Alguns homens nunca vai ter uma namorada

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2020.09.10 23:51 Helamaa ūüė≥ūüĎČūüŹĽūüĎąūüŹĽ

a car√™ncia t√° imoral e eu t√ī procurando uma namoradinha, se vcs conhecerem alguma mina que tenha esses requisitos, me avisem redpillada channer, dogoleira, wgtow, ancap, , jogadora de poker, bv, virgem, sem amigos, crente, f√£ da UDR,magrela, footlet,escuta Chico Buarque, weeabo, hikkimori, otaku, gameri, hetero,federal,trader de bitcoin,hacker, defacer, cubista, penspinner, recordista de memoriza√ß√£o de baralhos, timida, m√£e de pet, hidratada, n√£o consumidora de a√ßucar, saud√°vel, youtuber, netolover, pooper, cambista, shitposter, anarquista, materialista, roquista, travesquista, mono talon vlogger, blogueira, e-girl, intolerante a lactose, intolerante a gluten, grinder e hipn√≥loga, fiel, niilista existencialista, metaleira, headbanguer, pelo no suvaco, patriota, masoquista, ballbuster, jogadora de minecraft, buceta fedida, que n√£o tenha medo de chuta minhas bolas pelo amor de deus eu nao consigo encontrar uma menina pra chutar minhas bolas por favor deus eu imploro nao agusnto mais isso nao eh um meme porque voces tem medo de me chutar no saco. Ra√ßa: n√≥rdica Altura: 170cm+ Pele: 1 ou 2 (Fitzpatrick) Olhos: 7+ (Martin) Cabelos: qualquer cor, mas apenas lisos ou ondulados (FIA) Nariz: reto ou virado para cima Cr√Ęnio: dolico ou mesocef√°lico √ďculos: n√£o Aparelhos: n√£o Queixo furado: n√£o Covinhas: n√£o Orelha presa: n√£o Orelha de abano: n√£o Franja em V: n√£o Pelos no corpo: muito pouco Tatuagem: n√£o Gradua√ß√£o: apenas cursos voltados √† pesquisa Faculdade: apenas bem conceituadas Habilidades matem√°ticas: sim Idiomas: flu√™ncia em ingl√™s e mais outro idioma √Ālcool, cigarro, drogas: n√£o, nenhum Personalidade: introvers√£o Cultura: europeia ocidental RELIGI√ÉO: Crist√£ Ortodoxa Gostar de escutar rog√©rio skylab:
Para ser sincero, voc√™ precisa ter um QI muito alto para entender Rog√©rio Skylab Para ser sincero, voc√™ precisa ter um QI muito alto para entender Rog√©rio Skylab. O humor √© extremamente sutil e, sem uma compreens√£o s√≥lida de filosofia moderna, a maioria das piadas vai passar despercebida pelo telespectador m√©dio. H√° tamb√©m a vis√£o niilista de Rog√©rio, que est√° habilmente tecida em sua caracteriza√ß√£o - sua filosofia pessoal se baseia fortemente na literatura de Nododaya Volya, por exemplo. Os f√£s entendem essas coisas; eles t√™m a capacidade intelectual para realmente apreciar a profundidade dessas piadas, para perceber que elas n√£o s√£o apenas engra√ßadas - elas dizem algo profundo sobre a VIDA. Como conseq√ľ√™ncia, as pessoas que n√£o gostam de Rog√©rio Skylab s√£o verdadeiros idiotas - √© claro que eles n√£o apreciariam, por exemplo, o humor no bord√£o existencial de Rog√©rio "Chico Xavier √© viado e Roberto Carlos tem perna de pau", que √© uma refer√™ncia cript√≠ca para o √©pico Pais e Filhos do russo Turgenev. Estou sorrindo agora mesmo imaginando um desses coitados simplistas co√ßando a cabe√ßa em confus√£o enquanto as m√ļsicas se desenrolam na tela de seu computador. Que tolos‚Ķ como eu tenho pena deles. E sim, a prop√≥sito, eu tenho uma tatuagem do Rog√©rio Skylab. E n√£o, voc√™ n√£o pode v√™-la. √Č s√≥ para os olhos das damas. E mesmo elas, precisam demonstrar de antem√£o que possuem um QI com diferen√ßa absoluta de no m√°ximo 5 pontos do meu (de prefer√™ncia para baixo).
Rotina, Habitos e interesses: Nofap + Banho Gelado + comer carne crua + comer virado pra parede + biohack + dormir no ch√£o + Jordan Peterson + mewing + HBD + PUA + jelq + dormir 5 horas por dia + caf√© gelado sem a√ß√ļcar + hipismo + compila√ß√£o mitadas En√©as + alho cru + podcast do Joe Rogan + redpill + Brain Force + Jejum + medita√ß√£o iasd + m√ļsicas para concentra√ß√£o, foco e intelig√™ncia + teste de QI da internet + grupos de linhagem viking do facebook + ficar longe do poste de internet 4G + youtube do varg vikernes + ess√™ncia de morango da turma da m√īnica no narguil√© + jogar vape na cara de todo mundo que tentar entrar no bloco da faculdade + 5 segundos de calistenia no deserto do atacama + darkcel + √≥culos do a√©cio na foto de perfil + ler quotes do nietzsche no brainy quote + criar galinha no quarto sem os pais saberem + Alho cru + uma colher de azeite quando acorda e outra antes de dormir + jejum de 24hrs a cada 72hrs + assistir VT no premiere logo que chega do est√°dio + canal Ultras World + LibreFighting + Operation Werewolf + comprar os artigos do Paul Waggener + Centhurion METHOD + humilliation exposure com a finalidade de criar uma crosta na sua mente capaz de desenvolver uma resili√™ncia que resiste √† humilha√ß√£o como se ela fosse nada + tomar banho descal√ßo em chuveiro de academia com ch√£o mijado + muscula√ß√£o caseira + hackear o sono + Empreender + 10 livros de auto ajuda por m√™s + PUA + Selo super f√£ da f√ļria e tradi√ß√£o + Biokinesis + 432hz music + Mexer o pau sem piscar o c√ļ + medita√ß√£o transcendental + veganismo + minoxidil para cultivar uma barba + filmografia Jason Stataham + assistir vikings + redpill + ir no cinema sozinho + treino saitama + coach qu√Ęntico + enema de caf√© + dieta lair ribeiro + agua alcalina + O M√©todo de Wim Hof + sabedoria hiperb√≥rea + artigos da Nova Resist√™ncia + Biblioteca do D√≠dimo Matos + dormir virado pra patede assoviando no escuro pra espantar o curupira + dar 3 pulinhos toda vez que levantar da cama + dizer am√©m quando um 1113 azul passar por voc√™ na rua + 100 flex√Ķes por dia + 6 meses de jelq + injacula√ß√£o guiada + sociedade thule + energia vril + chap√©u de alum√≠nio para se proteger das armas psicotronicas emitidas pela CIA + caderno de anota√ß√Ķes smiliguido + pedir a b√™n√ß√£o ao carteiro toda segunda de manh√£ + 3 horas de academia + 4 horas de corrida + mascar caf√© + exerc√≠cios penianos do Dr. Rey + maratona saga Rocky + trilha sonora saga Rocky + trilogia Mercen√°rios + filmes do Jason Statham + assoviar o hino do Palmeiras de ponta-cabe√ßa + intro do Canal do Nicola em loop + palestras do Antonio Conte + v√≠deos do Rodrigo Baltar + dicas do Gustavo Gambit + aulas de italiano + dormir ouvindo Ultraje a Rigor + ler Walden pelado na mata atl√Ęntica de madrugada + ouvir m√ļsicas em velocidade aumentada + canto gregoriano √°rabe + ensinar hino do botafogo pra calopsita + fritar comida com banha de porco + assistir videos de situa√ßoes de risco com a finalidade de se preparar para o perigo + Terapia Holistica com formandos da UFPR no Jardim Bot√Ęnico + Radiestesia para harmonizar vibra√ß√£o da casa + Metatron 432HZ no YouTube entoando a ora√ß√£o EU SOU + ler O C√≥digo da Vinci + Jesus Qu√Ęntico + Barra Fixa na pra√ßa de madrugada escutando audiolivro do Jordan Peterson na voz do cara dos Fatos Desconhecidos + grupo POPEYE AFIANDO A PIKA + MyInstants AEEE KASINAO + Memes do Fausto Silva + ler O Evangelho dos Animais + stories do Copini no Instagram + Canal SocialGames7 com Gustavo Gambit e CIA + textos de Raphael Machado (Nova Resist√™ncia) + ser ex-membro do grupo Comunismo Ortodoxo + Monja Coen + Fazer origami com papel do bis + perder dinheiro com maquina de pegar ursinho + fumar palheiro com o av√ī + quebrar palito de dente no meio depois que usar + rezar Pai Nosso em aramaico + tentar se comunicar com o ashtar sheran + virar catequista e passar Pl√≠nio Salgado para as crian√ßas + Limpeza de 21 dias de S√£o Miguel Arcanjo + arrancar a fimose comendo cu apertado de galinha caipira + Regata branca WifeBeater com cal√ßa jeans clara e bota marrom + Ingressar na legiao estrangeira + Comprar toras de eucalipto pra reproduzir o centurion method mas nunca come√ßar o treinamento + vender m√°quina de cart√£o de cr√©dito + ler os escritos do Unabomber + Escutar a discografia do Paul Waggener + ler todos os livros do Pavel Tsatsouline + ouvir rap eslavo de cunho pol√≠tico suspeito + caf√© com um cubo de manteiga dentro precedendo a primeira refei√ß√£o do dia + beber 2L de leite por dia + Stronglifts 5x5 + Dieta Cetog√™nica + Canal Jason PROJETO GIGA + Cd do TRETA + comprar torre de chopp no prensad√£o + 2 c√°psulas de Tadalafellas antes do sexo + s√≥ comprar comida japonesa importada pra dieta + comer arroz sem sal com peixe cru sem tempero enrolado em folha do fundo do mar + memes da p√°gina Dollynho Puritano + Deus Vult na capa do Facebook + acessar o dogolachan pelo computador da escola pra postar fanfic gay do Gilberto Barros + Trollar atendentes do mcdonalds no habbo hotel + ligar para o Motel Ast√ļrias perguntar quando custa a bolacha Bauducco que aparece no site + Mandar entregar pizza na Rua dos Tamoios casa n¬į18 com port√£o vermelho + cosplay de russo no Omegle pedindo pra mostrarem a bunda + Dormir imaginando uma linha pra fazer viagem astral + recitar Homero pra mendigo + tomar antibi√≥tico no caf√© da manh√£ + Meditar imaginando o raio de luz violeta que representa a energia transmutadora + Workshop Reiki do Canal Luz da Serra MULHERES TERRAPLANISTAS RALEM.
Primeiro de tudo! Vai tomar no cu, MULHERES terraplanistas! Junto com todas que me contrariaram nos √ļltimos meses falando "dur hur voc√™ n√£o sabe nada de paleontologia, vai assistir seus desenhos filipinos e n√£o encha o saco". TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! LERAM DIREITO? TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! A farsa ficou t√£o √≥bvia, que eles n√£o tem mais como esconder que TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! Alguns mais penas, outros menos penas, MAS TODOS TEM. E aproveitando no mesmo v√≠deo, N√ÉO TEVE METEORO PORRA NENHUMA! Provavelmente as mudan√ßas clim√°ticas naturais, junto com a separa√ß√£o gradual dos continentes, √© que extinguiu a mega-flora e a mega-fauna. E se teve algum meteoro, apenas acelerou o processo em uma regi√£o muito especifica. Agora s√≥ falta as ((especialistas)) e a (((Academia))) admitir que dinossauros nunca existiram e que foi tudo um erro grotesco de interpreta√ß√£o de pessoas que n√£o sabiam que caralhos eram aqueles esqueletos. S√£o apenas aves e mam√≠feros ancestrais de milh√Ķes de anos atr√°s. E antes que eu me esque√ßa, vai todo mundo que me contrariou tomar no cu!
GOSTAR DE MIM POR QUEM EU SOU E NAO PELA MINHA APARENCIA
Sério, de verdade, ser uma pessoa bonita não é fácil em nossa sociedade atual; não é só os olhares de desejo das mulheres e dos homens que me incomoda, e sim, o fato de ser só isso para as pessoas. Sou muito mais que apenas um cara bonito. Tenho qualidades além dessas, e saber que as pessoas não ligam para elas, pois estão entorpecidas de anseio pela minha formosura, me entristece muito.
Não suporto mais ser bonito. Tudo que eu queria era poder nascer de novo num corpo de uma pessoa feia, pois sério, vocês não sabem como me dói saber que por culpa de algo que nasceu em mim (a incrível beleza), serei rotulado eternamente por isso.
Eu trabalho, estudo, procuro, conheço, aprendo! Sou um ser-humano como qualquer outro e não só mais um rostinho bonito.
Pergunta antes de eu poder te namorar: Você é ocultista?
Essa é a pergunta de um milhão de dólares que raramente vejo sendo feita.
Se você ainda não for, pra se tornar minha namorada precisará ser e aqui está como fazer isso
√Č fato que a maior parte da literatura especializada ocidental acredita em Deus e Cristo, somente olhando-o por uma lente diferente. N√£o h√° um ritual que lhe aproxime de Deus, as coisas raramente s√£o t√£o simples. Entretanto, com estudo e medita√ß√£o o caminho come√ßa a ficar mais claro.
Entenda que não sou nenhum senhor da verdade, e o que te falo hoje posso descobrir ser mentira amanhã. Saiba também que um dos maiores problemas desse meio é a falta de um início claro, sendo as obras tidas como introdutórias porcarias completas. Dito isso, lhe respondo o seguinte:
  1. O caminho mais completo para se aproximar do que voc√™ quer come√ßa com no√ß√Ķes do pensamento Hel√™nico. Entenda que boa parte da vis√£o de mundo crist√£ vem da antiguidade cl√°ssica, principalmente as no√ß√Ķes de harmonia e belo. N√£o te pe√ßo para ler tudo o que j√° foi jogado ao ch√£o pelos gregos, mas saiba um pouco das origens das coisas. Tenha uma ideia b√°sica dos quatro humores gregos, e que essa √© uma das origens para atribuirmos personalidades aos elementos da natureza. Entenda um pouco dos seus deuses e Cosmos, porque eles ser√£o utilizados no futuro de forma metaf√≥rica em textos. Saiba que quando aparecer um hermafrodita em um texto especializado n√£o h√° conex√£o com desvios modernos, mas com um simbolismo mais antigo (Salvo engano, sua origem √© Plat√īnica. Mais especificamente, O Banquete, durante os discursos sobre amor).
  2. Entenda que boa parte da origem da magia ocidental vem da conflu√™ncia da cultura grega com a eg√≠pcia, incluindo a alquimia. A t√°bua esmeralda √© um texto obrigat√≥rio. Leia um pouco sobre o Axioma de Maria, A judia. Aprenda um pouco da simbologia alqu√≠mica, porque ser√° importante para voc√™ no futuro. √Č dentro da alquimia que ir√£o discursar sem final sobre a trindade (pelo menos os da corrente de Paracelso). N√£o se pretenda nenhum mestre dos espag√≠ricos, porque os qu√≠micos far√£o isso melhor do que voc√™. Entenda que n√£o havia essa separa√ß√£o absoluta entre o material e o espiritual, ent√£o os dois conhecimentos andaram juntos ao decorrer da hist√≥ria. Entenda tamb√©m que haviam escritores voltados especificamente para a alquimia espiritual, enquanto outros √† qu√≠mica.
  3. Estude a Cabala. Eu entendo que para alguns seja dif√≠cil dar aten√ß√£o √† Cabala Judaica com o surto conspiracionista chan√≠stico sobre a √≠ndole de todo um povo, mas querendo ou n√£o o juda√≠smo √© o Pai da f√© crist√£, sendo Jesus judeu. Entenda que a √°rvore da vida √© um estudo sobre Deus e suas emana√ß√Ķes, e dela vir√° uma boa parte de seu conhecimento.
  4. Leia as coisas atuais sobre o assunto. Dê atenção aos escritores herméticos, principalmente.
Ocultismo é um saco, pelo menos se você for estudar seriamente. Você pode perder a vida se tiver um projeto ambicioso como se aproximar de Deus.
Você também pode pular algumas etapas no que te falei. Sobre a parte do pensamento grego, saiba que boa parte é "dispensável". Dito isso, recomento que entenda um pouco sobre o funcionamento do Cosmos de Ptolomeu. Entenda também alguns dos símbolos planetários, porque seu entendimento irá lhe ajudar no futuro.
Pra me namorar também tem que gostar dos animes:
Akame ga Kill! Akarui Sekai Keikaku Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Criminale! Dog Style Domina no Do! Eden no Ori Evangelion Fullmetal Alchemist K-on! Naruto Shingeki no Kyojin Yu-gi-oh
Sobre assistir Yu-gi-oh; quando eu era adolescente, gostava (na época que passou na TV Globinho e era moda), mas hoje em dia não gosto mais; então não assistiria de novo.
Quanto às minhas lembranças marcantes de Yu-gi-oh:
Em 2003, Yu-gi-oh era moda e todo mundo na escola da quinta e da sexta série jogava com cartinhas piratas, já o pessoal da sétima e da oitava não se interessava. A propósito, em 2003 tiveram duas grandes modas de brinquedos baseados em animes, cartinhas de Yu-gi-oh e Beyblade. Outro brinquedo que todo mundo da quinta e da sexta série levava pra escola em 2003 depois que passou a moda de Yu-gi-oh e começou a moda da Beyblade era a Beyblade.
Outra lembrança marcante que tenho de Yu-gi-oh é que em 2003 na escola o pessoal criava suas próprias cartinhas, fazendo desenhos e estatísticas.
Fujimura-kun Mates Gantz Gou-Dere Bishoujo Nagihara Sora‚ô•ÔłŹ Higurashi no Naku Koro ni Kai: Matsuribayashi-hen Hitsugi no Chaika Ichigo 100% Ichinensei ni Nacchattara In Bura!: Bishoujo Kyuuketsuki no Hazukashii Himitsu Jigokuren: Love in the Hell Jinzou Shoujo JoJo no Kimyou na Bouken Part 4: Diamond wa Kudakenai JoJo no Kimyou na Bouken Part 5: Ougon no Kaze JoJo no Kimyou na Bouken Part 6: Stone Ocean JoJo no Kimyou na Bouken Part 7: Steel Ball Run Kaibutsu Oujo Lucky‚ėÜStar Mahou no Iroha! Mahou Tsukai Kurohime Monster Hunter Orage Mujaki no Rakuen Needless Zero Nyotai-ka Onihime VS Oretama Perowan!: Hayakushinasai! Goshujinsama‚ô™ Re:Marina Rosario to Vampire Saitama Chainsaw Shoujo Sankarea School Rumble Shingetsutan Tsukihime Shocking Pink! Shurabara! Sora no Otoshimono Sora no Otoshimono Pico Akame ga Kill! Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Dorohedoro Nekopara Pet Toaru Kagaku no Railgun Magia Record: Mahou Shoujo Madoka‚ėÜMagica Gaiden Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita.Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita. Isekai Quartet 2Isekai Quartet 2 Ishuzoku Reviewers Somali to Mori no Kamisama Eizouken ni wa Te wo Dasu na!Eizouken ni wa Te wo Dasu na! Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu.Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu. Jibaku Shounen Hanako-kun Haikyuu!!: To the TopHaikyuu!!: To the Top Darwin's GameDarwin's Game Kyokou SuiriKyokou Suiri Plunderer
PRE REQUISITO: GOSTAR DE FILMES DE FAROESTE.
IMPORTANTE: Se você gosta de filmes de super heroi, pare de ler e va se foder.
Se você é assim, fique longe de mim.
N√ÉO QUERO AS MULHERES QUE: As que falam palavr√Ķes As que fumam As que usam drogas As que postam foto com bebida Que bebem (menos ūüć∑, isso √© coisa de dama) As que v√£o para balada, festa, rave etc As que postam foto com decote ou sensuais
Há uma coisa que eu quero que você entenda sobre nós os homens.
Quando voc√™ colocar uma foto sua nua no facebook, fazendo uma pose gostosa, mostrando os seios ou como vemos em v√°rias fotos mostrando o bumbum ou deitada sedutoramente em sua cama, a √ļnica coisa que voc√™ faz √© que as pessoas tenham desejo sexual por voc√™, claro em A maioria dos casos por parte de homens.
Eu sei que voc√™ vai ficar t√£o emocionada com os 500 likes, 120 coment√°rios e as in√ļmeras mensagens privadas! Voc√™ vai querer postar cada vez mais fotos para se sentir cada vez mais no topo.
Mas há algo importante que você precisa saber:
Na verdade nenhum desses caras que gostam, comentam ou enviam mensagens privadas te ama. Tudo o que eles querem é usá-la e depois atirá-la para o lixo, para ser honesto nenhum deles a levaria para sua casa para ser sua esposa, acredite em mim, você para eles não é mais que uma menina de programa em busca de popularidade barata No Facebook.
Os homens ricos os que tem o que você procura "dinheiro" ou os pobres admiram as mulheres que se vestem com decência e se respeitam. Uma vestimenta decente que não revela muito o seu corpo, leva-os a amar e a respeitar-te, isto a simples vista nos diz que és uma mulher virtuosa, alguém a quem se pode levar para casa para ser esposa e mãe.
Isto em muitos casos diz-lhes que você foi criada com princípios morais e lhes dá detalhes do seu bom histórico familiar.
Eles n√£o se preocupam muito com a maquiagem excessiva, uma mulher digna de propor casamento sempre se distingue do monte, n√£o importa como.
Valoriza seu corpo, lembre-se que para encontrar diamantes é preciso cavar, respeita, e um verdadeiro homem vai te respeitar de um modo ou de outro.
Mas você terá muito respeito: Mulher, não mostre seu corpo no facebook, você não sabe que tipo de pessoas, venha suas coisas, você é uma mulher bela, não precisa de fotos, nem mostrar tanto, você pode conquistar com sua simpatia, com seu educación con seu sonrrisa,
As que j√° ficaram com amigos seus, ou que ficam com mais de 3 em um √ļnico ano As que n√£o trabalham ou estudam (ou que est√£o em um curso irrelevante de humanas) As que n√£o sabem o b√°sico de uma casa, como lavar, passar roupa, cozinhar, trocar fralda, etc As interesseiras As que est√£o pedindo presentes sempre As que j√° est√£o comprometidas As n√£o gostam de crian√ßas ou dizem que n√£o querem ter filhos (pessoas que n√£o querem ter filhos n√£o s√£o confi√°veis) As que tem piercing de bufalo
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2020.07.24 19:45 TheGoldenMorn Me sinto um peso morto e procrastinação me consome

