindas, Penny e Leonard casaram-se na nona temporada, em uma simples e reservada cerimônia em Las Vegas. Na décima temporada, um segundo casamento foi realizado, reunindo parentes e amigos.

2 – Sheldon Cooper está casado!

Sheldon é um dos personagens mais emblemáticos da televisão. O jeito peculiar e muitas vezes meio bizarro (um bom bizarro, aliás) é um dos melhores atrativos da série. Ao longo dessas 12 temporadas, Sheldon foi o personagem que mais evoluiu. Se antes era uma tormenta qualquer tipo de contato físico com outros ou até mesmo manifestação de emoções mais intensas, o físico teórico superou essas barreiras. No final da décima primeira temporada, Sheldon Cooper casou-se com Amy Farrah Fowler, em um cerimônia que derreteu o coração de qualquer fã.

3 – A primeira filha nerd!

O primeiro nerd a ter um filho foi Howard. Na décima temporada, nasceu a filha do engenheiro aeroespacial com Bernadette. Em homenagem ao famoso cometa, a bebê recebeu o nome de Halley. Já na décima primeira temporada, nasceu o segundo filho do casal: Neil Michael, em homenagem ao astronauta Neil Armstrong e ao pai de Bernadette.

4 – Raj ainda não encontrou um relacionamento estável

Se todos os outros personagens conseguiram formar casais fofos e excêntricos, Rajesh Koothrappali ainda não encontrou sua alma gêmea. Um dos personagens mais queridos do público, o astrofísico até conseguiu resolver (em partes) a doentia timidez, começando inclusive, alguns relacionamentos, mas sem grandes avanços.

5 – Sheldon e Amy estão próximas de ganhar um nobel da física!

O casal mais nerd do planeta decidiram trabalhar juntos em um ousado projeto que visava comprovar a teoria da supersimetria. Claro que esse plot teve alguns percalços no caminho: os dois cientistas se envolveram em uma briga por plágio e quase que o crédito de Amy na pesquisa teve que ser removido. Dessa forma, no derradeiro episódio da série, acompanhamos a conclusão de uma das situações mais especiais de The Big Bang Theory.

Maratone The Big Bang Theory com a CSSAT

A tecnologia do CSSAT trouxe consigo o avanço da TV digital, que tem o intuito de solucionar o problema daqueles que só possuíam acesso aos canais de TV analógicos de má qualidade: o sinal de TV analógico era instável e de péssima qualidade do sinal.
Muitas vezes a tecnologia empregada sofria interferência de diversas fontes, comprometendo a qualidade do sinal, o som e a imagem. Dessa forma, o teste CS é a solução que faltava para você acompanhar sua série favorita. Acesse a sua série predileta com seu celular, tablet, notebook, TV e demais dispositivos. Conte com teste CSSAT e boa maratona!

Conheça a CS SAT: https://www.cssat.com.br
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2019.05.10 07:05 giulianosse Apatia; viver faz ainda menos sentido e literalmente não vejo saída pra isso