J√° acompanhava esse sub faz um tempo, mas decidi colocar pra fora depois de ver uma situa√ß√£o parecida com a minha aqui. Bom, basicamente eu me sinto um 0 a esquerda em quase todos os aspectos da minha vida. Vou tentar resumir a hist√≥ria, apesar de ser longa, pra depois falar de situa√ß√Ķes mais espec√≠ficas em que vivi.
Desde que me entendo por gente, fui um procrastinador. E a √ļnica coisa que me fazia n√£o procrastinar eram crises de p√Ęnico que me causavam noites de ins√īnia, ansiedade, perda de apetite e todo o pacote de crises desse tipo, geralmente tudo isso acontecia na escola. No t√©rmino do 3¬ļ ano do EM, aprova√ß√£o do vestibular e entrada na faculdade passei a ter crises surrealmente fortes, passei por tratamento psiqui√°trico e psicol√≥gico, comecei a tomar medica√ß√£o. Bom, eu me senti melhor, de verdade. Parei de ter crises de p√Ęnico, parei de ter noites de ins√īnia, conseguia me manter mais calmo. Mas, a procrastina√ß√£o continuou. E isso foi me afetando de outras maneiras. Eu tinha uma namorada desde o Ensino M√©dio, no final da faculdade ela me deixou quando conseguiu avan√ßar na carreira. N√£o a julgo, quero dizer at√© julgo um pouco, mas eu n√£o estava construindo nada. A procrastina√ß√£o agora agia sem um freio. Antes, regulada pela ansiedade, eu parecia combater um monstro com outro, agora eu simplesmente pare√ßo n√£o conseguir control√°-la. E isso me atinge demais. Bom, ap√≥s isso tudo, comecei um outro relacionamento e minha vida continuava indo de mal a pior: briguei feio com meu pai, fiquei expulso de casa umas semanas, at√© capotei o carro e dei PT (um dos motivos pra briga com meu pai). Pra fechar com chave de ouro, minha namorada engravidou. Eu sempre quis ter filho, sempre me vi como um pai, sempre amei crian√ßas, mas o timing foi o pior poss√≠vel. Minha fam√≠lia me apoiou muito, eu e meu pai fizemos as pazes, a fam√≠lia da minha namorada tamb√©m, na medida do poss√≠vel (e eu entendo o lado deles, afinal eu era basicamente um cara que vivia de bicos que engravidou a filha deles num relacionamento recente).

Passado o susto, comecei a estudar pra concurso j√° que minha √°rea de forma√ß√£o n√£o tinha perspectiva a curto prazo e a procrastina√ß√£o me consumia diariamente. Tentei elaborar estrat√©gias, mas sempre fugia das obriga√ß√Ķes. Tentei fazer o amor pelo meu filho me motivar e me motivou, mas n√£o o suficiente para que eu conseguisse a aprova√ß√£o. Minha namorada e eu come√ßamos a morar juntos e passamos a brigar MUITO. Meu filho nasceu e eu nunca amei tanto uma pessoa na vida. Foi o momento mais sublime que eu poderia esperar receber como um ser humano. Inspirado nisso, comecei um emprego intermitente horr√≠vel que me pagava muito menos que um sal√°rio m√≠nimo e ainda me fazia levar bastante trabalho pra casa. Sa√≠ depois de um ano quando come√ßaram a atrasar os sal√°rios. Foquei num concurso e passei muito bem, mas exigia teste f√≠sico e eu estava bem acima do peso (princ√≠pio de obesidade). Meus pais se ofereceram pra pagar um personal trainer, mas era caro e tentei fazer exerc√≠cio na academia. N√£o consegui bons resultados, comecei a ter crise de ansiedade e aceitei o personal. O personal disse que eu estava muito em cima da hora pra come√ßar com ele, mas pod√≠amos tentar. Comecei a ter dores, tonturas e fisgadas o suficiente pro personal dizer que n√£o daria, que eu poderia ter um infarto ou algo do tipo se continuasse nesse ritmo. Nisso, a m√£e do meu filho me deixou. Vivemos com guarda compartilhada e, apesar de ver meu filho sofrendo muito de saudade de mim ou dela, sei que est√° melhor assim. A rela√ß√£o se tornou mais sadia, muito mais. Continuei tentando focar pra concurso, QUASE passei em um muito bom aqui na minha cidade, mas n√£o consegui. Depois disso, veio a pandemia. N√£o tenho concurso pra fazer, n√£o tenho bicos pra arrumar dinheiro, basicamente recebi o aux√≠lio emergencial e t√ī tentando recuperar meu f√īlego di√°rio pra estudar. Eu amo ser pai do meu filho, participo de tudo o que posso na vida dele, me sinto uma pessoa √ļtil e boa quando t√ī com ele. Eu sei que minha fam√≠lia se esfor√ßa muito por mim, por me sustentar, me ajudar a sustentar meu filho. Mas, ainda assim, n√£o consigo me focar pra estudar ou arrumar um emprego. Eu n√£o entendo, sabe. AHHHHH...

Tirando essa timeline, aqui vai alguns desabafos: Eu desenvolvi depress√£o nos √ļltimos anos, acho que d√° pra ver pelo meu texto. Tinha deixado de ir pra psic√≥logos desde 2014 e voltei recentemente, antes de terminar com a m√£e do meu filho. Passei a tentar combater meus problemas mais ativamente como a psic√≥loga aconselhou, coisas como: tinha problemas de auto-estima por conta do peso, ficava muito tempo parado em casa, me comparava demais com outros, ent√£o desde que "quase" passei no √ļltimo concurso, sabendo que poderia ter uma reca√≠da na bad, foquei em exerc√≠cios f√≠sicos, uma vida mais saud√°vel e dieta. Consegui perder 8kg. Corria/caminhava 6km quase todo dia. Veio a pandemia, perdi a psic√≥loga (o plano n√£o adaptou pra consulta online), parei de correr fora de casa, tentei adaptar pra me exercitar em casa mesmo, mas n√£o era a mesma coisa. N√£o tinha mais concursos pra estudar, n√£o tinha mais pessoas pra interagir. Eu moro numa cidade que a pandemia est√° come√ßando a "cair" depois de ter atingido o pico, ent√£o meus pais come√ßaram a chamar pra fazer exerc√≠cios aqui na rua de casa mesmo, sem muito movimento. T√ī tentando voltar a estudar pra concurso, mesmo sem perspectiva de reabertura. E, n√£o sei, eu queria fazer diferente. J√° s√£o 27 anos da minha vida comigo sentindo isso. Queria saber como combater. Eu quero poder sustentar meu filho, ter independ√™ncia financeira... Minha fam√≠lia √© classe m√©dia, mas sempre vivemos apertados. Mesmo assim, eles sempre tentaram me ajudar, mesmo eu sendo uma pessoa complicada. Sei l√°, eu sinto como se tivesse algo de errado comigo, como se eu fosse o mais pr√≥ximo de "amaldi√ßoado" geneticamente.

Sabe quando capotei o carro? Cara, eu n√£o tinha bebido, eu n√£o dormi no volante, eu n√£o estava distra√≠do, eu n√£o estava dirigindo r√°pido, eu estava simplesmente andando a 60km/h numa reta, meu pneu estourou, eu senti um solavanco, tentei frear, o carro girou na pista e eu capotei algumas vezes. Sa√≠ inc√≥lume, s√≥ com um arranh√£o num bra√ßo, mas sem entender absolutamente nada e com o carro dando perda total. Virou at√© uma piada interna da fam√≠lia porque ningu√©m acredita veementemente na minha vers√£o. Recentemente, comecei a me relacionar pela internet com uma garota e no come√ßo, como toda rela√ß√£o costuma ser, foi incr√≠vel, mas agora j√° sinto o peso de tudo isso que vivi novamente. Ela √© muito bem de vida, o pai dela √© bem rico e, mesmo eu sempre deixando claro das minhas condi√ß√Ķes financeiras e ela procurando ser compreensiva, eu sei que uma hora isso vai pesar na rela√ß√£o. Sempre pesa. Sei disso porque j√° me aconteceu duas vezes. N√£o √© interessante ser algu√©m fracassado na vida. Ainda mais sendo homem (e isso eu n√£o digo falando que homem sofre mais, estou querendo dizer que at√© nisso o machismo atinge os homens quando voc√™ √© visto como sendo "sutentando" pela companheira). Ainda mais sendo pai.

Eu nem falei tudo que queria, mas vou parar agora porque o texto tá surrealmente grande. Sei lá, na minha cabeça ter narrado essa timeline bagunçada pareceu importante. Peço perdão por isso. Agradeço só de alguém ler. Alguém aí já conseguiu combater esse mal que me assola? Força a todos.
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2020.05.02 00:14 NoiteAmorosa PROCURO NAMORADINHA