Aviso que isso vai ser longo. Provavelmente ninguém lerá até o fim, mas eu juro que tentei resumir o máximo que pude.
Background: 2018
Eu, 23 anos, basicamente um fracasso em quase todos os aspectos possíveis da vida.
Em julho descobri que seria jubilado no final do semestre após cursar 4 anos de um curso que eu amo em uma das faculdades mais prestigiosas do país pois não tinha vontade e ânimo de estudar (dificuldade de me adaptar = DPs = poucos amigos)... mas tudo bem
Sempre tive poucos amigos. Muitos colegas e conhecidos, mas poucos amigos de verdade. Sou super introvertido, mas depois que conheço mais a pessoa me torno o cara mais extrovertido do planeta. Não gosto de ir em festas e baladas onde não conheço ninguém, mas adoro passar uma noite enchendo a cara e falando/fazendo merda no boteco mais sujo da cidade com meus amigos. Sempre tive sobrepeso, fui feio e tive zero auto-estima, então nunca aprendi a me aproximar de alguém novo... mas tudo bem
Tenho os hobbies mais caseiros possíveis: livros, séries, jogos e filmes. Porém, assim como minha persona social, sou esquisito e sou doido de vontade de fazer outras coisas mais "ao ar livre" tipo viajar para outras cidades/países, ir em shows, festas, praticar um esporte; só faltava companhia mesmo... mas tudo bem.
Nunca tinha tido uma relação amorosa. Pior, sequer consigo conversar direito com meninas. Apesar de não ser mais bv, ainda assim era virgem e nunca tinha sentido vontade de ter um relacionamento... mas tudo bem.
Digo "tudo bem" pois eu aceitava perfeitamente a minha mediocridade. Eu não era feliz, mas de certa forma conformado e satisfeito com a minha situação... e isso era o que importava. Era contente e deixava a vida me levar.
Aí chegou setembro.
Logo no começo do mês, viajei com uns amigos e passamos um fim de semana enchendo a cara em um sítio, como fazemos semi-regularmente. Sempre vão basicamente as mesmas 8-10 pessoas, às vezes alguém novo. Eis que o impossível acontece: uma garota da minha idade, amiga comum de todos os meus companheiros (todos na casa dos 28 anos pra cima), também foi. Inicialmente eu não dei a mínima, mas aconteceu que ela estava 100% interessada em mim. Até eu, um zero a esquerda nesse assunto, notei isso na hora.
Enfim, por iniciativa dela acabamos se pegando (e eu, na ansiedade e pânico do momento, acabei nem me despedindo dela quando fui embora no domingo hahaha)
No dia seguinte, resolvi adicionar ela no Facebook (como faço com todas as pessoas novas que conheço) e, pasmem, ela vem puxar assunto. No começo, mal conseguia responder. Ela teve muita insistência em continuar me dando trela. Papo vai, papo vem e acabo "descobrindo" que ela estava realmente interessada em mim.
Acabou que, em basicamente uma semana, estávamos trocando mensagens todos os dias e conversando basicamente o dia inteiro sobre tudo, tudo mesmo. Contei coisas pessoais que nunca tinha falado pra ninguém. Ouvi, também. Éramos compatíveis em literalmente tudo. Nos abrimos como livros. Nunca havia sequer imaginado que poderia ser íntimo assim com outra pessoa em minha vida.
Acabou que, obviamente, nos apaixonamos. No começo foi meio estressante (duas semanas depois, primeiro encontro, eu já a pedindo em namoro e ouvindo um "não" porém continuamos interagindo da mesma maneira; ela ficando com outras pessoas em um bar e depois vindo contar, chorando, que não podíamos ser nada além de amigos; ela mudando de opinião 180º um fim de semana depois) mas deu que acabamos por enfim namorar.
Não quero me prender muito aos detalhes, mas apenas gostaria de dizer que foram os melhores três meses da minha vida. Eu a amei, e era tudo absolutamente 100% recíproco. Fizemos planos, fomos descobrindo ainda mais coisas e hobbies que éramos compatíveis... até brincávamos que estávamos bancando o Juscelino Kubitschek edificando Brasília - 50 anos em 5 - pelo ritmo das coisas. Não sou muito de filmes românticos, mas eu ainda acredito que nossa paixão era melhor que 95% de todos os roteiros e scripts que alguma vez já foram lançados no cinema (assistam "Spring" - além de ser um filme pica d+, é basicamente uma alegoria 1:1 do nosso namoro até então. Ficamos até meio chocados quando assistimos)
Nesse período eu também dei um duplo twist carpado na personalidade - minha auto estima foi de negativo a 100, comecei a me vestir melhor, fiquei mais extrovertido - as pessoas sempre nos chamavam para participar de qualquer coisa - e animado, comecei a expandir meu círculo social; passei no vestibular - extremamente concorrido e difícil da mesma universidade que fui desligado - sem estudar absolutamente nada, estava pronto para arranjar um estágio/emprego na área que sempre sonhei... Evoluí pessoal e profissionalmente nesses 3 meses o que não havia feito em 5 anos.
Começou 2019.
Tudo estava correndo na mais perfeita normalidade... até mais ou menos a metade de janeiro. No período de uma semana, um interruptor mudou nela. Da mesma maneira que a relação esquentou, esfriou... porém sem nenhum motivo óbvio. A mudança foi de nível "trocar 300 mensagens melosas por dia e o caralho a quatro" e contar os segundos até que pudéssemos nos ver novamente pra "tô cansada e ocupada, só posso falar de noite" e ficar indiferente quando finalmente nos encontrávamos.