EU QUERO UMA NAMORADINHA: redpillada channer, dogoleira, wgtow, ancap, jogadora de lol, jogadora de poker, bv, virgem, sem amigos, crente, f√£ da UDR,magrela, footlet,escuta Chico Buarque, weeabo, hikkimori, otaku, gamer, furry, fujoshi, hetero,federal,trader de bitcoin,hacker, defacer, cubista, penspinner, recordista de memoriza√ß√£o de baralhos, timida, m√£e de pet, hidratada, n√£o consumidora de a√ßucar, saud√°vel, youtuber, netolover, pooper, cambista, shitposter, anarquista, materialista, roquista, travesquista, mono talon vlogger, blogueira, e-girl, intolerante a lactose, intolerante a gluten, grinder e hipn√≥loga, fiel, niilista existencialista, metaleira, headbanguer, pelo no suvaco, patriota, masoquista, ballbuster, jogadora de minecraft, buceta fedida, que n√£o tenha medo de chuta minhas bolas pelo amor de deus eu nao consigo encontrar uma menina pra chutar minhas bolas por favor deus eu imploro nao agusnto mais isso nao eh um meme porque voces tem medo de me chutar no saco. Ra√ßa: n√≥rdica Altura: 170cm+ Pele: 1 ou 2 (Fitzpatrick) Olhos: 7+ (Martin) Cabelos: qualquer cor, mas apenas lisos ou ondulados (FIA) Nariz: reto ou virado para cima Cr√Ęnio: dolico ou mesocef√°lico √ďculos: n√£o Aparelhos: n√£o Queixo furado: n√£o Covinhas: n√£o Orelha presa: n√£o Orelha de abano: n√£o Franja em V: n√£o Pelos no corpo: muito pouco Tatuagem: n√£o Gradua√ß√£o: apenas cursos voltados √† pesquisa Faculdade: apenas bem conceituadas Habilidades matem√°ticas: sim Idiomas: flu√™ncia em ingl√™s e mais outro idioma √Ālcool, cigarro, drogas: n√£o, nenhum Personalidade: introvers√£o Cultura: europeia ocidental RELIGI√ÉO: Crist√£ Ortodoxa Gostar de escutar rog√©rio skylab:
Para ser sincero, voc√™ precisa ter um QI muito alto para entender Rog√©rio Skylab Para ser sincero, voc√™ precisa ter um QI muito alto para entender Rog√©rio Skylab. O humor √© extremamente sutil e, sem uma compreens√£o s√≥lida de filosofia moderna, a maioria das piadas vai passar despercebida pelo telespectador m√©dio. H√° tamb√©m a vis√£o niilista de Rog√©rio, que est√° habilmente tecida em sua caracteriza√ß√£o - sua filosofia pessoal se baseia fortemente na literatura de Nododaya Volya, por exemplo. Os f√£s entendem essas coisas; eles t√™m a capacidade intelectual para realmente apreciar a profundidade dessas piadas, para perceber que elas n√£o s√£o apenas engra√ßadas - elas dizem algo profundo sobre a VIDA. Como conseq√ľ√™ncia, as pessoas que n√£o gostam de Rog√©rio Skylab s√£o verdadeiros idiotas - √© claro que eles n√£o apreciariam, por exemplo, o humor no bord√£o existencial de Rog√©rio "Chico Xavier √© viado e Roberto Carlos tem perna de pau", que √© uma refer√™ncia cript√≠ca para o √©pico Pais e Filhos do russo Turgenev. Estou sorrindo agora mesmo imaginando um desses coitados simplistas co√ßando a cabe√ßa em confus√£o enquanto as m√ļsicas se desenrolam na tela de seu computador. Que tolos‚Ķ como eu tenho pena deles. E sim, a prop√≥sito, eu tenho uma tatuagem do Rog√©rio Skylab. E n√£o, voc√™ n√£o pode v√™-la. √Č s√≥ para os olhos das damas. E mesmo elas, precisam demonstrar de antem√£o que possuem um QI com diferen√ßa absoluta de no m√°ximo 5 pontos do meu (de prefer√™ncia para baixo).
Rotina, Habitos e interesses: Nofap + Banho Gelado + comer carne crua + comer virado pra parede + biohack + dormir no ch√£o + Jordan Peterson + mewing + HBD + PUA + jelq + dormir 5 horas por dia + caf√© gelado sem a√ß√ļcar + hipismo + compila√ß√£o mitadas En√©as + alho cru + podcast do Joe Rogan + redpill + Brain Force + Jejum + medita√ß√£o iasd + m√ļsicas para concentra√ß√£o, foco e intelig√™ncia + teste de QI da internet + grupos de linhagem viking do facebook + ficar longe do poste de internet 4G + youtube do varg vikernes + ess√™ncia de morango da turma da m√īnica no narguil√© + jogar vape na cara de todo mundo que tentar entrar no bloco da faculdade + 5 segundos de calistenia no deserto do atacama + darkcel + √≥culos do a√©cio na foto de perfil + ler quotes do nietzsche no brainy quote + criar galinha no quarto sem os pais saberem + Alho cru + uma colher de azeite quando acorda e outra antes de dormir + jejum de 24hrs a cada 72hrs + assistir VT no premiere logo que chega do est√°dio + canal Ultras World + LibreFighting + Operation Werewolf + comprar os artigos do Paul Waggener + Centhurion METHOD + humilliation exposure com a finalidade de criar uma crosta na sua mente capaz de desenvolver uma resili√™ncia que resiste √† humilha√ß√£o como se ela fosse nada + tomar banho descal√ßo em chuveiro de academia com ch√£o mijado + muscula√ß√£o caseira + hackear o sono + Empreender + 10 livros de auto ajuda por m√™s + PUA + Selo super f√£ da f√ļria e tradi√ß√£o + Biokinesis + 432hz music + Mexer o pau sem piscar o c√ļ + medita√ß√£o transcendental + veganismo + minoxidil para cultivar uma barba + filmografia Jason Stataham + assistir vikings + redpill + ir no cinema sozinho + treino saitama + coach qu√Ęntico + enema de caf√© + dieta lair ribeiro + agua alcalina + O M√©todo de Wim Hof + sabedoria hiperb√≥rea + artigos da Nova Resist√™ncia + Biblioteca do D√≠dimo Matos + dormir virado pra patede assoviando no escuro pra espantar o curupira + dar 3 pulinhos toda vez que levantar da cama + dizer am√©m quando um 1113 azul passar por voc√™ na rua + 100 flex√Ķes por dia + 6 meses de jelq + injacula√ß√£o guiada + sociedade thule + energia vril + chap√©u de alum√≠nio para se proteger das armas psicotronicas emitidas pela CIA + caderno de anota√ß√Ķes smiliguido + pedir a b√™n√ß√£o ao carteiro toda segunda de manh√£ + 3 horas de academia + 4 horas de corrida + mascar caf√© + exerc√≠cios penianos do Dr. Rey + maratona saga Rocky + trilha sonora saga Rocky + trilogia Mercen√°rios + filmes do Jason Statham + assoviar o hino do Palmeiras de ponta-cabe√ßa + intro do Canal do Nicola em loop + palestras do Antonio Conte + v√≠deos do Rodrigo Baltar + dicas do Gustavo Gambit + aulas de italiano + dormir ouvindo Ultraje a Rigor + ler Walden pelado na mata atl√Ęntica de madrugada + ouvir m√ļsicas em velocidade aumentada + canto gregoriano √°rabe + ensinar hino do botafogo pra calopsita + fritar comida com banha de porco + assistir videos de situa√ßoes de risco com a finalidade de se preparar para o perigo + Terapia Holistica com formandos da UFPR no Jardim Bot√Ęnico + Radiestesia para harmonizar vibra√ß√£o da casa + Metatron 432HZ no YouTube entoando a ora√ß√£o EU SOU + ler O C√≥digo da Vinci + Jesus Qu√Ęntico + Barra Fixa na pra√ßa de madrugada escutando audiolivro do Jordan Peterson na voz do cara dos Fatos Desconhecidos + grupo POPEYE AFIANDO A PIKA + MyInstants AEEE KASINAO + Memes do Fausto Silva + ler O Evangelho dos Animais + stories do Copini no Instagram + Canal SocialGames7 com Gustavo Gambit e CIA + textos de Raphael Machado (Nova Resist√™ncia) + ser ex-membro do grupo Comunismo Ortodoxo + Monja Coen + Fazer origami com papel do bis + perder dinheiro com maquina de pegar ursinho + fumar palheiro com o av√ī + quebrar palito de dente no meio depois que usar + rezar Pai Nosso em aramaico + tentar se comunicar com o ashtar sheran + virar catequista e passar Pl√≠nio Salgado para as crian√ßas + Limpeza de 21 dias de S√£o Miguel Arcanjo + arrancar a fimose comendo cu apertado de galinha caipira + Regata branca WifeBeater com cal√ßa jeans clara e bota marrom + Ingressar na legiao estrangeira + Comprar toras de eucalipto pra reproduzir o centurion method mas nunca come√ßar o treinamento + vender m√°quina de cart√£o de cr√©dito + ler os escritos do Unabomber + Escutar a discografia do Paul Waggener + ler todos os livros do Pavel Tsatsouline + ouvir rap eslavo de cunho pol√≠tico suspeito + caf√© com um cubo de manteiga dentro precedendo a primeira refei√ß√£o do dia + beber 2L de leite por dia + Stronglifts 5x5 + Dieta Cetog√™nica + Canal Jason PROJETO GIGA + Cd do TRETA + comprar torre de chopp no prensad√£o + 2 c√°psulas de Tadalafellas antes do sexo + s√≥ comprar comida japonesa importada pra dieta + comer arroz sem sal com peixe cru sem tempero enrolado em folha do fundo do mar + memes da p√°gina Dollynho Puritano + Deus Vult na capa do Facebook + acessar o dogolachan pelo computador da escola pra postar fanfic gay do Gilberto Barros + Trollar atendentes do mcdonalds no habbo hotel + ligar para o Motel Ast√ļrias perguntar quando custa a bolacha Bauducco que aparece no site + Mandar entregar pizza na Rua dos Tamoios casa n¬į18 com port√£o vermelho + cosplay de russo no Omegle pedindo pra mostrarem a bunda + Dormir imaginando uma linha pra fazer viagem astral + recitar Homero pra mendigo + tomar antibi√≥tico no caf√© da manh√£ + Meditar imaginando o raio de luz violeta que representa a energia transmutadora + Workshop Reiki do Canal Luz da Serra MULHERES TERRAPLANISTAS RALEM.
Primeiro de tudo! Vai tomar no cu, MULHERES terraplanistas! Junto com todas que me contrariaram nos √ļltimos meses falando "dur hur voc√™ n√£o sabe nada de paleontologia, vai assistir seus desenhos filipinos e n√£o encha o saco". TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! LERAM DIREITO? TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! A farsa ficou t√£o √≥bvia, que eles n√£o tem mais como esconder que TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! Alguns mais penas, outros menos penas, MAS TODOS TEM. E aproveitando no mesmo v√≠deo, N√ÉO TEVE METEORO PORRA NENHUMA! Provavelmente as mudan√ßas clim√°ticas naturais, junto com a separa√ß√£o gradual dos continentes, √© que extinguiu a mega-flora e a mega-fauna. E se teve algum meteoro, apenas acelerou o processo em uma regi√£o muito especifica. Agora s√≥ falta as ((especialistas)) e a (((Academia))) admitir que dinossauros nunca existiram e que foi tudo um erro grotesco de interpreta√ß√£o de pessoas que n√£o sabiam que caralhos eram aqueles esqueletos. S√£o apenas aves e mam√≠feros ancestrais de milh√Ķes de anos atr√°s. E antes que eu me esque√ßa, vai todo mundo que me contrariou tomar no cu!
GOSTAR DE MIM POR QUEM EU SOU E NAO PELA MINHA APARENCIA
Sério, de verdade, ser uma pessoa bonita não é fácil em nossa sociedade atual; não é só os olhares de desejo das mulheres e dos homens que me incomoda, e sim, o fato de ser só isso para as pessoas. Sou muito mais que apenas um cara bonito. Tenho qualidades além dessas, e saber que as pessoas não ligam para elas, pois estão entorpecidas de anseio pela minha formosura, me entristece muito.
Não suporto mais ser bonito. Tudo que eu queria era poder nascer de novo num corpo de uma pessoa feia, pois sério, vocês não sabem como me dói saber que por culpa de algo que nasceu em mim (a incrível beleza), serei rotulado eternamente por isso.
Eu trabalho, estudo, procuro, conheço, aprendo! Sou um ser-humano como qualquer outro e não só mais um rostinho bonito.
Pergunta antes de eu poder te namorar: Você é ocultista?
Essa é a pergunta de um milhão de dólares que raramente vejo sendo feita.
Se você ainda não for, pra se tornar minha namorada precisará ser e aqui está como fazer isso
√Č fato que a maior parte da literatura especializada ocidental acredita em Deus e Cristo, somente olhando-o por uma lente diferente. N√£o h√° um ritual que lhe aproxime de Deus, as coisas raramente s√£o t√£o simples. Entretanto, com estudo e medita√ß√£o o caminho come√ßa a ficar mais claro.
Entenda que não sou nenhum senhor da verdade, e o que te falo hoje posso descobrir ser mentira amanhã. Saiba também que um dos maiores problemas desse meio é a falta de um início claro, sendo as obras tidas como introdutórias porcarias completas. Dito isso, lhe respondo o seguinte:
  1. O caminho mais completo para se aproximar do que voc√™ quer come√ßa com no√ß√Ķes do pensamento Hel√™nico. Entenda que boa parte da vis√£o de mundo crist√£ vem da antiguidade cl√°ssica, principalmente as no√ß√Ķes de harmonia e belo. N√£o te pe√ßo para ler tudo o que j√° foi jogado ao ch√£o pelos gregos, mas saiba um pouco das origens das coisas. Tenha uma ideia b√°sica dos quatro humores gregos, e que essa √© uma das origens para atribuirmos personalidades aos elementos da natureza. Entenda um pouco dos seus deuses e Cosmos, porque eles ser√£o utilizados no futuro de forma metaf√≥rica em textos. Saiba que quando aparecer um hermafrodita em um texto especializado n√£o h√° conex√£o com desvios modernos, mas com um simbolismo mais antigo (Salvo engano, sua origem √© Plat√īnica. Mais especificamente, O Banquete, durante os discursos sobre amor).
  2. Entenda que boa parte da origem da magia ocidental vem da conflu√™ncia da cultura grega com a eg√≠pcia, incluindo a alquimia. A t√°bua esmeralda √© um texto obrigat√≥rio. Leia um pouco sobre o Axioma de Maria, A judia. Aprenda um pouco da simbologia alqu√≠mica, porque ser√° importante para voc√™ no futuro. √Č dentro da alquimia que ir√£o discursar sem final sobre a trindade (pelo menos os da corrente de Paracelso). N√£o se pretenda nenhum mestre dos espag√≠ricos, porque os qu√≠micos far√£o isso melhor do que voc√™. Entenda que n√£o havia essa separa√ß√£o absoluta entre o material e o espiritual, ent√£o os dois conhecimentos andaram juntos ao decorrer da hist√≥ria. Entenda tamb√©m que haviam escritores voltados especificamente para a alquimia espiritual, enquanto outros √† qu√≠mica.
  3. Estude a Cabala. Eu entendo que para alguns seja dif√≠cil dar aten√ß√£o √† Cabala Judaica com o surto conspiracionista chan√≠stico sobre a √≠ndole de todo um povo, mas querendo ou n√£o o juda√≠smo √© o Pai da f√© crist√£, sendo Jesus judeu. Entenda que a √°rvore da vida √© um estudo sobre Deus e suas emana√ß√Ķes, e dela vir√° uma boa parte de seu conhecimento.
  4. Leia as coisas atuais sobre o assunto. Dê atenção aos escritores herméticos, principalmente.
Ocultismo é um saco, pelo menos se você for estudar seriamente. Você pode perder a vida se tiver um projeto ambicioso como se aproximar de Deus.
Você também pode pular algumas etapas no que te falei. Sobre a parte do pensamento grego, saiba que boa parte é "dispensável". Dito isso, recomento que entenda um pouco sobre o funcionamento do Cosmos de Ptolomeu. Entenda também alguns dos símbolos planetários, porque seu entendimento irá lhe ajudar no futuro.
Pra me namorar tambéme tem que gostar dos animes:
Akame ga Kill! Akarui Sekai Keikaku Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Criminale! Dog Style Domina no Do! Eden no Ori Yu-gi-oh
Sobre assistir Yu-gi-oh; quando eu era adolescente, gostava (na época que passou na TV Globinho e era moda), mas hoje em dia não gosto mais; então não assistiria de novo.
Quanto às minhas lembranças marcantes de Yu-gi-oh:
Em 2003, Yu-gi-oh era moda e todo mundo na escola da quinta e da sexta série jogava com cartinhas piratas, já o pessoal da sétima e da oitava não se interessava. A propósito, em 2003 tiveram duas grandes modas de brinquedos baseados em animes, cartinhas de Yu-gi-oh e Beyblade. Outro brinquedo que todo mundo da quinta e da sexta série levava pra escola em 2003 depois que passou a moda de Yu-gi-oh e começou a moda da Beyblade era a Beyblade.
Outra lembrança marcante que tenho de Yu-gi-oh é que em 2003 na escola o pessoal criava suas próprias cartinhas, fazendo desenhos e estatísticas.
Fujimura-kun Mates Gantz Gou-Dere Bishoujo Nagihara Sora‚ô• Higurashi no Naku Koro ni Kai: Matsuribayashi-hen Hitsugi no Chaika Ichigo 100% Ichinensei ni Nacchattara In Bura!: Bishoujo Kyuuketsuki no Hazukashii Himitsu Jigokuren: Love in the Hell Jinzou Shoujo JoJo no Kimyou na Bouken Part 4: Diamond wa Kudakenai JoJo no Kimyou na Bouken Part 5: Ougon no Kaze JoJo no Kimyou na Bouken Part 6: Stone Ocean JoJo no Kimyou na Bouken Part 7: Steel Ball Run Kaibutsu Oujo Lucky‚ėÜStar Mahou no Iroha! Mahou Tsukai Kurohime Monster Hunter Orage Mujaki no Rakuen Needless Zero Nyotai-ka Onihime VS Oretama Perowan!: Hayakushinasai! Goshujinsama‚ô™ Re:Marina Rosario to Vampire Saitama Chainsaw Shoujo Sankarea School Rumble Shingetsutan Tsukihime Shocking Pink! Shurabara! Sora no Otoshimono Sora no Otoshimono Pico Akame ga Kill! Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Dorohedoro Nekopara Pet Toaru Kagaku no Railgun Magia Record: Mahou Shoujo Madoka‚ėÜMagica Gaiden Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita.Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita. Isekai Quartet 2Isekai Quartet 2 Ishuzoku Reviewers Somali to Mori no Kamisama Eizouken ni wa Te wo Dasu na!Eizouken ni wa Te wo Dasu na! Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu.Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu. Jibaku Shounen Hanako-kun Haikyuu!!: To the TopHaikyuu!!: To the Top Darwin's GameDarwin's Game Kyokou SuiriKyokou Suiri Plunderer
PRE REQUISITO: GOSTAR DE FILMES DE FAROESTE.
IMPORTANTE: Se você gosta de filmes de super heroi, pare de ler e va se foder.
Se você é assim, fique longe de mim.
N√ÉO QUERO AS MULHERES QUE: As que falam palavr√Ķes As que fumam As que usam drogas As que postam foto com bebida Que bebem (menos ūüć∑, isso √© coisa de dama) As que v√£o para balada, festa, rave etc As que postam fotos com short curto, decote ou sensuais
Há uma coisa que eu quero que você entenda sobre nós os homens.
Quando voc√™ colocar uma foto sua nua no facebook, fazendo uma pose gostosa, mostrando os seios ou como vemos em v√°rias fotos mostrando o bumbum ou deitada sedutoramente em sua cama, a √ļnica coisa que voc√™ faz √© que as pessoas tenham desejo sexual por voc√™, claro em A maioria dos casos por parte de homens.
Eu sei que voc√™ vai ficar t√£o emocionada com os 500 likes, 120 coment√°rios e as in√ļmeras mensagens privadas! Voc√™ vai querer postar cada vez mais fotos para se sentir cada vez mais no topo.
Mas há algo importante que você precisa saber:
Na verdade nenhum desses caras que gostam, comentam ou enviam mensagens privadas te ama. Tudo o que eles querem é usá-la e depois atirá-la para o lixo, para ser honesto nenhum deles a levaria para sua casa para ser sua esposa, acredite em mim, você para eles não é mais que uma menina de programa em busca de popularidade barata No Facebook.
Os homens ricos os que tem o que você procura "dinheiro" ou os pobres admiram as mulheres que se vestem com decência e se respeitam. Uma vestimenta decente que não revela muito o seu corpo, leva-os a amar e a respeitar-te, isto a simples vista nos diz que és uma mulher virtuosa, alguém a quem se pode levar para casa para ser esposa e mãe.
Isto em muitos casos diz-lhes que você foi criada com princípios morais e lhes dá detalhes do seu bom histórico familiar.
Eles n√£o se preocupam muito com a maquiagem excessiva, uma mulher digna de propor casamento sempre se distingue do monte, n√£o importa como.
Valoriza seu corpo, lembre-se que para encontrar diamantes é preciso cavar, respeita, e um verdadeiro homem vai te respeitar de um modo ou de outro.
Mas você terá muito respeito: Mulher, não mostre seu corpo no facebook, você não sabe que tipo de pessoas, venha suas coisas, você é uma mulher bela, não precisa de fotos, nem mostrar tanto, você pode conquistar com sua simpatia, com seu educacióncon seu sonrrisa,
As que j√° ficaram com amigos seus, ou que ficam com mais de 3 em um √ļnico ano As que n√£o trabalham ou estudam (ou que est√£o em um curso irrelevante de humanas) As que n√£o sabem o b√°sico de uma casa, como lavar, passar roupa, cozinhar, trocar fralda, etc As interesseiras As que est√£o pedindo presentes sempre As que j√° est√£o comprometidas As n√£o gostam de crian√ßas ou dizem que n√£o querem ter filhos (pessoas que n√£o querem ter filhos n√£o s√£o confi√°veis) As que tem piercing de bufalo
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2019.11.07 03:25 Mustafasustenido Completei 30 anos, virei mago e isso me abalou profundamente