No último dia do mês ela terminou por telefone. Ela disse que "não estávamos na mesma fase de vida" (ela havia terminado uma relação de 6 anos no começo de 2018) e que se isso continuasse ela iria me tratar ainda pior a cada dia que passasse, como foi com o ex dela. Disse que gostaria de continuar "sendo amigos", mas nem isso acabou por ser recíproco. Provavelmente queria aproveitar a vida e não arrumar outra relação séria tão cedo, enfim.
Antes que alguém pense nisso - não, eu não estava sendo traído nem nada do estilo. Disso eu tenho absoluta certeza pelo que eu conhecia dela. E também não digo que eu não tive culpa de nada - durante o último mês da relação, a falta de reciprocidade estourou a minha ansiedade pra mil e isso mais que certeza contribuiu bastante pro final.
Para a surpresa de ninguém, isso foi como um tiro pra mim. Não esperava um término de fato, ainda mais sem nenhuma explicação. Mas o pior do pior de tudo foi o pós - agora, no caso.
Pense em alguém que esteve a vida inteira caído no chão. Um belo dia, alguém lhe dá a mão e a ajuda a levantar. Assim que a pessoa, por fim, finalmente fica de pé, alguém passa uma rasteira por trás e a pessoa volta a cair no chão.
Como eu falei, antes eu era medíocre, mas era conformado. Hoje eu voltei à mesma mediocridade, mas não consigo mais me contentar após ter visto "o outro lado" da vida. Como era bom ter uma pessoa na vida que realmente se importava com você. Como era ser amado por outra pessoa. O que é intimidade. Como é bom ser valorizado pelo que você é.
Infelizmente, tudo que conquistei acabou por voltar ao modo que era antes. Estou na mesma merda em relação à faculdade (falta de ânimo pra estudar = fazer poucas matérias no semestre = deixar de me enturnar com os outros calouros = suicídio social 2.0), não consegui um estágio, tenho quase 24 anos sem experiência profissional, sem um diploma, sem círculos sociais novos.
Nem tudo foi pro lixo. Ainda mantenho o meu peso (lá pra maio do ano passado comecei a fazer uma dieta que emagreci 25kg em 6 meses - me perguntem sobre jejum intermitente que eu sou profissa nisso!) e me sinto 1% mais confortável no meu corpo, minha relação com o meu pai melhorou e não perdi nenhum amigo que tinha após o termino (tanto porque nosso círculo social era o mesmo).
Porém, eu tenho vontade de acabar com tudo todos os dias.
Diversas pessoas me contaram, na época, que isso ia passar. Eu ainda penso nisso quase todos os dias. Pior ainda pois estou bem desocupado (tenho só 2 aulas por semana).
Venho tentando ser o mais social possível, organizando bares, encontros entre amigos, programas, churrascos... tudo pra ter um pouco de companhia. Mas, eu te pergunto, e aí? Todos meus amigos, por serem mais velhos, tem suas responsabilidades e não estão sempre disponíveis. Sem contar que eu sinto que a cada dia eles estão se enchendo de mim, por eu estar projetando toda essa carência (só conversei sobre meu término de vdd com um dos meus amigos, que além de ser família eu o considero praticamente como um irmão)
Nunca fui fã de acreditar em destino, mas vira e mexe me pego pensando "será que ela era 'a minha alma gêmea' e como eu caguei na oportunidade ficarei solitário pelo resto da minha vida?". Leio milhões de relatos na Internet de pessoas que são solteiras com seus 30, 40, 50 anos e me vejo no lugar delas. Tentei por um tempo dating apps mas foram poucas pessoas que me interessaram, ainda menos que sequer responderam minhas mensagens e nenhuma até agora que sequer deu a mínima bola. Me considero um 6 de aparência, mas sempre me prezei pelo meu humor e capacidade de conversa. Fato é que ninguém me quer.
Com toda certeza também nunca encontrarei alguém como ela na minha vida. Isso não é papo e sim praticamente um fato. Quais as chances de alguém, além de me achar interessante e bonito, dar a iniciativa que está afim de mim, me dar bola, ser bonita, possuir os exatos mesmos gostos e hobbies, mesma personalidade, mesmo senso de humor, maturidade... mesma porra toda? E ainda possível conhecer ela por intermédio de amigos? Absolutamente zero.
E é por isso que não vejo mais sentido nessa vida. Só estou prolongando o meu sofrimento e apatia a cada dia que passa. Estamos já quase na metade do ano em um piscar de olhos e sinto que tô jogando minha vida no lixo. Francamente, meu desejo de viver acabou quatro meses atrás e atualmente eu sou apenas um zumbi vivendo em função do momento. Não há um dia que passe e eu não pense em como seria reconfortante dar um fim nisso tudo.
Se você leu até aqui: meus eternos agradecimentos e desculpas por ser algo tão patético. Desabafar me trouxe um alívio momentâneo, mas atualmente é tudo que eu tenho.
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2019.04.04 08:25 jwachowski Coisas fora da linha do tempo

Eu tinha rasgado todos os retratos dela. Apaguei todas as nossas fotos do computador. Exclui também as da nuvem. Não que eu a odiasse, talvez o contrario disso. Depois de tanto tempo achei que tinha superado. Achei que eu era mais forte que ontem mas não. Uma lembrança que eu achei por acaso tem me derrubado. Um retrato nosso que encontrei dentro de um livro tem me perturbado. O livro era o Venha ver o por do sol e outros contos da Lygia Fagundes Telles que ela me deu para fazer um trabalho da faculdade. Eu lembro do dia da foto. Fomos jantar na casa de um amigo de escola dela que tinha uma polaroid. Ele tirou duas fotos e nos deu uma. Essa que agora encontrei. Mas eu não lembro de ter guardado essa foto. E quanto a ela, já tinha até esquecido que a joguei no fundo do meu coração. A tranquei no cemitério das mágoas e para trás eu nunca mais olhei. Nunca mais nem lembrei. Mas agora olhando essa foto de nós dois, é como se tudo que eu escondi debaixo do tapete viesse a tona. O tapete chega estava alto. Eu tenho que ser sincero. O que eu não superei foi ter sido um cuzão. Eu não superei a mim mesmo. Todos ficaram com raiva de mim. Ela, a família dela, o gato dela, o ex dela, todos enfim. Falamos muitas coisas que não deveriam ser ditas. Depois de tantos anos juntos sabíamos exatamente onde nos ferir. Mas o que me deixou com raiva foi ela ter nos exposto. Eu não sou santo, milagre nunca prometi. Sempre disse que tentaria ser o menos cuzão possível. Nunca disse que conseguiria. Ao contrario dela que nunca mexeu um dedo se quer para melhorar como pessoa. Pelo menos isso aprendi com ela. Se desconstruir não te leva a lugar algum se não foi você que tomou essa decisão. Essa mudança não pode ser feita por um algoritmo. Algoritmo não tem alma. Algoritmo não se apaixona nem sente dor. Algoritmo não chora nem sente raiva. O algoritmo nunca vai entender isso que eu estou sentindo. Porque na verdade nem eu sei. Só sei que numa separação não existem culpados ou inocentes. As vezes ás coisas simplesmente são ou não. E pau no cu de vocês que acham que eu estou mentindo. Faz bem ás vezes usar o bom senso. Ninguém nunca vai saber o que aconteceu e a pós verdade é um cigarro que a gente fuma depois de trepar e achar por um microssegundo que encontramos nossa alma gêmea. Ela aparentemente está melhor agora sem mim. E acho que eu sem ela. Tudo tem um fim. E o importante pra mim foi que aprendi o mesmo tanto que sofri. Vi algumas coisas que só podem ser vistas de longe ou quando alguém nos conta. Vi algumas coisas que o algoritmo não vê. Coisas fora da linha do tempo. Eu quero sair dessa bolha. Eu quero melhorar mas essa linha do tempo sem fim está nos deixando loucos. Sinto que tem algo errado mesmo tentando fazer a coisa certa. Talvez eu esteja entrando em outra bolha? Sim, mas foda-se. O que eu posso fazer por hora é me afastar, refletir e digerir tudo que aconteceu.
Coloquei o livro de volta na estante. Perdi o tesão de ler. Ia ligar o computador mas deixa para lá. Peguei um cd antigo e coloquei no toca CD empoeirado. Acendi outro cigarro e sem deixar apagar a chama do isqueiro queimei a última foto dela.
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2019.04.01 04:20 williambotter Alma gêmea ou amor pragmático? Como medir o impacto das crenças nos relacionamentos