Caros colegas redditors.
Buscarei a melhor forma de contar essa história aqui e farei um TL;DR no fim, mas tentarei não deixá-la massiva.
Então... venho de uma família classe média alta onde o que mais tive foi amor e carinho.
Em minha adolescência viajei bastante pelo mundo com minha família, estudei em uma escola excelente, fiz muitos amigos (alguns hoje são meus irmãos de vida) e posso dizer que foi o melhor período de minha vida.
Por√©m nunca consegui me relacionar com nenhuma mulher. Terminei o ensino m√©dio sem nunca ter dado um beijo. S√≥ tendo encostado na m√£o de uma menina 1x e passando por dezenas de rejei√ß√Ķes (perdi as contas da quantidade de vezes que me apaixonei e n√£o fui correspondido).
Sei que isso, em partes, se explica pelo fato de eu ter sido o ser humano mais magro (com sa√ļde) que j√° conheci. Sem entrar em muitos detalhes meu IMC era por volta 13, eu era literalmente s√≥ o osso. Mais de 1,80m e menos de 50 kg (muito tempo depois descobri que √© simplesmente a gen√©tica, mesmo malhando existe uma barreira pra meu peso e cada segundo de sedentarismo me faz emagrecer), exames perfeitos. No fim da adolesc√™ncia entrei pra academia e consegui um corpo magro normal, por√©m o estrago na minha autoestima j√° estava feito (apesar de eu ter convic√ß√£o que a qualquer momento, naturalmente, as coisas aconteceriam e eu acharia alguma menina pra me relacionar).
Passei em uma das melhores faculdades do pa√≠s, no curso que eu queria, sa√≠ de casa pra morar sozinho e estudar, tinha tudo pra minha vida continuar as mil maravilhas, mas encontrei meu primeiro problema. O local de estudo s√≥ tinha homens e, como eu n√£o era muito de sair, me bateu um grande desespero de continuar BV por muito tempo, j√° que n√£o teria contato com mulheres... Enfim, uma depress√£o apareceu e fiquei quase 2 anos praticamente na rotina casa-faculdade-casa (al√©m de minha fam√≠lia ter colocado quase uma bab√° em minha casa, pra que eu pudesse ficar mais relaxado). Foi com sobras o pior per√≠odo de minha vida, em momentos de crise n√£o conseguia comer praticamente nada, em momentos normais eu tinha que empurrar cada refei√ß√£o. Voltei pra um estado de muita magreza (IMC 14,5), parei de fazer atividades f√≠sicas... minha fam√≠lia percebia pouco porque, al√©m da dist√Ęncia, meu desempenho continuou excelente. Meus amigos de inf√Ęncia estavam em outras cidades e meus amigos da faculdade n√£o pareciam notar nada (at√© porque j√° me conheceram nesse estado).
Consegui come√ßar a superar essa situa√ß√£o depois de um grave problema de sa√ļde na fam√≠lia. Entendi que nada do que eu sentia se justificava com tanto sofrimento que eu estava vendo daquele ente querido pr√≥ximo a partir. Tanto que, depois da sua morte meus pensamentos voltaram a funcionar quase que normalmente (algumas reca√≠das de vez em quando) e voltei a ter aquela certeza adolescente que a qualquer momento naturalmente eu ia encontrar uma parceira.
Resumindo bastante, terminei a faculdade e comecei a trabalhar numa das maiores empresas do país, em uma cidade média do Brasil. Em pouco tempo eu assumi uma função de gestão e hoje estou quase no topo da carreira. Além disso dou palestras periodicamente para centenas de pessoas e ministro um curso noturno na área em que sou referência. Minha remuneração é o equivalente a 1 carro popular a cada 2 meses.
Ah... n√£o possuo redes sociais
O que vou falar agora pode ficar parecendo querer me "gabar", mas é só pra enaltecer a gravidade da situação e o quanto tudo pesa em mim.
Meu modelo de gest√£o virou refer√™ncia na empresa (e no mercado em geral), por criar uma equipe "fam√≠lia" (tenho muita facilidade em analisar perfis de pessoas e criar ambientes de trabalho que funcionam de maneira leve), os funcion√°rios da empresa simplesmente me vangloriam pela forma como eu levo as coisas e resolvo as situa√ß√Ķes. Um dia desses um antigo auxiliar de servi√ßos gerais (o qual sempre incentivei [verbalmente e financeiramente] a terminar o curso que estava fazendo) que conseguiu vaga de assistente administrativo em outra empresa veio pessoalmente me agradecer (at√© uma lembran√ßa me deu, que guardo com bastante carinho) por conta dos ensinamentos que passei pra ele, que, segundo o mesmo, "foram de grande import√Ęncia para o crescimento na carreira dele".
Dou palestra pra centenas de pessoas por m√™s, pra falar sobre a √°rea que domino e est√° em ascens√£o em todo o mundo. As palestras tem sido um sucesso, e a plateia aumenta a cada ciclo. Sempre tive muita facilidade pra falar (e prender a aten√ß√£o das pessoas) em p√ļblico.
Minhas aulas noturnas também correm de maneira bastante positiva. Sempre tive prazer em ensinar e ver o aprendizado de cada estudante (principalmente os que mais tem dificuldades) me dá uma sensação de dever cumprido muito grande.
Al√©m disso tudo sou multi-instrumentista. A m√ļsica √© parte de mim e sempre quis compartilhar com o m√°ximo de pessoas poss√≠vel. Dessa forma, sou um dos fundadores (e professor) de um projeto comunit√°rio com objetivo de transformar a vida das pessoas de uma maneira efetiva.
Dito isso, volto pra o ponto do desabafo do tópico.
Completei 30 anos, sou BV e, obviamente, virgem e isso vem me destruindo a cada dia que passa. Todas as pessoas próximas a mim já tem família, ou pelo menos namoradas sérias/noivas e eu mal encostei na mão de uma mulher.
Analisando friamente (uma das minhas maiores virtudes s√£o as autocr√≠ticas) sou um homem nota 7 de rosto (sei que nos achamos mais bonito do que o que somos, mas j√° descontei uns pontos, risos) e 3 de corpo. (recentemente estava melhor de corpo mas ansiedade que venho sentindo nos √ļltimos meses vem me corroendo, e tenho total consci√™ncia que n√£o posso por a desculpa dos meus insucessos integralmente no meu corpo)
Ninguém sabe que sou BV e meus dois amigos mais próximos sabem que sou virgem.
Mensalmente recebo a sugestão de procurar uma prostituta, mas meu EU me diz que isso seria a maior prova que sou incapaz de conseguir um primeiro beijo com uma moça que gostasse de mim de verdade (e nem sei se é recomendado beijar prostitutas, risos).
Meus amigos j√° tentaram me "armar" com conhecidas em festas, mas nas duas vezes que isso aconteceu notei que as mo√ßas n√£o queriam e nem tentei for√ßar a barra. Acabei saindo das situa√ß√Ķes muito pior do que antes, sentindo a rejei√ß√£o na pele mais uma vez. Sabe aquela facilidade pra falar em p√ļblico? Isso desaparece integralmente em contatos sociais diretos com muitas pessoas do sexo feminino (principalmente em festas, que nunca gostei e hoje em dia mal vou, a n√£o ser as do trabalho ou quando fa√ßo parte da banda). Na verdade ir em festas no geral me cansa MUITO, vou uma vez por ano, depois de muita insist√™ncia dos amigos, porque sei que vou ficar l√° 5-6h com cara de paisagem, sem despertar o interesse de nenhuma mulher random por conta de n√£o conseguir ter a m√≠nima postura e n√£o ter um corpo t√£o legal pra gerar interesse numa numa festa.
Tenho total convic√ß√£o que, se eu fosse uma mulher, jamais pegaria um cara inibido como eu num ambiente de festa, eu simplesmente me reduzo a um pedacinho de nada, sei que isso √© muito por conta da baixa autoestima devido ao meu corpo e √†s rejei√ß√Ķes femininas que sofri na adolesc√™ncia.
Minha rotina hoje em dia se resume basicamente a:
Trabalhar de segunda à sexta o dia todo (e noite), tento ler algo pra relaxar;
Sexta à noite (pelo menos a cada 15 dias) saio com meus amigos (e suas esposas) pra um barzinho;
S√°bado trabalho mais um pouco, assisto futebol e vou dar aula de m√ļsica para o pessoal no projeto;
Domingo passo o dia feliz com minha família, à noite vou à missa pra relaxar um pouco o espírito e me preparar para a semana.
Sinto um pouco de tristeza principalmente ao escrever que passo o "domingo feliz" com minha família, com um toque de desdém. Porque realmente tinha tudo pra ser algo perfeito, mas meu EU interno já passa cada minuto, em cada uma dessas atividades, pensando no quanto de vida eu perdi por chegar aos 30 anos sem ter me relacionado com uma mulher e saber que esse tempo não volta atrás nunca.
Saber que jamais vou ter uma namoradinha aos 15 anos, conhecer aos poucos e sem maiores press√Ķes como um relacionamento funciona. Ir de m√£os dadas ao shopping, assistir um filme, trocar palavras, olhares... Cada vez que penso nisso parece que uma parte de mim fica pra tr√°s, n√£o consigo exprimir com palavras o vazio que isso me faz sentir.
O estopim para que eu resolvesse desabafar e (com fé em Deus) procurar ajuda profissional foi o seguinte:
A empresa √© composta majoritariamente por homens e mulheres de mais idade, mas possui algumas estagi√°rias e o pessoal sempre me fala na resenha (n√£o sei at√© que ponto √© resenha [na verdade eu sei que n√£o √© resenha]) que elas fazem de tudo pra se envolverem comigo (lembra aquela hist√≥ria de que sou bom pra tra√ßar perfis de pessoas e montar equipes? Pois √©, quando o assunto √© relacionamento com mulheres eu n√£o sei interpretar os sinais mais b√°sicos). Obviamente eu jamais me envolveria com uma estagi√°ria (at√© mesmo uma ex-estagi√°ria), por raz√Ķes profissionais, mas j√° recebi muitos "convites" via Whatsapp, que acabo levando na brincadeira pra n√£o queimar minha reputa√ß√£o.
Enfim, recentemente chegou o ponto que resolvi que meu psicológico era mais importante do que meu medo de "me queimar" e comecei a conversar com uma estagiária (10 anos mais nova e de família humilde[claro que não ligo pra isso, só estou dizendo aqui pra que você me ajudem a interpretar a situação depois]) que já estava terminando o contrato e ia ser efetivada em outra cidade. A iniciativa foi minha (e isso me fez ter ainda mais vontade de que desse certo), mas, mesmo sendo um poste, eu sempre notei a forma que ela me olhava, sorria e nas conversas que tivemos nossas ideias se batiam muito, além de ela me atrair fisicamente e ser bastante inteligente.
Começamos a conversar diariamente via Whatsapp (evitávamos contato pessoal por conta do ambiente da empresa). Pouco antes do contrato dela acabar surgiu o momento e falamos mutuamente do que sentíamos, dos problemas que isso podia trazer pra vida profissional, mas acabamos concordando que valeria a pena tentar algo. Um tempo depois resolvi chamá-la pra sair e ela aceitou, mas veio com uma conversa que não era pra eu criar expectativas e que ela "não era fácil" (com outras palavras mas em resumo era isso). Confesso que achei meio estranho, há pouco tempo havíamos nos aberto um para o outro, mas não entendo nada de mulheres mesmo, então vamos seguir a história.
Tive o primeiro encontro da minha vida (sim, aos 30 anos, repito) levei ela pra jantar em um local que n√£o fosse o mais caro da cidade (pensei que ela se sentiria mais confort√°vel caso pudesse pagar o que havia consumido, se desejasse).
Saí de casa bastante nervoso, mas seguindo à risca tudo que os tutoriais on-line tinham me ensinado. Asseado, perfumado, bem vestido (como se eu já não vivesse assim...) e tentando o máximo possível ser simplesmente eu.
Chegamos ao local (um pouco preocupados que algum conhecido nos visse), mas a coisa fluiu t√£o naturalmente que, aos poucos o nervosismo foi passando. Aproveitamos o momento "livres" e conversamos sobre muita coisa ao longo de quase 3 horas (sem nenhuma for√ßa√ß√£o de barra, a coisa realmente acontecia de maneira espont√Ęnea), falamos um pouco sobre nossas vidas, nossos anseios, falamos mal das pessoas das mesas vizinhas... isso tudo com intensas trocas de olhares. Chegou um ponto que tomei coragem, segurei na m√£o dela e, pasmem, ela deixou. Fiquei ali de m√£os dadas com ela (foi uma das melhores sensa√ß√Ķes que j√° tive na vida), trocando car√≠cias e conversando por mais alguns minutos, quando decidi que era hora de sair e tentar algo.
Como j√° disse, antes do encontro eu estava muito nervoso, mas depois de todo aquele tempo com ela eu percebi que as coisas realmente iam acontecer de forma bastante natural.
Saí do restaurante abraçado com ela, fomos em direção ao carro (estava num local isolado), fiquei de frente com ela, falei 2 palavras e fui em direção ao meu primeiro beijo.
Ela simplesmente se virou e disse "na-não" (foi mais em forma de ruído de negação, mas achei melhor escrever assim), nesse momento não entendi mais nada (teria interpretado algum sinal de forma errada? Deveria insistir?).
Dei um abraço nela falei algumas palavras, tentei novamente e recebi mais uma rejeição.
Não soube o motivo (até agora não sei), mas preferi não insistir, demos um abraço demorado e levei ela pra casa, conversando sobre outras coisas.
Faz pouco tempo que isso aconteceu e ainda trocamos algumas palavras via Whatsapp. O que me deixa tranquilo é que eu pelo menos tirei a bunda da cadeira e tentei. Mas a frustração de mais uma rejeição é algo incomensurável pra mim. Não sei quando terei contato com outra mulher a esse ponto (estatisticamente eu tenho contato, com chances de dar algo, com uma mulher a cada 2 anos, e, é claro, nunca deu certo)
Com relação a esse encontro (eu queria até a opinião dos colegas redditores) eu trabalho com 3 hipóteses:
1 - Ela quer algo, mas n√£o quis se mostrar f√°cil/interesseira (como as outras estagi√°rias que mandam mensagens diretas pra mim por Whatsapp) e est√° esperando outro convite meu para que possamos sair novamente e finalmente ocorra algo;
2 - Ela n√£o quer mais nada por conta de uma das milhares de coisas que podem estar se passando na mente dela;
3 - Isso foi a prova de que meu corpo possui alguma subst√Ęncia n√£o identificada, incolor, inodora e ins√≠pida, que cria uma barreira contra mulheres.
Não sei se vale a pena insistir, estou tão frustrado que não consigo ter forças pra um contato mais direto (apesar de sentir muita falta das conversas com ela);
Pra finalizar, meu desespero hoje é tão grande que penso até em fazer uma rede social (coisa que nunca tive) só pra me "amostrar" (algo que é totalmente contra meu perfil). Mostrar meus carros, minha casa na praia, minhas viagens semanais, meus momentos com os amigos, sei lá, qualquer coisa que pudesse gerar alguma curiosidade sobre mim para as mulheres.Mas aí me olho no espelho e percebo que quando chegar a esse ponto eu realmente não estarei mais sendo eu e algo de muito errado (além do que já está se passando) estará acontecendo.
TL;DR: Homem, 30 anos, família perfeita, muitos amigos (alguns verdadeiros irmãos), trabalho dos sonhos, ótima situação financeira, porém BV e virgem.
Fazendo um resumo desde a adolescência:
Comecei a aprender sobre m√ļsica achando que com isso um relacionamento viria naturalmente (ao menos a m√ļsica virou uma paix√£o real em minha vida);
Comecei a fazer academia achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a cursar um dos cursos mais concorridos do Brasil achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a trabalhar e hoje ganho mais do que 99% da população brasileira achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
E não veio. Hoje não sei mais o que buscar ou a quem recorrer... A ansiedade (ou seria depressão?) está chegando a tal ponto que me vejo totalmente refém de alguns pensamentos que me atrasam bastante. Eu não consigo, por exemplo, passar mais de 15 dias (ou ir pra um lugar distante) longe da minha família/amigos próximos. Começa a bater um desespero (tipo os que eu sentia na depressão quando tinha 20 anos) e começo a pensar que eu poderia estar ali com uma companheira, aproveitando cada segundo. Já desisti de diversas viagens para fora do Brasil por conta disso. Coisa que fazia naturalmente na adolescência.
Sinto que a cada dia a bolha vai aumentando, a ponto de come√ßar a atrapalhar nos meus trabalhos e vida pessoal, viagens a trabalho para fora do estado est√£o se tornando um sofrimento (as consequ√™ncias de todos meus medos recaem sobre meu sistema digestivo), acordo √† noite desesperado com medo do dia de amanh√£, comecei a procrastinar algumas coisas e perder o tes√£o em diversas situa√ß√Ķes de prazer do dia a dia (n√£o consigo mais jogar videogame por achar que isso me torna ainda mais virgem e in√ļtil. A pr√≥pria masturba√ß√£o se tornou um momento de tristeza. Tocar piano, violino, viol√£o, etc sozinho muitas vezes s√≥ me traz dor).
Cada elogio que recebo na empresa, palestras, aulas, crian√ßas no projeto de m√ļsica, fam√≠lia, amigos, parece aumentar o vazio que sinto.
Gostaria de simplesmente arrumar uma companheira e viver a vida a dois, viajar, compartilhar momentos, beijar, quem sabe, caso a coisa desse certo, ter filhos, criar uma família...

De qualquer forma, me sinto um pouco mais leve por ter passado 2 horas escrevendo e tendo exprimido todos esses sentimentos pela primeira vez (pra o lado de fora de minha cabeça).
Estou pensando em procurar um psicólogo (creio que já devia ter feito isso desde a minha primeira depressão lá nos 20 anos). Como garantir que eu, sendo uma figura conhecida na cidade não terei todas as minhas histórias íntimas divulgadas (sei que psicólogo é uma profissão muito séria, peço até desculpas de antemão caso essa pergunta ofenda alguém, mas uma pessoa má intencionada poderia destruir toda minha reputação externalizando minha intimidade). Na verdade a pergunta é "como escolher um psicólogo?". Caso não dê certo é normal trocar de psicólogo?
Obrigado a todos pela atenção.
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2019.06.23 18:27 rubnesio Top 10 melhores(PIORES) cenas MARCANTES do livro As Cr√īnicas de Arian Vol.1, com CL√ćMAX, SEM CENSURA e vers√£o SURTADA, sem nenhum revisor