Alma gêmea ou amor pragmático? Como medir o impacto das crenças nos relacionamentos submitted by williambotter to brasilnoticias [link] [comments]


2018.07.02 03:02 PossessedBroccoli Primeira namorada e um final não tão feliz

Primeiramente gostaria de pedir desculpas pelo texto enorme, mas foi o jeito que achei de contar toda a história. Coloquei um TL;DR no final.
Há um tempo atrás conheci uma garota no Facebook. Foi através de uma postagem de um amigo em comum, que começou a assistir uma série que ambos já haviam assistido. Nos adicionamos e depois de conversar bastante, vimos que tínhamos muita coisa em comum e simplesmente não faltava assunto, então depois de algumas semanas de ótimas conversas e diversas risadas acabamos por combinar de nos encontrar pessoalmente em uma ida ao cinema.
Foi nessa ida ao cinema, que o jeito tímido de ambos ficou muito claro, porém como a gente já tinha bastante assunto das conversas pela internet, logo veio o quebra-gelo e nós conversamos durante todo o nosso encontro. No final, rolou um clima e nós ficamos. As semanas seguintes a esse acontecimento foram as melhores da minha vida, com diversos encontros em lugares que ambos gostávamos, pensei que havia encontrado minha alma-gêmea. Foi então que resolvi tomar um novo passo: pedí-la em namoro, e ela aceitou com um enorme sorriso no rosto.
Os primeiros meses de namoro foram perfeitos, até que depois de cerca de 8 meses ela foi se mostrando cada vez mais "instável": brigas constantes sem motivo, ciúmes de colegas de trabalho que estavam adicionadas no meu perfil do Facebook, ciúmes do tempo que eu passava com a minha família (e que segundo ela, poderia estar com ela). Foram diversas amizades perdidas, vários hábitos antigos (como reunir os amigos e jogar videogame) interrompidos a pedido dela. Quando decidi entrar na academia pois queria fazer alguma atividade física, ela surtou e disse que eu só iria pra lá para xavecar outras mulheres.
Nesse momento eu estava sofrendo e pensando 10x antes de puxar assunto sobre qualquer coisa, para não gerar uma briga. Até que numa atitude diplomática e depois de muita insistência da minha parte, sentamos para conversar e tentar resolver essas pendências. Nesse dia, ela explicou que tinha diversos problemas familiares, problemas de personalidade e que desde mais nova sofria de depressão, chegando até a se ferir algumas vezes. Isso foi um baque enorme pra mim, que jamais tinha lidado com algo assim.
Pensei que podia mudar essa mentalidade dela, que o amor que nós tínhamos era suficiente pra "curá-la" de toda essa agonia. Porém eu estava muito errado, daquele dia em diante o relacionamento entrou em um enorme declive: eram brigas diárias, destratos e muita pressão psicológica e eu, sem entender nada disso e sempre dando o meu melhor, acabei sofrendo com tudo isso até que com cerca de 1 ano e meio de namoro, nós terminamos e cortamos contato. Ela acabou aceitando o término, depois de muito chorar e se declarar dizendo que não conseguiria ficar longe de mim. Meio que por uma enorme ironia da vida, na mesma semana desse término, a empresa onde eu trabalhava na época fez um corte de gastos e eu fui demitido junto com diversos outros empregados.
À partir daí, foram semanas difíceis, eu passava grande parte dos dias triste e me perguntando onde eu havia errado, o que eu havia feito para merecer tudo aquilo. Eu estava sem ânimo pra sair de casa ou fazer as coisas que eu mais gostava, quase cheguei a desandar na faculdade por conta disso. Esse término acabou mexendo com minha personalidade, aquele rapaz que apesar de tímido, era alegre e sociável acabou se tornando sério, quieto e reservado, mudança que foi notada até por minha família.
Porém, quando eu fui começando a me conformar com tudo aquilo e seguir com minha vida, recebi a ligação de um processo seletivo que havia feito uns dias atrás avisando que eu havia passado e que seria contratado por essa nova empresa. Uau! Aos poucos, minha vida ia voltando aos trilhos. E assim, comecei a trabalhar nessa nova empresa, que ficava em outra cidade. Às vezes trabalhava aos finais de semana, porém não achava isso ruim pois era fazendo algo que eu adorava e o salário era satisfatório para manter um estilo de vida confortável e ainda ajudar meus pais. Porém, cerca de três meses depois, a minha ex-namorada, meu primeiro amor, retomou o contato comigo dizendo que queria tentar novamente.
Ela dizia que havia mudado, que tudo aquilo estava no passado e que dessa vez tudo seria diferente. Eu, ingênuo e empolgado com essa fase de boas notícias, aceitei e começamos a sair de novo. No começo, eu estava meio receoso por conta das marcas que ficaram da experiência anterior, porém tudo parecia fluir positivamente. Realmente, ela havia mudado e não rolavam mais brigas como antigamente, porém ela ainda exercia uma pressão psicológica imensa em cima de mim, revertendo toda situação para tentar me fazer ser o vilão da história e se fazer de vítima.
Como eu já não dispunha de tanto tempo quanto antigamente, logo vieram também as reclamações de que "eu passava muito tempo no trabalho", "eu não estava me dedicando", "eu ia todo dia para a academia" e outros argumentos mais, todos baseados em ciúmes infundados. Desde a primeira vez que namoramos, eu nunca fui aquele tipo de cara que ficava xavecando outras mulheres, sempre fui um cara que só queria se dedicar ao máximo no namoro que já possui, e isso não mudou até hoje.
Minha "nova" personalidade também a incomodava. Eu, que era amável e carinhoso estava um pouco frio e distante, e não receber a atenção na mesma quantidade que antes a irritava demais. Com isso logo voltaram as crises de ciúmes e a mesma rotina de brigas constantes e desentendimentos sem motivo, junto com a pressão psicológica super pesada que ela exercia em mim, até que essa situação toda me cansou e me fez terminar novamente hoje. Nos momentos em que via que eu não entrava na onda, ela dava chilique dizendo que iria sumir da minha vida ou que iria voltar a se machucar como no passado antes de me conhecer.
Mesmo tendo amadurecido depois da primeira vez, dói demais pensar que deixei amizades para trás, hábitos que eu adorava por conta dela. Porém escrever esse desabafo aqui tirou um pouco do "aperto" que eu sinto no peito agora.
Todos dizem que término não é algo fácil e que isso vai sarar com o tempo e quando eu começar a ocupar minha mente com outras coisas, porém tá bem difícil de lidar nesse momento. :(
TL;DR: Conheci uma garota e ela foi minha primeira namorada, porém ela ficou instável depois de um tempo e terminamos por causa de muitas brigas e pressão psicológica dela. Depois de um tempo tentamos fazer o namoro dar certo de novo porém acabou sendo pior e terminamos novamente hoje. Perdi amigos e minha personalidade mudou um pouco nesse processo. Estou arrasado nesse momento.
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2018.03.13 16:27 hippo341 Ansiedade e relacionamentos

Fala, galera.
Já acompanho o subreddit há um tempo. Na realidade, já era fã do /confession e do offmychest, que são subreddits similares, mas na língua de Shakespeare...
Resolvi criar uma conta pra postar fora do meu perfil, por motivos óbvios.
Tenho um relacionamento conturbado, problemas de ansiedade e depressão, e ultimamente não tenho estado bem.
Terminei com minha ex-namorada em abril de 2014, e desde então temos retomado o relacionamento e terminado inúmeras vezes. É meio surreal de entender, mas é isso mesmo. Acho que já voltamos e terminamos umas 5 vezes. Em todas elas eu é que quis terminar, mas eu sempre tinha uma recaída, e nós voltávamos.
Em abril de 2014 eu me mudei da cidade da Amanda (vamos chamá-la assim), e fui embora decidido a terminar e começar uma nova vida na cidade para a qual havia sido transferido. As coisas não foram tão bem na cidade nova e acabamos retomando, mesmo com a distância (+ de 1.000 km). Mas sempre ficava latente na minha cabeça que não era aquilo que eu queria, embora eu me sentisse culpado de terminar algo por motivos outros que não a pessoa dela em si, ou seja, por causa da família problemática dela, da sua falta de ambição nos estudos, da falta de dinheiro dela. Com o tempo também desapareceu aquele tesão de início de namoro, dando lugar à indiferença sexual.
Então eu terminava. Logo depois ela me procurava pra conversar, ou vice-versa, e voltávamos a falar e nos encontrar quando dava.
Em dezembro de 2017 "terminamos" pela última vez e achei que ela estava decidida a não falar mais comigo, pela enrolação a que tenho submetido ela todo esse tempo.
Mas recentemente descobri que ela estava bem mal de depressão e que tentou até se matar. Fiquei muito abalado... Acabamos conversando e ela mais uma vez abriu uma janela para voltarmos, desde que eu parasse com esse vai-e-vem (termina, retoma, termina, retoma...). Eu sinceramente não sei o que pensar.
Ando me sentindo um lixo. Às vezes tenho vontade de retomar, chamá-la pra vivermos juntos, e tentarmos ser felizes. Noutras horas penso nas implicações disso tudo e fico com medo, paralisado, pensando "e se der errado?". Alguém mais tem medo de rejeitar uma pessoa e depois acabar sozinho(a)?
Eu não acho a Amanda a pessoa perfeita, ela tem muitos defeitos, mas eu também. Eu me sinto culpado ainda da situação atual dela, de viver essa depressão monstra. Penso que poderíamos retomar, mas sinto medo. Já foram tantas tentativas... por que daria certo agora? Será que não estou retomando mais por culpa e medo de acabar sozinho? E se a Amanda for minha verdadeira alma gêmea e eu só me der conta disso mais tarde?
A vida é complicada... eu queria poder ser firma, incisivo, decidido e menos ansioso. Mas sempre acabo voltando pro buraco depois de um tempo. Revirando e remoendo as coisas do passado... Ultimamente tenho pensado que masturbação e ver pornografia, ainda que ocasionalmente, tem piorado meu quadro. Até me inscrevi no nofap pra ter mais forças pra evitar esse comportamento. Mas morando sozinho é algo ainda mais difícil de evitar. Eu sempre durmo esperando que no dia seguinte vou acordar com a resposta para os meus anseios, mas ela não vem. Acho que me falta na vida arriscar, sem temer percalços. Ter mais coragem.
Obrigado por ler meu desabafo! Se quiser comentar, sinta-se à vontade. abraços
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2018.01.09 07:28 Whiteclusterl Como deixar o passado de lado?