A review COMPLETA foi postada aqui: Link
Depois de muitos incentivos de amigos e do pessoal do Twitter, li finalmente a obra do Youtuber Marco Abreu, publicada ano passado, 2018, em vers√£o digital. Admito n√£o ter ido com expectativas positivas do que esperar. O autor j√° demonstra limita√ß√Ķes textuais no seu blog pessoal, quanto a posts mal escritos e um vocabul√°rio muito limitado, cheio de v√≠cios de linguagens e erros ortogr√°ficos. Mesmo tendo essa no√ß√£o, fui surpreendido (negativamente) por um produto liter√°rio de conte√ļdo horr√≠vel, pregui√ßoso e de p√©ssima qualidade.
Primeiro, um ‚Äúpequeno‚ÄĚ resumo do livro:
Resumo da história
Sinopse: ‚ÄúUm garoto acordou sem suas mem√≥rias perto de uma estrada do Sul. Com ele, apenas uma espada em condi√ß√Ķes ruins, mas com propriedades anormais. Ajudado por uma fam√≠lia, e depois por membros de uma guild, ele logo constatou que todos que ficavam perto dele acabam sofrendo, e se isolou.
Felizmente, ele nunca estava sozinho, uma fantasma, estava sempre a seu lado. Nos seus momentos mais felizes, e nos mais tristes, ela sempre estava lá para apoiá-lo. E com ela, ele seguiu, em busca de um sentido para sua vida, e respostas para os mistérios que o cercavam.
Um dia, finalmente conseguiu uma forma de obter respostas sobre si mesmo, ao entrar em uma miss√£o, que, teoricamente, era para ser simples. Mas a miss√£o n√£o era o que aparentava. O que come√ßou como uma escolta, virou algo sem precedentes na hist√≥ria do seu mundo.‚ÄĚ
Se voc√™ leu a sinopse acima, a impress√£o que fica √©: o livro vai contar a hist√≥ria do Arian nessa miss√£o, em busca do seu passado perdido, enfrentando perigos ao longo do caminho, correto? E se eu disser que a hist√≥ria PRINCIPAL s√≥ come√ßa depois do cap√≠tulo 20, onde ¬Ĺ do livro s√£o arcos perif√©ricos que n√£o agregam em nada a narrativa? Pois ent√£o...Vou tentar ser muito sucinto nessa parte, at√© para n√£o alongar muito o texto, que j√° est√° grande para um caralho.
Começamos o livro com um arco de apresentação. Até aí tudo bem, porque é o que se espera do começo de um livro. Introduzir os seus personagens antes da grande aventura que irão enfrentar. E a sinopse dá entender que iria começar o capítulo introdutório com o passado do protagonista após acordar na beira da estrada. Então...não é bem assim que acontece de fato.
O primeiro arco começa em um bar, a partir da visão do segurança(???) do local, com seus pensamentos descritos pelo narrador do livro (a escrita é em terceira pessoa). Você já começa a torcer o nariz com aquele mundo, graças a inserção de vários conceitos avulsos e perdidos que não condiz muito com a realidade relatada. Aquele universo lembra muito o período medieval/feudos da nossa história antiga/idade média. Porém, o que nos foi apresentado é um mundo em que temos:
¬∑ Um sistema militar hier√°rquico e organizado, onde temos patente e divis√£o de fun√ß√Ķes bem definidas.
· A função/emprego de segurança em locais privados como bares(não são militares e sim pessoas normais sem treinamento específico).
¬∑ Sistema econ√īmico complexo (conceitos avan√ßados) , com no√ß√Ķes de valores e mercado financeiro (s√≥ faltou citar a infla√ß√£o no livro).
Entre diversas coisas, que geram certa estranheza e uma bagun√ßa dentro das pr√≥prias regras estipuladas nas descri√ß√Ķes. Vamos relevar por enquanto essa confus√£o de ideias prosseguir com o livro.
Voltando ao resumo, esse primeiro arco √© basicamente uma forma de apresentar a GRANDE FOR√áA ‚ÄúOCULTA‚ÄĚ que o Arian tem no quesito podefor√ßa. E qual a situa√ß√£o que o autor escolhe para demonstrar isso? Uma cena de ESTUPRO ūü§¶‚Äć‚ôāÔłŹ(j√° vou abordar esse assunto mais para frente). Tudo se passa com uma MEIA-ELFA (enfatizo a palavra, porque √© a motiva√ß√£o principal do Arian s√£o essas mesti√ßas inter-raciais), junto com o seguran√ßa (namorado dela), em que ambos s√£o atacados por militares MALDOSOS e S√ĀDICOS (adjetivos usados a exaust√£o para todos os vil√Ķes desse primeiro livro). S√£o salvos pelo protagonista aparecendo no momento previs√≠vel e oportuno. Depois do resgate, o Arian parte para outra jornada. Acabou o primeiro e nisso, j√° foram seis cap√≠tulos do livro. Enfim, um arco ruim e tosco que s√≥ serviu para apresentar tr√™s personagens que s√£o de fato √ļteis: o Arian, o Cavaleiro Negro que o auxilia no resgate e na batalha (falo mais sobre ele depois), e da (nome da fantasma que est√° na sinopse e esquecida pelo autor por quase todo livro).
Em seguida, temos um segundo arco cheio de clichês até no talo. Um TORNEIO DE COMBATE está acontecendo, com a óbvia participação do Arian, é claro. Para quem vivia reclamando de histórias shounen, são mais dos mesmos, criança como protagonista, e sei lá mais o quê, o próprio Marco utilizar a mesma estrutura de uma competição/torneio como arco seguinte da introdução, semelhante a Dragon Ball, Naruto, Black Clover, entre outros mangás famosos de porrada, é no mínimo esquisito, bizarro, para não dizer contraditório. E somos apresentados a mais três personagens no final do campeonato: Marko, Kadia (ela consegue ler as mentes das pessoas a sua volta) e Dorian que farão parte da party dele.
J√° se foi quase 20 cap√≠tulos at√© aqui de 44 presentes no livro vol. 1. Estou perto da metade do livro e quase nada da sinopse foi citada ou trabalhada no enredo? Sim. Exatamente esse sentimento que fiquei conforme lia o livro. √Č uma enrola√ß√£o que n√£o chega a lugar nenhum, falando em termos de hist√≥ria que est√° sendo contada. Foi uma introdu√ß√£o GIGANTESCA e INFLADA para aparentar que o livro √© rico em detalhes ou informa√ß√Ķes (que n√£o √© verdade), elevando o n√ļmero de p√°ginas sem uma boa justificativa para tamanha demora em entrar na trama principal. Parece um trabalho acad√™mico e escrito por um universit√°rio pregui√ßoso, que tinha um n√ļmero de p√°ginas m√≠nimas para fazer, s√≥ que ele n√£o estudou suficiente para isso, e enrolou preenchendo com dados in√ļteis para alcan√ßar os requisitos exigidos para a entrega e avalia√ß√£o.
Mas agora parecia que ia entrar na trama da MISS√ÉO IMPORTANTE dita na sinopse. Mais personagens foram introduzidos e dava a impress√£o que agora ia para o rumo central, do que supostamente o livro devia contar. S√≥ que n√£o √© isso que acontece. A Kadia, personagem que citei anteriormente, decide ler a mente do Arian e temos MAIS TR√äS CAP√ćTULOS SOBRE O PASSADO DO PROTAGONISTA. Tipo, j√° se passaram mais de vinte cap√≠tulos e n√£o come√ßou a miss√£o principal ainda??? Sim. √Č isso mesmo. Mais uma fuga do tema para contar mais alguma hist√≥ria paralela sem fun√ß√£o para o enredo principal. (Se fosse no Enem, era zero certeza)
Resulta que temos um terceiro arco sobre o passado do Arian, ap√≥s ele acordar na beira estrada com a . Prefiro n√£o detalhar esse trecho, porque dos supostos tr√™s cap√≠tulos que servem para desenvolver o Arian e o que aconteceu com ele, dois desses cap√≠tulos s√£o dedicados exclusivamente a descrever cenas de ESTUPRO com muito ‚Äúentusiasmo‚ÄĚ. Nada do que √© esperado de um arco que apresenta o background do personagem principal, foi feito aqui. Foram cap√≠tulos in√ļteis que s√≥ tinham o prop√≥sito de CHOCAR. At√© existe uma tentativa elaborar um conflito interno do Arian, s√≥ que √© jogado fora completamente, porque no presente(em rela√ß√£o ao livro), ele n√£o sofre mais com essa indecis√£o mostrada nesse trecho. Mais tempo perdido de leitura.
E finalmente, depois de tr√™s hist√≥rias pouco produtivas, chegamos no quarto arco que √© a miss√£o de escoltar a Lara e um objeto poderoso. J√° passou metade do livro, e a jornada s√≥ come√ßou ali. Tranquilo. Parece que vai engrenar. E vou lendo, e lendo, e mais lendo e nada de interessante acontece. N√£o √© exagero. S√£o v√°rios cap√≠tulos deles cavalgando e dialogando entre si, enfrentando uns bandidos fracos, conversando mais um pouco, portais bidimensionais abrem e sugando tudo ao redor(???), personagens se salvam do perigo, conversam mais ainda do que antes...S√£o 8 cap√≠tulos dessa forma, onde n√£o temos coisas acontecendo ou eventos que movimentam a trama. √Č s√≥ eles indo por uma estrada at√© seu destino.
Talvez, at√© o autor deve ter percebido isso, que o livro estava ficando chato, coisa e tal. Ent√£o, ele decidiu deixar as coisas mais EMPOLGANTES. E qual foi a t√°tica que ele usou para movimentar a trama? Colocar mais ESTUPROS. N√©...Insinuar estupros com crian√ßas de 6 anos de idade n√£o choca mais como antigamente(sendo ir√īnico aqui).
Temos mais lutas para defender as MEIAS-ELFAS do destino cruel que √© a escravid√£o e os abusos sexuais, mais poder ‚Äúoculto‚ÄĚ do protagonista, mais Cavaleiro Negro (ele surge do nada em diversos momentos do livro) na jogada e termina a batalha sem grandes consequ√™ncias para ningu√©m.
Não satisfeito, o autor foge novamente da trama principal e insere uma side-quest, em que o Arian e a Lara vão fazer, com o objetivo de matar os mortos vivos que estão na floresta daquela região próxima. A missão que é mencionada como a PARTE A MAIS IMPORTANTE do enredo que modificaria o mundo, e que iria mudar o Arian para SEMPRE, foi novamente jogada para escanteio e o foco se voltou para uma parada nada a ver.
Nem sei se classifico como quinto arco, ou cap√≠tulos de fillers essa miss√£o secund√°ria, porque nada o que ocorre nesses cap√≠tulos, tem grande relev√Ęncia ou repercuss√£o nos personagens ou movimenta trama, dita como a central. √Č mais um jeito de enrolar e esticar uma hist√≥ria que podia ser contada em poucas p√°ginas. Para acelerar o processo de resumir o livro, o arco √© uma miss√£o que come√ßa f√°cil, complica a situa√ß√£o, aparece Goblins, rola MAIS ESTUPROS (Goblin Slayer manda um abra√ßo), eles lutam com milhares de Goblins, s√£o salvos por uma deusa que n√£o apareceu em nenhum momento anteriormente no livro (Deus Ex Machina fudido), e voltam para o grupo principal para completar a miss√£o. √Č isso tudo que acontece nessa miss√£o. Temos mais algumas informa√ß√Ķes (in√ļteis) sobre o passado do Arian e s√≥.
Percebi que está terminando o livro. Faltam menos de cinco capítulos e pensei: Assim que vai terminar? Vou complementar o meu apanhado dizendo que, desde do capítulo 37 até o 43, só são lutas durante toda a narrativa. Porque mesmo voltando para o grupo principal, a cidade em que estavam todos da party do Arian, sofria uma invasão liderada pelo Cavaleiro Negro. Sim! Aquele mesmo Cavaleiro que salvou o Arian em vários momentos do livro anteriormente. E descobrimos que esse Cavaleiro Negro era o melhor amigo do protagonista na época em que ele estava na Guilda da cidade que se hospedaram.
O que era para ser uma reviravolta de roteiro ou um plot-twist, acaba se tornando uma situa√ß√£o vazia, j√° que esse suposto amigo do Arian, aparece em duas p√°ginas no m√°ximo do livro e n√£o √© estabelecido esse suposto vinculo de confian√ßa entre os dois. S√≥ mais uma situa√ß√£o jogada ali para nada. E novamente, seguindo o padr√£o de resumo do livro: lutas acontecem, v√°rios personagens aparecem, mais lutas, mais pessoas surgem do nada, mais lutas com descri√ß√Ķes confusas, mais gente que aparecem do nada, lobisomens que podem se transformar em URSOS(???), gente voando para tr√°s, se dissipando, humanos normais, (voc√™s v√£o entender o que foi isso mais adiante no texto), mais lutas, mitologia grega e n√≥rdica, drag√Ķes bidimensionais, portais pandimensionais, deuses aparecendo do nada, mais lutas, pessoas (a party do protagonista) sendo salvas no √ļltimo minuto por personagens aleat√≥rios, mais Deus Ex Machina ali, mais lutas, mais um pouco de Deus Ex Machina que n√£o foi o bastante...enfim. Foi uma mistureba de eventos, que aquele mundo caracterizado no inicio do livro, nem se parece mais com o que foi descrito no final. Tudo √© inserido ali a moda caralho, sem trabalho de construir algo coeso e que seja fact√≠vel para exist√™ncia desses elementos naquele universo.
Logo ap√≥s essa lamban√ßa, o √ļltimo cap√≠tulo (44) √© dedicado exclusivamente a explica√ß√Ķes (que j√° deviam ter sido feitas nos cap√≠tulos anteriores) e informa√ß√Ķes que eram necess√°rias (ou n√£o) para dar base a estrutura daquele mundo no livro. Mas imaginem por um segundo, voc√™s lendo uma monografia cientifica, em que o texto daquele documento, foi feito por completo no dia anterior √†s pressas pelo autor. Pois √©. Nas cr√īnicas do Arian, coisas s√£o simplesmente ditas no final e que devemos aceitar porque o autor est√° dizendo. Foda-se que n√£o faz sentido, ou que n√£o foi estipulado anteriormente, ocasionando a impress√£o de ‚Äútermina de qualquer jeito, porque n√£o √© um cap√≠tulo de luta‚ÄĚ. Foda-se tudo que √© importante para construir uma boa hist√≥ria.
E temos finalmente o ep√≠logo, em que o Marco tenta fazer um ‚Äújoguinho com leitor‚ÄĚ, escrevendo sete mini hist√≥rias que ocorrem antes dos acontecimentos do livro, sem a men√ß√£o dos nomes dos personagens principais durante a escrita, para que o LEITOR TENTE adivinhar ‚ÄúA QUEM PERTENCE AQUELE PASSADO‚ÄĚ. O resultado √© algo idiota porque, voc√™ utilizando um pouco l√≥gica e a t√©cnica de exclus√£o de op√ß√Ķes, voc√™ j√° sabe quem √© quem nesse ep√≠logo med√≠ocre. √Č uma tentativa fracassada de tentar terminar o livro de uma forma diferente do comum. Se n√£o consegue nem fazer o b√°sico, n√£o inventa.
Comentários Gerais:Erros de português
J√° esperava uma qualidade question√°vel quanto a escrita do livro, principalmente voltado a parte gramatical e sem√Ęntico de forma geral, por√©m fiquei surpreso o que li(Sou horr√≠vel em portugu√™s e ainda sim fiquei chocado). Primeira coisa a ser apontada foi a presen√ßa de 3 REVISORES para a publica√ß√£o. Tem editoras grandes que nem conseguem duas pessoas para revisar os textos publicados em seus livros/mang√°s/revistas...imagina 3 pessoas para revisar algo. E quanto mais gente melhor, n√£o √© mesmo? Errado. Mesmo tendo distintas pessoas revisando a reda√ß√£o liter√°ria, incluindo o pr√≥prio autor que afirma ter revisado diversas vezes seu pr√≥prio texto, o livro ainda apresenta erros ortogr√°ficos gritantes. E n√£o s√£o poucos. S√£o MUITOS. Chegando ao absurdo de ter mais de tr√™s erros grotescos na mesma frase. Contei 934 erros em 384 p√°ginas, incluindo a parte dos agradecimentos, que tamb√©m continha deslizes gramaticais. (Cheguei a contar at√© certo ponto certinho, mas me perdi na contagem, deixando passar outros erros sem adicionar no montante. Aposto que passa de mais de mil erros, sem exageros).
A variedade dos erros vai de frases começarem no plural, mudarem para o singular e voltarem para o plural (vice-versa) incorretamente, conjugação dos verbos nos tempos errados, ausência de acentos nas palavras, o uso excessivo das vírgulas em diversos momentos e da falta delas em outros (passa a noção que o Marco não sabe utilizar as vírgulas):
‚Äú...governava aquela √°rea, e habitava, normalmente, um castelo, na maior cidade...‚ÄĚ
√Č um exemplo de v√°rios trechos semelhantes que o livro apresenta.
No entanto, esses n√£o foram os destaques do conjunto de ERROS. Teve uma coisa que chamou mais a minha aten√ß√£o: as repeti√ß√Ķes de palavras dentro de um pequeno trecho. Fica a dica para qualquer um, aspirante a escritor, que a diversidade do vocabul√°rio √© muito importante em um livro, para deixar a leitura mais natural e ‚Äúflu√≠da‚ÄĚ para o leitor que ir√° consumir sua produ√ß√£o, tenha a experi√™ncia mais agrad√°vel poss√≠vel enquanto ler seu produto. √Č t√£o bom ler linhas de um texto em que a narrativa √© envolvente n√£o s√≥ pela hist√≥ria sendo contada, como as palavras que est√£o sendo utilizadas para transcrever os cen√°rios imaginados. √Č muito prazeroso.
Contudo, no livro do Marco, as restri√ß√Ķes dos conhecimentos do autor em termos ou sin√īnimos de v√°rias palavras, deixa a leitura truncada, cansativa e nada convidativa a continuar lendo, porque o leitor fica exausto por ter que parar a leitura e reler diversos trechos do livro, na tentativa de entender o que est√° acontecendo ali. Nas descri√ß√Ķes das lutas, √© um show de horrores. Como um autor tem a coragem de escrever uma luta dessa forma:
‚ÄúDesvia, bloqueia, desvia, bloqueia, desvia, desvia...‚ÄĚ.
√Č um cheat isso??? √Č um Fatality do Scorpion do Mortal Kombat??? Sei l√° o que seja isso. DESCREVA A LUTA CARAMBA!
Ele adora muito a utiliza√ß√£o de v√°rios voc√°bulos. Gosta tanto, que utiliza diversas vezes a mesma palavra, e na mesma frase inclusive: ‚Äú...fazendo com seu CORPO seja jogado para tr√°s, abrindo diversas feridas em seu CORPO....eram muitos CORPOS ca√≠dos ali‚ÄĚ. E nem √© s√≥ a palavra ‚Äúcorpo‚ÄĚ que ele repete direto. ‚ÄĚMudando de assunto‚ÄĚ, ‚ÄúFalando nisso‚ÄĚ, ‚Äúsendo jogado para tr√°s‚ÄĚ, ‚Äúdissipou‚ÄĚ, ‚Äúcapuz‚ÄĚ, ‚Äúbracelete‚ÄĚ, ‚Äús√°dico‚ÄĚ, ‚Äúhumanos normais‚ÄĚ, ‚Äúarremessado‚ÄĚ, ‚Äúv√°rios metros para tr√°s‚ÄĚ, ‚Äúfor√ßa do golpe‚ÄĚ, ‚Äúchances de isso acontecer‚ÄĚ(√© quase o v√≠deo dele de chances de nova temporada de um anime qualquer)...tenho uma lista enorme de palavras que se repetem m√ļltiplas vezes em diferentes trechos do livro. Destaque para os ‚Äúhumanos normais‚ÄĚ, que parece ser a √ļnica m√©trica comparativa que o autor conhece para estipular um comparativo entre os n√≠veis de poder dos personagens. ‚ÄúEle √© t√£o forte, que sua for√ßa √© equivalente √† de 5 humanos normais‚ÄĚ, ‚ÄúEla quebrou o escudo do seu advers√°rio, que aguentaria a for√ßa de mais de 10 humanos normais.‚ÄĚ, ‚ÄĚ...aquele guerreiro aparentava ter a for√ßa de 8 humanos normais.‚ÄĚ, seja l√° o que for a for√ßa de um HUMANO NORMAL naquele mundo. Al√©m de ser um comparativo vazio, j√° que a dimens√£o de for√ßas √© baseada em humanos (sendo que eles s√£o humanos do nosso mundo, ou s√£o humanos com outros fatores m√°gicos? n√£o diz ou fica claro) que n√£o foi detalhada ou descrita no livro, fazendo com que o leitor tenha que completar diversas lacunas deixadas pelo autor, em ambientar de forma mais clara, o que CARALHOS acontece ali. Falando em lacunas...
Personagens
Sou grande fã de desenvolvimento de personagens. Aprecio tanto, que diversas obras audiovisuais que curto, tem esse apelo ou essa característica marcante durante sua exposição dos eventos. E ler esse livro, onde TODOS OS PERSONAGENS SÃO UNIDIMENSIONAIS, me dá uma preguiça inacreditável.
‚Äď O protagonista est√° numa peregrina√ß√£o em busca de salvar meias-elfas, levando-as para cidade prometida. E tem o passado do protagonista. ‚Äď Algu√©m f√£ dele vai dizer.
Sim, temos o objetivo moral dele de resgatar as meias-elfas e do Arian que est√° buscando recuperar suas mem√≥rias perdidas. Mas e quando ele tem acesso a esses fragmentos importantes sobre sua hist√≥ria, o que acontece? NADA. O personagem n√£o cresce ou se desenvolve de nenhuma forma ao saber dessa informa√ß√£o. Nem impacto ao redor √© sentido quando coisas acontecem ou s√£o reveladas. Todos os personagens s√£o apresentados de um jeito e terminam o livro da mesma forma. N√£o temos arcos de constru√ß√£o, nem mudan√ßas no status quo de algu√©m. N√£o temos nenhuma mensagem querendo ser passada durante a leitura, nem constru√ß√£o decente de interesses rom√Ęnticos aqui (coisa supervalorizada pelo autor).
Sabem os animes haréns, em que o protagonista sem graça, consegue atrair diversas gurias (as mais atraentes da região) para serem possíveis namoradas dele no decorrer da temporada? Então...acontece a mesma coisa nesse livro. Personagem apelão, não bonito, misterioso, CAPAZ DE ESPANCAR UMA MULHER QUEBRANDO SUA PERNA E BRAÇO (aconteceu no torneio), tem o seu CHARME para as personagens femininas dessa obra. Parece simplista? Com certeza é. Esqueça das camadas de personalidades que os humanos têm. Quanto mais clichê e simples for o personagem, melhor. Não interessa que o Arian gosta de meias-elfas (loiras, olhos azuis, corpo chamativo), nem dessa busca do próprio passado, ou do trauma que a Kardia tem com a morte da figura paterna dela. Nada ameniza a péssima construção de personagens, principalmente das femininas.
E falando nas personagens femininas do livro...
A banalização do estupro (e da violência geral com as mulheres do livro)
J√° comento que n√£o sou purista ou coisa parecida. N√£o me importo que tenha cenas de estupros ou de viol√™ncias extremas com personagens femininas nos animes, filmes, novelas, seriados, ou outras formas de entretenimento. Sou critico quando essa situa√ß√£o √© usada para BOSTA NENHUMA (S√ď PARA CAUSAR). Antes de come√ßar a descer a lenha NESTA PORRA DESSE LIVRO (eu estava calmo, mas aqui n√£o d√°...), vou devolver qualquer replica ou contra-argumentos que possa vir sobre a minha opini√£o com apenas tr√™s perguntas. Essas tr√™s perguntas, √© um teste b√°sico (famoso) para ver se alguma obra utiliza a ferramenta do ESTUPRO de forma N√ÉO SEXUAL ou BANALIZADA:
  1. O estupro ocorre do ponto de vista da vítima?
  2. Essa cena de estupro, ela possui proposito de desenvolvimento da personagem em vez da trama ou narrativa?
  3. O abalo emocional da vítima é desenvolvido depois?
Se por acaso, durante a execu√ß√£o desse teste, houve UM N√ÉO como resposta para qualquer uma das tr√™s perguntas, podem ter certeza que a cena em quest√£o, foi escrita s√≥ para CHOCAR de FORMA GRATUITA o espectador ou o LEITOR. Ent√£o, posso dizer que o livro do Marco Abreu, √© uma s√≠ntese da MISOGINIA redigida em formato liter√°rio. √Č um N√ÉO para as tr√™s perguntas acima com facilidade, analisando o livro como todo e a representa√ß√£o dessas cenas que s√£o mostradas.
Conforme eu ia lendo, n√£o me chocava com o fato acontecendo em si, e sim da forma que foi descrita toda a viol√™ncia. Primeiro de tudo, todas as 6 cenas de estupros do livro (sim, em apenas um VOLUME, temos tudo isso da utiliza√ß√£o de artificio), ocorrem a partir da vis√£o do Arian, personagem masculino. J√° come√ßa totalmente errado. Segundo, os estupros s√≥ tem a finalidade de servir como fator motivacional do protagonista para agir contra os agressores. As vitimas s√£o deixadas de lado, para exalta√ß√£o do feito heroico do nosso protagonista, HOMEM, em salv√°-las do perigo. Terceiro, depois que s√£o violentadas, as personagens N√ÉO APARECEM MAIS NO LIVRO. ELAS SOMEM. N√ÉO H√Ā DESENVOLVIMENTO PARA ELAS E NEM CITA√á√ēES POSTERIORES EM OUTROS CAP√ćTULOS. Fica na mensagem: ‚ÄúMais uma donzela √© salva. Vamos para a pr√≥xima em perigo.‚ÄĚ. √Č muito ruim isso. Quarto ponto, o EXAGERO NAS DESCRI√á√ēES quando √© uma mulher na cena, em compara√ß√£o a um homem sendo agredido da mesma forma. Dou at√© um exemplo. No flashback do Arian, rola estupro da m√£e e da filha de uma fam√≠lia que o acolheu quando ele perdeu as memorias. Mas o que aconteceu com o PAI da fam√≠lia? √Č simples. O vil√£o desse flashback tem ‚Äúsenso de justi√ßa‚ÄĚ e antes de come√ßar a torturar as duas, ele vira para o pai e diz: ‚ÄúVoc√™ √© muito bonzinho para ver o que vai acontecer daqui para frente‚ÄĚ. Facada no cora√ß√£o dele e morre o HOMEM da fam√≠lia. Em um par√°grafo, o pai √© morto e o vil√£o, por ALGUM MOTIVO, executou o pai em vez de TORTURA-LO, terminando por a√≠ a viol√™ncia contra ele. Mas para AS OUTRA DUAS N√ÉO FOI ASSIM. √Č nojento, porque foram p√°ginas e p√°ginas de viol√™ncia contra as duas, com as maiores descri√ß√Ķes poss√≠veis (da melhor maneira que o Marco consegue descrever algo), desde de dentes quebrados no soco, facada na perna junto com assinatura do agressor na barriga da v√≠tima com uma espada, fratura no bra√ßo, estrangulamento, estupro, morte... √Č um capitulo inteiro dedicado a isso. Serve para alguma coisa??? PARA NADA. S√≥ serve para chocar ou punheta do leitor (talvez do autor tamb√©m, n√£o descarto a possibilidade).
E quem dera se fosse s√≥ nessas cenas pol√™micas. At√© nas lutas, o lado ‚ÄúSADISTA‚ÄĚ do autor aflora quando tem mulher na parada. ‚ÄúEle toma uma espadada nas costas e cai morto no ch√£o‚ÄĚ, para o caso masculino. Simples e r√°pido. Agora para o outro g√™nero: ‚ÄúA espada perfura sua armadura atingindo seus peitos, com o agressor torcendo a bainha, fazendo com que a espada destrua seus √≥rg√£os internos, jorrando sangue e agonizando em dor. Ela tenta proteger seu amado enquanto √© agredida em seu rosto por socos.‚ÄĚ no caso feminino. Detalhado e exagerado. Tenho minhas d√ļvidas se ele n√£o faz isso de proposito por causa de um rancor amoroso que ele teve no passado.
Tamb√©m tem a forma que √© introduzida todas as personagens femininas no livro. √Č de ficar batendo cabe√ßa na parede de arrependimentos por ainda continuar lendo isso. ‚ÄúKadia, com cabelos longos (tara do autor) e pretos, corpo escultural...‚ÄĚ, ‚ÄúLara, loira, olhos azuis, um corpo que chama a aten√ß√£o dos demais homens enquanto passa.‚ÄĚ, ‚ÄúJoanne, mesmo dentro de sua armadura(???), dava para ver sua beleza incompar√°vel a de outras mulheres normais, com um corpo que exalta beleza.‚ÄĚ. J√° deu para sacar que o primeiro atributo descrito das personagens femininas nesse livro √© seu corpo ou beleza. Supostamente, de acordo com o autor, temos personagens femininas fortes no livro. S√≥ que o ‚Äúforte‚ÄĚ para o Marco √© no quesito f√≠sico, porque NENHUMA DELAS tem caracter√≠sticas marcantes ou independentes a figura masculina. Nem no teste de Bechdel, as personagens passam. √Č idiota e superficial. Fica parecendo que estou lendo uma fanfic escrita por um adolescente de 12 anos que nunca interagiu com algu√©m do sexo oposto.
E puxando o assunto intera√ß√Ķes...
Di√°logos
Aqui fiz um seção especifica para o desastre total que o autor faz pensando que isso seja um dialogo normal entre duas pessoas. Tem muitas conversas nessa história, até demais por sinal. Vai desde de diálogos expositivos onde os dois personagens sabem da informação ou o que está acontecendo, e mesmo assim verbalizam a situação explicando novamente o que houve, para até diálogos dignos de animes ecchi genéricos lançados por aí no Japão. Chega ao absurdo de ficarem três páginas inteiras discutindo sobre qual a raça de cavalo é mais rápida. PARA que quero saber isso?
No entanto, a parada que mais me irritou √© a falta de naturalidade na fala de cada personagem. Explico o que eu quero dizer. Quando temos o conhecimento de como os personagens s√£o, como adjetivos, v√≠cios, problemas, comportamento, e outras partes que comp√Ķem a persona deles, adquirimos a no√ß√£o de como o personagem ir√° falar. Se for t√≠mido, ele vai falar pouco e ocasionalmente na hist√≥ria. Talvez at√© pausadamente, pensando duas vezes antes de se pronunciar. Se for extrovertido, v√£o ser linhas e linhas de falas dele, com uma desenvoltura mais solta ao se expressar e verborr√°gico ao extremo. S√£o exemplos simples e f√°ceis de entender.
No livro do Marco n√£o se tem isso. Todo mundo fala igual e da mesma maneira. N√£o h√° distin√ß√£o entre um e outro. Se a narra√ß√£o n√£o identificar quem est√° falando o que, voc√™ fica perdido durante a discuss√£o. Apesar da ficha de descri√ß√£o de cada um dos personagens ser uma linha √ļnica, na teoria s√£o todos distintos entre um e outro. Entretanto, quando v√£o conversar, todos aparentam serem as pessoas mais racionais e calculistas do universo. Pensam demais, teorizam demais, explicam demais:
‚ÄúVoc√™ √© muito impaciente Lara. N√£o se precipite ao atacar‚ÄĚ.
Duas linhas depois:
‚ÄúDevemos atacar a caverna pelo lado direito, discretamente, e aguardar, at√© os Goblins sa√≠rem de perto das prisioneiras, derrubando um por um, assegurando a situa√ß√£o das mulheres ‚Äď disse LARA‚ÄĚ.
A mesma personagem que na teoria √© a IMPACIENTE do grupo, arma um plano, calcula probabilidade, √© fria/ap√°tica ao que est√° vendo, e tem toda a calma do mundo para explicar um plano para outros personagens sem partir para ignor√Ęncia de uma vez. As personalidades de todos s√£o iguais, sem distin√ß√£o alguma. √Č algo n√≠tido, visto o linguajar extremamente informal e racional que todos assumem na maior parte do tempo.
Em suma, se voc√™ j√° viu v√≠deos do Marco, vai perceber maneirismos, v√≠cios de express√Ķes e vest√≠gios da personalidade dele nas falas dos personagens do livro. √Č praticamente o leitor acompanhando um grupo de personagens iguais ao Marco da vida, conversando entre um e outro, sendo os mais prolixos ao falarem, realizando uma miss√£o de escolta para uma cidade qualquer.
Referencias (ou pl√°gios???)
Referencias não é algo ruim. De maneira nenhuma. Muitas excelentes obras, partem de sua ideia inicial de outras histórias já contadas anteriormente. Ter algo para inspirar na sua criação, é bom para sua produção e desenvolvimento.
N√£o posso dizer que o livro do Arian fez isso de forma ‚Äúsaud√°vel‚ÄĚ. Apesar de apresentar algum diferencial em sua estrutura, t√™m muitos elementos copiados de outros animes ou filmes bem descarados. Desde do passado do Arian, ser extremamente parecido com a do Goblin Slayer, √† personagens serem muitos parecidos com obras favoritas do autor, como Akame Ga kill, SAO, Tate no Yuusha,...Tudo √© muito familiar, chegando ao ponto de deixar todos os eventos do livro previs√≠veis. Cheguei a tuitar enquanto lia o livro, chutando o que iria acontecer mais para frente e quase todas as vezes eu acertava o que ocorria, porque tudo era manjado. No momento em que voc√™ j√° assistiu a maioria dos animes citados acima, tudo parece mais do mesmo. A hist√≥ria contada aqui, n√£o tem identidade pr√≥pria.