Como se deixa certas coisas que já aconteceram de lado? Sempre fui uma pessoa que vive no passado, seja ele bom ou ruim. Praticamente todos os dias penso e repenso nas coisas que deram certo, nas que deram errado (penso mais nessas do que nas boas em si), nas amizades de pessoas que nunca sequer foram minhas amigas mesmo e que já não tenho tanto contado... Tudo isso. E a parte mais engraçada é que eu não fico no canto chorando e sentindo dor por isso, sabe? A minha vida hoje em dia está consideravelmente melhor do que antigamente. Tenho uma namorada na qual acredito que é minha alma gêmea e que pretendo casar daqui a alguns anos, minha vida acadêmica está ocorrendo bem até agora, entrei de cabeça no hobbie de tocar guitarra e estudar música e sinto que me encontrei. Tenho pouquíssimos amigos próximos, mas tenho. É como dizem né? Antes só do que mal acompanhado. E mesmo com isso tudo, sempre me pego pensando em como alguns fulanos de tal nunca foram amigos meus e nunca ligaram pra mim e que eu só servia de saco de pancada emocional, como tal situação ruim ocorreu há 2 anos atrás e eu fui otário, como eu sofri bullying no colégio e blá blá blá. Eu sinceramente tô cansado de ficar pensando nessas coisas e quero seguir em frente. Como vocês conseguem?
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2017.07.04 02:20 anselmocaramelo O cara é inteligente, bonito e simpático, mas usa tornozeira eletrônica...

Diante duma situação dessas, o que fazer? Cair fora, que é mais seguro. Perdoar, todos podem recomeçar a vida. Perguntar pra saber do que se trata e dependendo for aceita o cara. Ou então levanta a barra da calça e mostra a sua tornozeleira eletrônica (que coincidência... Almas gêmeas, hein?)
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2016.10.17 12:33 monge_fracassado Frases de Tia Neiva

DEIXE QUE A LUMINOSIDADE DIVINA ILUMINE O TEU SER!... FECHE OS OLHOS FÍSICOS E ABRA OS OLHOS DO ESPÍRITO, PARA QUE JESUS POSSA ENTRAR...
SOMENTE O AMOR NOS GUIA E NOS TESTA A TODOS OS INSTANTES DE NOSSAS VIDAS CÁRMICAS.
MUNDO É UM HOSPITAL ONDE A CURA É A PRÓPRIA DESOBSESSÃO.
DECEPCIONAR OS OUTROS É O MESMO QUE ASSASSINAR, MATAR AS ILUSÕES, OS SENTIMENTOS DOS QUE ACREDITAM EM NÓS!
QUANDO CHEGO NO TEMPLO OU NAS HORAS DE TRABALHO, ESQUEÇO DE NEIVA E PASSO A VIVER SOMENTE TIA NEIVA.
SER HONESTO EM TODOS OS SENTIDOS! NÃO SE ESQUEÇA DE QUE, POR MAIS ESCONDIDO QUE ESTEJA, A SUA SOMBRA PODERÁ SER VISTA!...
A NOSSA RESPONSABILIDADE É GRANDE DEMAIS PELO COMPROMISSO QUE ASSUMIMOS, NOS PLANOS ESPIRITUAIS, PARA SERMOS O SOCORRO FINAL NESTA NOVA ERA.
NÃO SOMOS POLÍTICOS. PORÉM, TEMOS COMO OBRIGAÇÃO OBEDECER ÀS LEIS E CUMPRIR COM DIGNIDADE O QUE NOS REGEM OS GOVERNANTES DE NOSSA NAÇÃO.
JUNTO A MIM, NA LONGA ESTRADA, EM DIREÇÃO À PORTA ESTREITA, ESTÁ COMIGO O DOUTRINADOR!
TODOS NÓS TEMOS UM AMOR, UM GRANDE AMOR NA NOSSA VIDA, QUE DIZ SER A NOSSA ALMA GÊMEA!
QUANDO ESTAMOS EM PAZ COM A GENTE MESMO, NADA NOS ATINGE.
VAMOS EQUILIBRAR OS TRÊS REINOS DE NOSSA NATUREZA E PAGAR COM AMOR O QUE DESTRUÍMOS POR NÃO SABER AMAR...
QUANTO MAIOR FOR O CONHECIMENTO DENTRO DA CONDUTA DOUTRINÁRIA, QUANTO MAIS PARTICIPAREM DOS TRABALHOS NO TEMPLO, MAIS CONFIANÇA VÃO ADQUIRINDO E, ASSIM, A INSEGURANÇA VAI ACABANDO.
DEVE SER EVITADO O EXCESSO DE CONFIANÇA, PENSANDO QUE NADA MAIS TEM A APRENDER, E CAIR NO FEIO ABISMO DA VAIDADE!
VAMOS, MESMO QUE COM ESFORÇO, NOS TORNAR PRESTATIVOS, CUIDANDO DE TUDO E DE TODOS COM ATENÇÃO E CARINHO, FAZENDO COM QUE AS PESSOAS SE SINTAM BEM COM NOSSA PRESENÇA.
A LÍNGUA É O CHICOTE DO CORPO!
REMONTAMOS SÉCULOS, ATINGINDO NOSSOS ENSINAMENTOS E NOSSAS HERANÇAS TRANSCENDENTAIS, PORQUE SABEMOS QUE TUDO VIBRA E IRRADIA NESTE UNIVERSO, ONDE TUDO É FORÇA, É LUZ, É VIDA!...
NÃO DÊ OUVIDOS A INTRIGAS NEM A CALÚNIAS. SÓ A ÁRVORE QUE DÁ BONS FRUTOS É APEDREJADA POR AQUELES QUE NÃO ALCANÇAM SEUS FRUTOS. A ÁRVORE QUE NÃO DÁ BONS FRUTOS, NINGUÉM DÁ IMPORTÂNCIA A ELA...
PRECISAS DISTINGUIR ENTRE O VERDADEIRO E O FALSO. DEVES APRENDER A SER VERDADEIRO EM TUDO: PENSAMENTOS, PALAVRAS E AÇÕES.
PRINCÍPIO SUPERIOR DE TODOS OS MISSIONÁRIOS É O TRABALHO.
EQUILÍBRIO MORAL É O PRINCÍPIO E O PODER DE TODAS AS COISAS.
PROCURE O LADO BOM DA VIDA. SEJA OTIMISTA, PROCURE SUBIR E ESPERE SEMPRE O MELHOR. COM O CORAÇÃO ESPERANÇOSO, TEREMOS TODAS AS COISAS
NOBRES QUE DESEJAMOS.
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2015.07.12 04:38 drink_your_tea Quais telenovelas dos últimos 5-10 anos foram as melhores, nas suas opinões?

Oi pessoal!
Quais são as melhores telenovêlas dos últimos cinco ou dez anos? Pergunto pelas seguintes razões: cinco anos atrás, morei no Brasil por uns cinco meses; foi uns dos tempos mais felizes da minha vida! Agora moro nos estados unidos (sou americana), e sinto que estou perdendo o meu português. Não quero que se piore mais ainda do que já esqueci ou perdei. Achei que seria bom mantêr a minha habilidade com o português por assistir programas brasileiros - no momento, assisto no MasterChef Brasil no YouTube e estou adorando mesmo!
Me lembrei que tem telenovelas brasileiras maravilhosas. Se eu puder econtrar algumas delas no YouTube, quais seríam as melhores ou as mais amadas? Quais da última década foram as suas preferidas?
Quando estive no Brasil, assisti Senhora do Destino (gostei), America (meio estranho assistir como americana, mas ainda interessante!), e parte de Alma Gêmea.
Muito obrigada! Se eu fizesse erros, me desculpem por favor :)
Edit: Muito, muito obrigada por todas as suas recomendações!! Tô muito emocionada pra assistir as melhores das melhores, já que sei quais são. Obrigada de novo!!
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