Fiz uma se√ß√£o especial para a personagem, para fazer uma simples pergunta. QUEM √Č ?
-Ué, mas você não leu o livro?
Li, e √© por isso que surgiu a minha d√ļvida. Ela SUPOSTAMENTE √© importante para o protagonista e RELEVANTE para o enredo do livro, conforme citada na sinopse. Ent√£o, por que ela n√£o faz NADA durante o livro? Ela serviu para alguma coisa, al√©m de ser um ‚Äúalivio c√īmico‚ÄĚ em momentos pontuais? N√£o √© atoa que ela √© um fantasma, j√° que ela √© invis√≠vel at√© mesmo para o autor que esquece de mencionar ou narrar o que ela est√° fazendo. Ela s√≥ √© lembrada quando o Arian est√° abra√ßando alguma mulher, e ela faz cara de emburrada (piada de com√©dia rom√Ęntica) ou quando o PROTA est√° ferido gravemente, e ela tem o semblante de preocupa√ß√£o. S√≥ nessas ocasi√Ķes que lembram que ela existe e que precisa interagir com a situa√ß√£o. Fica ainda mais cr√≠tico depois que come√ßa a batalha dos Goblins. Um quarto do livro ela some, mesmo tendo sido dito que a fica grudada com o Arian 24 horas por dia. Nem citada o que est√° acontecendo ao redor dela ocorre durante as descri√ß√Ķes das lutas. Ela √© totalmente descart√°vel nesse primeiro volume. Ela estar ali ou n√£o, faz diferen√ßa nenhuma para o enredo. E que nome √© esse? √Č uma tag HTML?
Mais alguns detalhes incomodativos
Vou fazer uma lista para agilizar, at√© porque j√° passou de 4 mil palavras e estou tentando colocar tudo nesse texto, o que eu n√£o curti durante a minha experiencia de leitura das Cr√īnicas de Arian.
· A tara do protagonista com Meias-Elfas (alvos primários dos estupros no livro). A justificativa é porque elas não são puras no quesito racial e vivem na margem da sociedade. Porém, só acontece a desgraça com elas. Os MEIOS-ELFOS nem citados são, os coitados.
· Duas páginas escritas para inserir a informação de que bosta de cavalo serve para espantar os Goblins do local, e isso não ser utilizado para nada até final do volume. Foi só encheção de linguiça.
¬∑ A altern√Ęncia de vis√Ķes dos personagens no foco narrativo entre os cap√≠tulos. N√£o fazia diferen√ßa se o cap√≠tulo era na vis√£o do Arian ou da Kardia, ou do Dorian, ou da Lara. Tudo levava para o mesmo resultado, sem ter nenhum tipo de aprofundamento enquanto fazia esse tipo abordagem.
· A utilização de palavras pouco usuais da língua portuguesa. Ele ia de uma escrita informal, para formal, depois para cientifica, e seguida voltava para informal. E vários momentos que ele empregava termos mais complexos, de maneira totalmente errada. Se não se garante nem no básico, não arrisca no difícil.
¬∑ ‚ÄúChances baixas de ganharmos.‚ÄĚ, ‚ÄúEle tem chances baixas de vencer‚ÄĚ, ‚ÄúAs chance s√£o baixas de sobreviver‚ÄĚ...era um saco isso a toda hora. Parecia que estava vendo um v√≠deo do Marco de ‚ÄúChances de nova temporada para anime tal‚ÄĚ.
¬∑ As frases filos√≥ficas baratas: ‚ÄúN√£o tenha medo de errar, repita at√© ficar melhor, e saiba admitir a derrota.‚ÄĚ, ‚ÄúA morte n√£o te ensina nada. Mas se permanecer vivo, pode aprender com seus erros e saber como ganhar da pr√≥xima vez‚ÄĚ, ‚ÄúConfie em mim, entendo de mulheres, se n√£o se impor um pouco, ela nunca vai te ver como homem. Agora vai l√° e joga umas verdades na cara dela, e n√£o aceita um n√£o como resposta‚ÄĚ. E s√£o muitas frases. Todas idiotas e nada fica de aprendizagem delas.
¬∑ As regras econ√īmicas daquele mundo. Voc√™ ganha 100 moedas de bronze por dia trabalhado. Com 10 moedas de bronze n√£o √© poss√≠vel nem comprar um p√£o, por√©m com cinquenta moedas, d√° para comer bem durante o dia todo(???). N√£o foi afirma√ß√£o minha, est√° descrito no livro. Al√©m de nenhuma no√ß√£o de economia, o real valor das moedas √© um foda-se gigante. Se n√£o tem condi√ß√Ķes de elaborar um sistema monet√°rio decente, n√£o menciona.
¬∑ As insinua√ß√Ķes sexuais com crian√ßas. H√° cinco momentos no livro que isso acontece e √© complicado. De novo, quando aparece isso, voc√™ fica refletindo o motivo de continuar lendo o livro.
¬∑ O esquema de ‚Äúpagamentos‚ÄĚ. √Č igual Darker Than Black (quando ativa o poder, tem que fazer algo em troca), s√≥ que aqui √© pior. A Kadia tem o pagamento de se masturbar(???). O Marko, personagem, tem que transar para fazer o pagamento. A Lara vira uma LOLI (linda, de acordo com livro) como pagamento. S√≥ coisas escrotas e sem fun√ß√£o narrativa. Eles n√£o podiam s√≥ ficar exaustos quando utilizassem muita mana? Tinha que ter essa mec√Ęnica de pagamento?
¬∑ O c√≥digo de barra da miss√£o. Maluco chega numa vila ISOLADA, longe da cidade e me mete essa: ‚ÄúViemos pela miss√£o 568844EW‚ÄĚ WHAT??? QUE BAGULHO √Č ESSE? √Č uma chave √ļnica de acesso a algum banco de dados? √Č senha de seguran√ßa de cart√£o de cr√©dito? √Č a senha autom√°tica gerada no caixa eletr√īnico quando voc√™ vai sacar dinheiro? Que neg√≥cio ATUAL. Eles est√£o em um mundo MEDIEVAL, onde n√£o tem comunica√ß√£o ou troca de informa√ß√Ķes em tempo real, por√©m cada miss√£o criada no planeta inteiro, vai ter uma ID √ļnica, referente ao local que foi estipulada, e vai valer para todas as cidades, ao mesmo tempo? Como eles validam isso? Que controle eles t√™m, sendo que n√£o tem um servidor para fazer essa opera√ß√£o? QUE PORRA FOI ESSA?
¬∑ H√° duas men√ß√Ķes, bem r√°pidas, ao homossexualismo no livro inteiro. A primeira foi durante o primeiro estupro, onde o chefe/vil√£o do momento se vira e fala para seu capanga: ‚ÄúVoc√™ n√£o gosta de homem? Vai se divertir com o seguran√ßa desmaiado‚ÄĚ. Momento seguinte, o Arian chega e mata todo mundo. Segunda men√ß√£o foi uma piada que soltaram no quarto arco: ‚ÄúSe fosse um menino de seis anos, a√≠ dever√≠amos ficar preocupados‚ÄĚ. O dialogo se refere a um amigo do Arian, gay, que recebeu a miss√£o de escoltar uma garota de seis anos para a cidade prometida. Basicamente, a imagem de ped√≥filo/estuprador pode ser associada aos gays por tabela, junto com a mensagem de preconceito sendo passada. NADA machista e preconceituoso. IMAGINA. S√≥ √© IMPRESS√ÉO.
Conclus√£o
Já dá para notar que não vou recomendar o livro a ninguém. Principalmente, partindo do principio que ele está sendo cobrado para ser adquirido legalmente. Tem no site também, mas a forma comercial está valendo para essa comparação que estou fazendo aqui.
Existem muitos problemas nesse livro, e vários desses poderiam ter sido facilmente resolvidos se tivesse alguém, ou algum editor que confrontasse o autor, demonstrando onde precisa ser melhorado, apontando onde é necessária uma reescrita, tentar novas abordagens na história, etc. Porque parece que o editor é um limitador, censurador, que restringe a criatividade do autor, sendo que na maioria das vezes, ele está tentando ajudar o escritor a organizar melhor suas ideias e sugerindo melhores formas de coloca-las no papel.
A aus√™ncia desse tipo de pessoa nessa publica√ß√£o independente, √© muito sentida. O livro √© uma bagun√ßa. A ideia central da hist√≥ria est√° perdida num montante de conceitos jogados ali de qualquer forma, personagens sem desenvolvimentos adequados, repeti√ß√Ķes de conflitos ou de problemas enfrentados pelo grupo principal (estupros), a falta de preparo e de revis√£o ortogr√°fica que atrapalha demais a leitura, a falta de originalidade para que transformasse o livro em um diferencial entre os demais, e o principal problema que √© a falta de no√ß√£o dos pr√≥prios defeitos que o Marco tem como escritor. Os coment√°rios dele no final do livro deixa n√≠tido a situa√ß√£o. Ele admitir que escreve mal n√£o √© o bastante. Durante todo o volume 1, n√£o percebi nenhuma melhora ou tentativa de mudan√ßas. Parece que est√° falando s√≥ d√° boca para fora, mas n√£o est√° fazendo nada para corrigir esse defeito. S√≥ treinar escrevendo, n√£o ajuda em nada. Tem que estudar sobre o assunto, se aprofundar em conceitos de como construir uma boa hist√≥ria, ler outros tipos de livros, memorizar as regras da l√≠ngua portuguesa (muito importante para ele) e n√£o s√≥ ter a no√ß√£o/consci√™ncia dos defeitos, e ainda assim continuar repetindo eles durante a escrita do livro.
N√£o recomendo ningu√©m a comprar ou ler o livro As cr√īnicas de Arian volume 1. Nem por divers√£o vale o tempo.
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2019.06.13 00:15 TheresAWindThatBlows Poucos anos de vida e a falta de ajuda


Durante anos sempre vivi na base do contingenciamento emocional. L√° pros meus 12 anos uma vez vi minha melhor amiga me chamou pra me ver ela beijando um outro amigo. Obviamente uma mensagem, mas durante v√°rios anteriores eu era bloqueado de mostrar algumas emo√ß√Ķes por diversos motivos (fam√≠lia conservadora, primos que enchem o saco, vergonha, etcetera).

O tempo passou e durante o resto de minha adolesc√™ncia, vivi nesse estado recluso. Fiquei preso a um grupo de amigos, cerca de 10 (todos homens). Todos foram amadurecendo e com o passar do tempo me senti cada vez mais isolado. Me lembro de ter um sonho de quando era crian√ßa, onde eu andava com amigos do fundamental e me perdia de todos. Ao encontrar-los, todos flutuavam, menos eu. Todos falavam para eu come√ßar a voar, mas eu n√£o conseguia. O sonho se tornou rotineiro, como um lembrete. E assim, ele ia e voltava. Meus amigos no ensino m√©dio j√° pareciam cada vez mais diferentes. Conversava com todos, todos os dias tamb√©m, mas me incomodava ainda essa maturidade. N√£o s√≥ isso, como o fato de que sempre fui bem baixinho, 1,63. Me sentia engolido. J√° no fim de escola, a grande maioria arranjou namoradas, iam pras festas e ficavam b√™bados. Eu n√£o bebia. Fiz interc√Ęmbio de 6 meses e ao voltar, tudo estava mais diferente no √ļltimo ano. Comecei a beber, mas sempre fui pouco de bebida, n√£o gosto de cerveja mas consigo tomar outras bebidas. Se for pra ficar b√™bado, que seja algo bom. E porra, outra coisa, virgindade √© um neg√≥cio t√£o estimado pela popula√ß√£o. Eu via todos com quem cresci, que nunca imaginei, falando sobre sexo e como estavam em rela√ß√£o √† isso. Eu, calado.

Enfim, acabou o ensino médio e é época de faculdade. Todos entraram, sobrou eu. Não passei pelo vestibular, mesmo nunca ter tido problemas de nota e nem nada. Não esforçava, mas pelo menos a inveja era das maiores vendo aqueles entrando em outro mundo sem mover um bendito dedo. Assim era a vida, claro. Nessa época me distanciei mais ainda, via de mês em mês alguns do grupo, além de conversar em WhatsApp e afins. Fiquei estudando em cursinho e enquanto isso via mais das festas, das pessoas felizes, das pessoas amadurecendo e cada vez mais livres. Eu não passei nos seis primeiros meses. Saí do cursinho e comecei a ir até uma biblioteca para estudar por conta própria.

Eu chorava todo dia. Todo dia estava com sono. Dormia 4 horas em m√©dia por dia. N√£o estudava direito. N√£o conseguia, via a vida passando e todos ali. Sei que foi um curto per√≠odo, de outros seis meses, totalizando 1 ano de diferen√ßa. Mas j√° fora horr√≠vel para quem perdera o seu √ļltimo ano de escola com os poucos amigos e pouca vida social que tinha. Nessa √©poca, nenhuma festa importante nem nada. Nunca beijei ningu√©m, ningu√©m nem se importava. √Č √≥bvio que estou dramatizando as coisas, mas sempre foi assim minha sensa√ß√£o. Ningu√©m fala que sou feio, ao contr√°rio. Mas a auto-estima √© baix√≠ssima, nunca tive aprendizado em rela√ß√£o √† intera√ß√Ķes sociais al√©m da amizade. E nunca me apaixonara, nunca. E eu juro que queria, juro.

Não passei. Fui para uma faculdade privada, fazer um curso totalmente diferente do que queria. Com um mês, a maior felicidade na minha vida. Passei para a federal e pro curso que queria, em 4ª chamada. Pela primeira vez me sentia leve, uma exaustidão que era todos os dias, chorava muito. Claro, sozinho. Os ataques sempre foram quando percebia que absolutamente nada do que gostaria se realizasse.

Entrei atrasado, um mês. Grupinhos de amizade já existiam, eu olhava e estava sozinho. Pelo menos estudava algo que queria. Todos os amigos eu via cada vez menos. Alguns, tem 6 meses já, para mais. No segundo dia de aula, ao entrar na faculdade e fazer o que sempre fazia em casos similares era analisar a sala. Percebi uma garota com uma roupa extremamente diferente. Não era chamativo, não era assustador nem nada. Era só bonito. Eu gostei dela de primeira, não sei por quê. O tempo passou, consegui bater papo com certas pessoas, e acabou por eu conhecer ela. Antes, eram apenas casos de olharmos um pra cada um e falar nada. Eu consigo ser carismático e falar, veja bem. Mas não conseguia simplesmente falar sem nada mais, especialmente porque aquela garota me passava um ar de maturidade bem grande (quer dizer, se relativo à minha pessoa que nunca fui muito responsável em termos de fazer algo que prestasse).

Acabei conversando com ela por conta de colegas que conversava. Gostava de conversar com ela. Passei a conversar cada vez mais e tal. Nunca na minha vida pensei poder conversar de uma forma tão fluída. Estava sempre mais confortável que quando com meus amigos.

Mas, a√≠ √© que t√°. Ficou nisso. Eu sempre fui muito envergonhado na quest√£o de realmente ser mais direto ou mais conversativo sobre a quest√£o de relacionamento da parte amorosa. Acabo tratando todas as vezes que converso com ela da forma mais amig√°vel, parecemos at√© amigos de longa data. √Č √≥bvio que estou romantizando, mas j√° havia gostado de mulheres simplesmente por serem bonitas ou por parecerem gente boa. Mas nunca dessa forma, nunca tinha realmente, se √© que pode-se chamar assim, apaixonado. As viagens de √īnibus eram lindas, com conversas perfeitas e divertidas.

O problema era justamente que formou-se uma esp√©cie de grupo de amigos dentro da faculdade, formado pelos colegas que eu conheci na faculdade. Ela estava dentro. E, apesar de conversar da forma mais gostosa de todas, toda vez que vejo na roda de amigos, percebo que n√£o sou √ļnico, que na verdade √© realmente apenas uma amizade entre v√°rias. Ela n√£o bebia, mas acabou ficando um pouco tonta numa festa junina. Mandou √°udio. Eu achando que era o √ļnico, nunca fiquei t√£o feliz. Acabei descobrindo logo dps que foram pra todos. Alguns ind√≠cios de que ela at√© trata melhor e conversa mais com outros do mesmo grupinho. √Č uma esp√©cie de ci√ļme que n√£o √© ci√ļme e sim da falta de real carinho. Apesar de ter recebido v√°rios abra√ßos, n√£o me lembro de um √ļnico que tenha me dado prazer de dar, que eu cairia aos prantos e etc.

Hoje, fiquei talvez na minha tristeza m√°xima. N√£o, uma pessoa n√£o pode definir minha vida, n√£o. Mas ainda assim, √© horr√≠vel quando em anos voc√™ conhece algu√©m que realmente consegue ter talvez as conversas mais flu√≠das. Me sinto franco toda vez que ando com ela. √Č estranho, n√£o √© romantizado, mas com 20 anos nunca senti algo assim. Nem com amigos que conversava diariamente. Desde que a conheci n√£o consegui nem me masturbar, de vez em quando a ansiedade ataca com tanta for√ßa e come√ßo a chorar absurdamente. Hoje, fiquei o dia inteiro chorando, nunca na minha vida ocorreu algo assim. Uma solu√ß√£o r√°pida seria simplesmente conversar ou ao mesmo tempo tentar ser mais incisivo em rela√ß√£o ao tipo de relacionamento, que seja. Mas n√£o quando voc√™ nunca aprendeu algo assim e especialmente tem um neg√≥cio chamado "vergonha". Esses dias descobri que n√£o conseguia elogiar algo sem criticar logo depois. Me dispus a apenas elogiar durante alguns dias e fiquei melhor comigo mesmo. Pelas primeiras vezes estava elogiando de uma forma t√£o natural, era estranho. Mas nada resolveu a tristeza, nada resolveu a vontade de realmente estar do lado dela. N√£o tem um cu a ver com as cal√ßas, mas era algo que eu acabei me arrumando por causa dela. Gado demais? Com certeza. Mas n√£o s√≥ isso, acho que era a vontade de sentir algum carinho de algu√©m que realmente tenho simpatia enorme.

Já procurei ajuda psicológica anos atrás, descobri que não olhava no rosto das pessoas quando falava, tinha medo. Resolvi. Parei então. Voltei anos dps. Parei com 6 meses por falta de dinheiro. E penso em voltar. Mas ainda assim, sei que não é uma resolução simples. Só vim desabafar alguns pontos que sempre batem na minha cabeça quando abria esse sub. Obrigado se você leu até o final, foi mal se algumas coisas saíram todas intercaladas e sem nexo. Escrevi saindo da cabeça, sem revisão nem nada.

A moral? As pessoas precisam ter alguma experiência na vida e se você não der nenhuma, ela nunca vai saber como reagir ou fazer algo.
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2018.02.13 20:29 Engrasado Desabafo de carnaval. √Č sobre n√£o pegar ningu√©m.

TL;DR: Fui ao carnaval, a menina que eu estava interessado e j√° estava trovando ficou com 2 caras na minha frente. Tentei chegar em estranhas mas falhei miseravelmente. Aprendi bastante ontem, espero que venham outras oportunidades.
Tenho 20 anos e tenho aqueles problemas comuns que muitos caras da minha idade têm: baixa autoestima, pouco dinheiro, habilidades sociais pobres, nenhum sex appeal (hate this word), etc. Ou seja, a receita pra não pegar ninguém.
Fui ao carnaval na pilha de um amigo meu que é muito bom com pessoas e mulheres, tanto é que ele acabou de arrumar a primeira namorada dele depois de uma adolescência repleta de pegação (sério, toda vez que saíamos juntos ele ficava com alguém). Assim, comprei os ingressos e um lugar em uma van para 2 dias de carnaval numa cidadezinha do interior próxima de onde moro. Fomos eu, meu amigo, a namorada dele, um amigo e uma amiga dela, que moram lá.
Fui no primeiro dia, exagerei na Vodka e tive um PT emocional. Uma hora eu literalmente comecei a chorar do nada. Meu amigo n√£o perdeu a chance de me zoar no outro dia.
Decidi n√£o beber no segundo dia. Quer dizer, n√£o muito. Tomei algumas cervejas, mas nada que desse aquele ‚Äúbuzz‚ÄĚ do √°lcool que todos conhecemos. E eu me senti bem melhor. Sinceramente, n√£o entendo se, quando mais jovem, n√£o tinha maturidade pra controlar minhas emo√ß√Ķes, mas eu nunca antes tinha me sentido melhor em um festa s√≥brio do que b√™bado. Dancei, cantei, fiz piadas, conversei, o que se faz em um carnaval.
Bem, eu já estava desde o primeiro dia afim da amiga (da gf do meu amigo), mas a vodka me impedia de formar frases compreensíveis.
No segundo dia, s√≥brio, conversei com ela em alguns momentos na pista, ela ria √†s vezes ria das minhas piadas ruins. Decidimos descansar no p√°tio da casa de festas. Meu amigo me perguntou sobre uma m√ļsica em ingl√™s que estava tocando, traduzi pra ele a letra e ele disse que queria me ouvir falando.
N√£o sei como, mas ele deu um jeito de que eu come√ßasse a conversar com ela one-on-one. Falamos sobre l√≠nguas, ela at√© que tem um certo entendimento do ingl√™s, mas por ter bebido ela n√£o conseguia falar. Foi engra√ßado. Conversamos sobre coisas mundanas: a cidadezinha do interior, nossas faculdades, de onde conhec√≠amos nossos amigos, etc. Li em um livro que tinha de manter o olho-no-olho e tocar nela √†s vezes pra deixar clara minhas inten√ß√Ķes. Sinceramente, achei que ela at√© estava interessada.
Voltamos para dentro. Puta merda. Um cara, alto, forte, loir√£o de olho azul chega do nada e d√° um beijo nela. Felt like a punch to the gut. Cara, o amigo dela me disse que ela era ‚Äúdif√≠cil‚ÄĚ, que n√£o ficava na mesma noite. Eu estava feliz de estar conversando com ela, afinal, conversar com uma garota que tu t√° interessado √© muito gratificante.
Longe de julgar ela, dizer que é puta, fácil etc. Afinal, se fosse eu abordado por uma mulher extremamente atraente, eu provavelmente não diria não. Mas que deixa um gosto amargo na boca, deixa. O grupo resolveu voltar pra fora. Eu até pensei em deixar pra lá e tentar de novo (mas na minha cabeça me sentia uma putinha por ainda me interessar por ela depois disso).
L√° fora, um cara, que tamb√©m era alto, forte, mas desta vez moreno, gesticula pra ela o ‚Äúvem c√°‚ÄĚ. Ela vai, e n√£o deu outra, ela pegou o cara tamb√©m. PORRA. Eu fa√ßo todo o ‚Äúlevantamento de peso‚ÄĚ, converso, toco, tento fazer uma gra√ßa, enquanto o cara, por ter sorte na loteria gen√©tica n√£o faz o m√≠nimo de esfor√ßo e consegue?
Com ele, ela ficou a noite inteira. Nesse momento, eu dei gra√ßas a deus por estar s√≥brio, se estivesse b√™bado eu ficaria triste, reclam√£o, de cara amarrada. Mas eu fui ‚Äúcalm and collected‚ÄĚ.
Feels bad man. Tentei ap√≥s isso com o amigo (da gf do meu amigo) chegar em algumas garotas que estavam dan√ßando. Me surpreendi que n√£o senti nenhum frio na barriga, palpita√ß√£o, etc antes da aproxima√ß√£o (WTF? Eu sempre tive esse problema). Mas n√£o peguei ningu√©m igual. Uma menina me disse que tava l√° ‚Äús√≥ pra dan√ßar‚ÄĚ, outra simplesmente deu as costas e foi embora, outra foi salva pela amiga. Bom, n√£o sei o que eu n√£o tenho que outros homens t√™m, mas eu n√£o consigo fazer essas abordagens.
Aprendi que sou uma pessoa muito mais funcional em uma festa s√≥brio do que b√™bado (meio √≥bvio, mas sempre estive b√™bado em outras vezes). Aprendi que tenho que ser mais r√°pido. A culpa n√£o foi do cara que ficou com ela, a responsabilidade de agir era minha e eu falhei. Percebi que existe uma din√Ęmica que eu ainda n√£o entendo por inexperi√™ncia e falta de informa√ß√£o que me impede de desenvolver uma conversa com uma pessoa que acabei de conhecer.
Enfim, é isso, ficou longo pois não me sinto confortável em contar isso pra alguém (nem meu pai, embora ele seja legal).
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2017.12.01 17:27 tombombadil_uk Quantos de vocês já estão/estiveram/conhecem alguém em um relacionamento abusivo? Já tentaram dar um toque nessa pessoa?

Depois de compartilhar com vocês a história que vivi com essa menina que reencontrei (link aqui) depois de 12 anos, outro assunto ficou aqui na minha cabeça e quis compartilhar com vocês: relacionamentos abusivos. Quantos de vocês passaram, passam ou conhecem alguém que passe por isso?
Eu não sei quantos de vocês aqui já passaram por algo do tipo. Mas essa conversa com a menina que reencontrei, na qual falei sobre as experiências que passei aqueles quatro anos com um relacionamento extremamente tenso. Foi um momento tão traumático da minha vida que eu nem gosto de pensar muito nele, mas essas três semanas relembrando daquela época e a conversa que tive essa semana me fez perceber várias coisas.
Olhando agora, todo esse tempo depois, muito disso soa absurdo e não acredito que me sujeitei a tanto, que perdi tanto da minha vida. Especialmente amigos nessa época tão gostosa que é entre 18~22 anos.
Fica aqui um desabafo sobre o assunto, solidariedade a quem tamb√©m j√° passou por isso e possivelmente ligar o alerta para quem pode estar vivendo uma situa√ß√£o dessas. Ningu√©m √© t√£o bom a ponto de voc√™ abrir m√£o de tudo na sua vida - fam√≠lia e amigos - para poder ficar com aquela pessoa. Voc√™ jamais vai ser t√£o ruim a ponto daquela pessoa "ser a √ļnica que vai aturar voc√™" na sua vida.
Se você acha que está vivendo um relacionamento estranho, senta e conversa com um amigo ou amiga. Pede ajuda. Passar por esse perrengue foi bem traumatizante e eu demorei uns dois anos depois do relacionamento para me recuperar completamente. De certa forma, isso me amadureceu MUITO. Mas, ao mesmo tempo, eu gostaria de ter percebido mais cedo o que eu estava vivendo com ela para aproveitar melhor aquela época.
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2017.09.11 11:00 deuszebu Confiança & Arrependimento [Nine-Nine] Mais Uma Vez

Nasci em 91. Tenho uma família arcaica, assim como a maioria das pessoas de idade avançada do interior onde moro. Não os culpo por isso, uma vez que se reflete na falta de instrução dos mesmos. Desde criança, gostei muito de jogar e, naturalmente, meu PC tem sido meu melhor amigo desde então. Durante anos me envolvi com jogos de interpretação de papéis (RPG) e, pra mim, essa era uma proposta perfeita para a fuga da realidade. Uma vez imerso em tais aventuras, fiz alguns amigos virtuais. Eram eles transeuntes, os quais marcavam bons momentos e apenas se iam, sem despedidas. Já não tenho contato com quase nenhum destes.
Interpretar papel √© algo que fa√ßo bem, as vezes, inclusive, me perco de quem sou ou deveria ser, segundo o que espera-se da minha pessoa. Nunca enxerguei a vida real com um real brilho nos olhos, tive bons amigos, com os quais me diverti bastante, com ou sem drogas envolvidas, mas at√© ent√£o n√£o havia nenhuma conex√£o com algu√©m que eu considere t√£o admir√°vel quanto os personagens que eu mesmo interpretara em tais aventuras. Eis que surge em minha vida um elemento conhecido pelo vulgo Bruxo. Em primeira inst√Ęncia n√£o tinhamos import√Ęncia alguma um pro outro e, durante anos, nos viamos ocasionalmente e n√£o nos fal√°vamos muito. Sua presen√ßa geralmente era aguardada por muitos, se n√£o todos e, onde quer que estivesse, se fazia atra√ß√£o.
Pelo pouco que pude observar, era nítido o seu poder de retórica, enquanto eu, por minha vez, era extremamente introspectivo e imerso em minha mente. O silêncio não me incomodava a mim, talvez sim aos que estivessem ao meu redor. A partir do momento que fui alertado sobre ser tão calado, passei a me sentir um tanto quanto um espião e, de certo modo, evitei estar em locais onde a minha presença não era uma necessidade. Meu primeiro contrato com o Bruxo foi um celular o qual ele me vendeu num valor bem barato e me fez acreditar que eu era alguém especial para ele, segundo seu diálogo envolvente. O mesmo me alertou para não comentar sobre a aquisição com as pessoas em comum ao nosso meio, que se resumia à cerca de umas vinte pessoas, na época.
A partir desse momento, me senti em d√©bito de fidelidade com o mesmo e, gradualmente, acabei me afastando da maioria dessas pessoas do nosso ciclo. Eram todas elas, aparentemente, de √≥tima √≠ndole e algumas j√° haviam me avisado sobre qu√£o t√≥xico ele poderia ser. O Bruxo j√° me causara d√ļvida em rela√ß√£o √† raiz fundamental de suas atitudes. Por outro lado, sua habilidade de omitir o que importa e ludibriar, ao falar o que importa aos ouvidos alheios, me fascinava e eu invejava tamanha eloqu√™ncia e perspic√°cia. Vendo em mim um devoto seguidor, o solit√°rio lobo abriu uma vaga na sua carruagem para que eu embarcasse em algumas aventuras com ele. Desde ent√£o, tornamo-nos c√ļmplices em v√°rias perip√©cias.
O tempo passou e eis que tivemos nosso primeiro conflito em relação à confiança cega. Conheci a cocaína através dele e isso não chegou ser algo relevante, já que eu sabia que se trata de uma droga cara e eu, vindo de família humilde, sabia que não podia me dar o luxo de usar uma química capaz de elevar tanto o ego. Já ele, era viciado nessa maravilha em forma de pó. Em determinado momento de nossa trajetória, eu fui despedido do trabalho, sem seguro desemprego e recorri ao bruxo pra me defender em relação à essa grana que o patrão deveria ter me pago e o mesmo me auxiliou até que eu conseguisse vencer esse valor sem necessidade de recorrer à justiça.
Metade dessa quantia recebida me foi requisitada pelo bruxo, com a promessa de me retornar a o mesmo valor em pouco tempo. De pronto, aceitei, até porque eu fui até ele em primeiro lugar, caso contrário, eu iria me conformar em sair do trabalho de mãos atadas. Foi um conflito tenso entre eu e meu chefe, diga-se de passagem. Não bastando o débito, o bruxo me persuadiu a fazer um empréstimo com o banco através de meu crédito especial. Sacou tudo quanto foi possível, na promessa de retorno. Nunca vi a cor desse dinheiro de volta e a dívida se acumulou, já que meus pais também não tiveram condição de pagar. Quando conseguiram juntar uma grana pra não deixar meu nome ficar no SPC, os juros já tinham mais que dobrado. Não chegou aos cinco dígitos, mas já tinha caminhado meio caminho até lá.
D√≠vida √† parte, ainda √©ramos c√ļmplices de aventuras e houve um epis√≥dio extremamente marcante pra mim, onde eu me envolvi com uma garota que conheci atrav√©s de outra com quem eu j√° ficava. Era uma conex√£o rasa, para ambos, mas eis que o bruxo se envolve na cena e resolve propor que a gente v√° estudar morar na casa dessa garota, que morava s√≥. Ela era l√©sbica, a princ√≠pio, mas acabamos ficando e, posteriormente, percebi que ela n√£o estava mais afim de mim e, aparentemente, estava bem suscet√≠vel ao bruxo. Me limitei a expressar tal frustra√ß√£o atrav√©s de desenhos. Nunca fui de desenhar, mas parecia apropriadamente inspirado para isso.
Mais tarde, ainda nesse epis√≥dio da morada com a desconhecida, houveram alguns maus momentos entre n√≥s e ele me ofereceu uma coca de boa proced√™ncia, a tal nine-nine. N√£o sei explicar se foi a qu√≠mica ou a situa√ß√£o e o ambiente, mas eu me senti muito mais afetado, dessa vez, com uma dose muito menor da que eu j√° havia experimentado outrora. Em um certo momento, tive uma discuss√£o com ela e isso se tornou em uma agress√£o f√≠sica da parte dela. Como calado n√£o poderia ficar, sob efeito da bendita, eu apanhava sorrindo, de sangue quente e dentes trincados, ent√£o a retribuia com quest√Ķes agressivas, sem me preocupar com o quanto aquilo estava por ferir a moral da mesma. Eu n√£o faria isso de cara, j√° que ela era uns cinco anos mais nova que eu.
A situação melhorou quando o bruxo teve a brilhante ideia de ligar para a polícia e reportar agressão, antes disso, ele havia ligado pra minha casa e aviso à minha mãe para reunir tantas pessoas quanto fosse possível, pois eu estava impossível de ser contido e estaria chegando lá em breve. Os homens da lei chegaram, viram a bagunça na casa, eu havia quebrado uns ovos da geladeira pela casa, quando ele ligou. Madness. Ouviram-no por um curto período e já foi o suficiente pra me algemarem e me levarem até minha casa, o bruxo me acompanhou na viatura. Desci gritando "Socorro!", já que é o nome da minha mãe. Eu já estava num estado de espírito em que não me importava mais com quase nada, nem mesmo em desrespeitar as autoridades com tamanha ironia, de pedir socorro, colocando-os em posição de quem está a me por em perigo, quando na verdade deveriam representar o oposto.
Antes de me remover as algemas, o oficial me deu um mata le√£o dentro de casa, sob gritos de minha v√≥ e apelo de v√°rios presentes pra que ele parasse com aquilo. Segui como se nada tivesse acontecido e me dirigi ao meu quarto, tirei minha roupa e sa√≠ de l√° nu, na vista de todos. Peguei minha toalha e tomei um banho gelado, sem pressa em parar de receber aquele jato frio na cabe√ßa. De fato, eu sabia que precisava estar t√£o s√≥brio quanto poss√≠vel. Sa√≠ e dialoguei com todos os presentes, como se nada tivesse acontecido. Estavam todos espantad√≠ssimos, com minha capacidade de estar t√£o na boa, ao inv√©s de rastejando por perd√£o pelo incidente. Como haviam bem umas dez pessoas presentes, todas elas importantes, n√£o souberam nem o que dizer, em rela√ß√£o √† serm√Ķes. Ao menos tiveram respeito pela situa√ß√£o de crise que se apresentara.
Meu pai foi o primeiro a abrir a boca, tomou a cena aos berros de uma ora√ß√£o e fez da situa√ß√£o uma justificativa para dizer que havia em mim um dem√īnio. Como sempre o vi como hip√≥crita, acreditei que ele tivesse fazendo aquilo pra me defender de uma degenera√ß√£o maior. Eu dei aten√ß√£o aos que eu realmente gosto. A partir daquele momento, passei a agir como um animal selvagem, sempre alerta e pronto pra agir, fazia apenas o que me apetecia e n√£o me sentia mais como um ser domesticado. A hist√≥ria repercurtiu por toda minha fam√≠lia por parte de pai e m√£e, pseudointelectuais e ovelhas de cristo, respectivamente. Neste caso, n√£o sei o que √© pior, o conhecimento e o desd√©m ou a ignor√Ęncia e a miseric√≥rdia.
Me afastei do bruxo, isso havia sido explicitamente deixado claro pelos meus pais desde o momento em que pagaram a d√≠vida que o mesmo deixou sob meus ombros e eu ignorara. Passei a frequentar psic√≥logos e psiquiatras do CAPS e particulares, a fim de satisfazer meus pais, que tentavam descobrir o que havia de errado comigo. Todos diagn√≥sticos explicitavam que eu estava s√£o e bem consciente sobre tudo que aconteceu e eu sabia disso, assim como sabia que eles n√£o aceitavam aquela atitude vinda de mim, o que me fez acreditar que eu poderia ter borderline. Foi uma fase complicada, me afastei de todos contatos poss√≠veis. Todos! Desenvolvi um certo p√Ęnico, derivado da superprote√ß√£o, em que eu sentia que estava sendo perseguido e que as pessoas as quais eu me considerava pr√≥ximas poderiam estar em perigo. Cheguei a interpretar mensagens subliminares pra mim, na TV.
Passaram-se alguns anos e o bruxo apareceu novamente. Se aproximou aos poucos e, de repente, est√°vamos juntos em miss√Ķes suicidas novamente. Narrando essa hist√≥ria, me sinto na posi√ß√£o daquele ser imbecil dos filmes de suspense, que sabe que vai dar merda se continuar e, mesmo assim, segue rumo ao perigo. De algum modo, ele foi a √ļnica pessoa que me entendeu, at√© hoje. Por mais escroto que o mesmo tenha sido comigo, eu n√£o conseguia v√™-lo como um inimigo e, mais uma vez, abri a guarda. Seguimos uma nova fase da aventura em que ele viera morar num bairro pr√≥ximo de onde eu moro, com uma namorada a qual ele n√£o ama, nem mesmo dizia ter rela√ß√Ķes e ainda dizia que se eu ficasse com ela, que era um al√≠vio pra ele.
V√°rias coisas altamente insanas aconteceram. Pela primeira vez eu tinha um pico legalize pra dar um dois, beber sem me preocupar sobre onde cair morto e tamb√©m dava pra levar umas parceiras. Como √© de se esperar, nem tudo s√£o flores. Eu estava √† caminho do bruxo, √†s tr√™s da manh√£, para entregar a ele uns cart√Ķes de sua namorada. Por fruto de um acaso infeliz e de um ser infernal de m√° √≠ndole atr√°s do volante, aconteceu um acidente comigo e eu quase morri. Por incr√≠vel que pare√ßa, eu me preocupava mesmo era com minha moto, que fora destru√≠da e estava sem seguro. Ca√≠ inconsciente e somente no outro dia fui saber o que estava acontecendo, foi quando meus pais souberam que novamente eu estava conectado com o ser o qual eles mais abominam em minha vida, chegam a dizer, com convic√ß√£o, que ele √© o dem√īnio.
Levou um tempo at√© eu me recuperar do acidente e algumas sequelas seguem at√© hoje, mas eu ainda tinha contato com o abomin√°vel homem das neves do sert√£o. Eu sempre fui o rei da evas√£o, mas j√° tava ficando complicado inventar nome de pessoas pra justificar minhas sa√≠das e dormidas fora. Quisera eu que houvesse uma c√ļmplice pra justificar como namorada, essa sorte n√£o tive. Como se n√£o bastasse tanta desgra√ßa em minha vida, eu aceitei o pedido do bruxo em emprestar meu cart√£o de cr√©dito ao bruxo e ele torrou mais quatro d√≠gitos, na promessa de que ele pagaria nos meses seguintes. Ele pagou o m√≠nimo da primeira, as restantes foram parceladas com altos juros.
Tenho passado maior perrengue pra pagar essa conta. J√° fiz uma d√≠vida alta com minha prima, pra pagar uma parcela a qual ele me deu o valor de pagar, depois pediu pra guardar e, quando pedi pra ele pegar, o mesmo disse que j√° havia me dado e que eu perdi. Eu tava certo de que nunca perderia uma alta quantia de dinheiro, mas acreditei no que havia me dito, j√° que negar tamb√©m n√£o ia dar em nada, j√° que n√£o haviam provas. Atualmente, estou √† uma semana com atraso na fatura do cart√£o e n√£o tenho condi√ß√£o alguma de conseguir a grana. Hoje foi o dia que planejei contar √† minha m√£e sobre essa situa√ß√£o, na esperan√ßa de que ela pague e n√£o me mate. O clima aqui em casa tem estado t√£o bom que a √ļltima coisa que eu queria fazer √© estragar, mas √© o pre√ßo que estou tendo que pagar, mais uma vez, pela confian√ßa.
N√£o sei se posso afirmar se estou arrependido, nem sei se eu voltaria a ter contato com o bruxo. √Č sempre o mesmo drama mental e isso me consome como nada antes na vida. Um b√īnus delicioso nessa hist√≥ria √© que na semana passada chegou uma cara em minha casa de cobran√ßa do meu plano de sa√ļde. Tal fatura o bruxo havia me dito pra emprest√°-lo o valor de pagar e me tranquilizou dizendo que me daria o valor no in√≠cio da semana, depois pediu o boleto e o restante do valor que eu tinha, afirmando que pagaria na lot√©rica no pr√≥ximo dia √ļtil. Bom, a cobran√ßa j√° deixa bem claro que ele n√£o teve considera√ß√£o em honrar com sua palavra. Me sinto v√≠tima de estelionato pela √ļnica pessoa que cheguei a considerar ser um amigo de verdade.
TL;DR: Confiei em um amigo √ļnico e o mesmo me causou arrependimento, ao me dar toco financeiro consecutivamente e, aparentemente, sem remorso.
Esse depoimento me faz lembrar da m√ļsica Mais Uma Vez de Legi√£o Urbana. Nela, o Renato Russo inicia com palavras que parecem levar luz aos cora√ß√Ķes desesperados e suicidas:
Mas é claro que o sol vai voltar amanhã Mais uma vez, eu sei Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã Espera que o sol já vem
Em seguida, ele completa com alertas que servem perfeitamente como desfecho pra essa tragédia narrada:
Tem gente que está do mesmo lado que você Mas deveria estar do lado de lá Tem gente que machuca os outros Tem gente que não sabe amar Tem gente enganando a gente Veja a nossa vida como está Mas eu sei que um dia a gente aprende Se você quiser alguém em quem confiar Confie em si mesmo Quem acredita sempre alcança!
E quando você pensa que não tem mais saída, que tudo que foi vivido foi um erro, vem o conselho final:
Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena Acreditar no sonho que se tem Ou que seus planos nunca vão dar certo Ou que você nunca vai ser alguém
E √© com a letra dessa linda m√ļsica, que tanto marcou minha adolesc√™ncia, mas s√≥ agora parece fazer sentido visceral, que me despe√ßo de voc√™s.
Salaam Aleikum ^-^
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2017.05.15 01:09 FellowOfHorses Não há ninguém perto de você. - Feliz dia das mães.

(minha foto mais bonita) Fernanda, 27 anos
M√£e
Professora
Militante
Feminista
Amor à culinária, literatura e aos amigos
√ďdio ao capital e aos de cora√ß√£o raso.
Essa é a minha descrição num experimento social, no meu perfil do Tinder.
Depois de conversar mais uma vez com uma amiga sobre a relativiza√ß√£o afetiva que as mulheres sofrem e como √© isso p√≥s maternidade, ela lembrou de um post que fiz um tempo atras, contando dos perfis no Tinder. Homens com fotos dos filhos, mulheres, nunca. Esconder a maternidade √© necessidade. Ela, soci√≥loga, prop√īs que reativ√°ssemos meu perfil e fizemos essas altera√ß√Ķes. Foi uma semana forte. n√£o fez bem pro meu ego, mesmo.
83 matchs masculinos. Homens entre 24 e 34 anos. Alguns (re)machs - praticamente os √ļnicos que n√£o me fizeram mal ao ler as mensagens recebidas (nem todos, tamb√©m). todos homens que eu realmente me interessaria pela apar√™ncia f√≠sica e/ou descri√ß√£o e interesses em comum.
TOP 10 das bostejadas:
1
*Raul - 27 anos:
-Oi gata
-Oi. tudo bem?
-Melhor agora.
-Que bom que você avisa que tem filho.
-√Č? Por que?
-Assim facilita e a gente n√£o tem surpresa.
-Como assim?
-ah gata
n√£o se apaixona nem se desiludi
já sei q n rola nd sério
2
*Felipe - 31 anos:
-Tu é mãe?
ainda amamenta? <3
(combinação desfeita, por ele)
3
*Lucas - 28 anos:
-...
-ent√£o o seu filho est√° onde agora?
-Nossa.
Você é bem feminazi esquerdista mesmo.
coitada da criança com uma mãe puta dessas que fica procurando macho.
4
*Lucas - 24 anos:
-Sim. 3 anos. Isso é um problema grande?
-n, n. é q vc é mãe, e eu procuro uma namorada
-E?...
-E que daí n dá, né
-Por que? Sua m√£e nunca namorou?
-N fala da minha m√£e
vadia
(combinação desfeita, por ele)
5
*Markus - 25 anos
-vc tem com quem deixar a criança? n sou chegado, mas achei vc gata.
-oi? tu n é chegado em que?
-Pra chamar mulher?
(combinação desfeita por mim, porque não tive mais estomago)
6
*Marcos - 27 anos
-...
-Mas priorizei outras coisas na minha vida
-Como assim? temos a mesma idade e tu tbm é pai
-sou pq minha ex quis. acho q ela e vc n s√£o iguais
-Como assim?
-tbm. ela engravidou de gosto
-hmmm. Quantos anos vcs tinham?
-Ela 17 e eu 26
(combinação desfeita por mim, por motivos óbvios)
7
*Ivan - 34 anos
-Divorciada?
-Oi. Tudo bem contigo? Sim, sou separada. Por que?
-√Č que mulher com filho a gente pergunta n√©
-Se n casou é que n vale muito
vc é feminista
raça ruim eim
o corno que deve ter te dado um pe na bunda pq tu n se depila
8
*Renan - 26 anos
-...
-N√£o. meu filho tem um pai, que ama muito ele.
Nao entendi a colocação.
feminista suja
professor ainda kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
9
*Tarciso - 31 anos
-...
-INgenuidade, querido.
sozinha kkkk
10
*Elton - 29 anos
-... eu concordo com esses caras na verdade
-p q se ja teve filho e ta solteira boa coisa n é
(match desfeito, por ele)
Quando se fala em irresponsabilidade social e abuso afetivo sobre as mulheres, negligenciar essa cultura da misoginia acerca da maternidade √© ser canalha. A solid√£o da m√£e √© vista como obstaculo para tornar aquela mulher forte. N√≥s n√£o queremos esses obst√°culos. Ningu√©m quer. Essa cultura coloca todos os dias milh√Ķes de mulheres numa posi√ß√£o que facilita a exposi√ß√£o aos abusos.
Logo depois que me separei, passei por vários "relacionamentos" que tinham um traço forte em comum: Todos homens que me relacionei me esconderam socialmente. O primeiro homem que me assumiu socialmente, no entanto, era mais um dos abusadores emocionais que estão por aí. E eu caí, como uma presa, em mais um relacionamento abusivo porque estava recebendo atenção. Fingia estar bem, feliz, que tudo era flor amor e gratidão, mas a gente aprende a disfarçar bem e evitar perguntas. Enlouqueci, literalmente.
Hoje sigo no limbo social e emocional que nos colocam, fingindo que sou forte e que est√° tudo bem.
N√£o est√°.
Esses diálogos nojentos aí em cima provam que nada está bem. O meu estado "civil" no momento não importa pra ninguém porque essa não é a questão desse experimento e do futuro artigo. Meu estado emocional e o estado emocional de todas as mães que escondem sua maternidade no primeiro momento para evitar fetichização e conseguir atenção afetiva, sim.
Ser mãe não é amar incondicionalmente e abrir mão da vida social/sexual/amorosa; nem desfazer planos, nem se privar da carreira, nem se privar de todos os sonhos e planos traçados. Isso é ser submissa à alguém. Ser mãe é ser responsável pela vida de um terceiro, eternamente ligado a ti. Nutrir o crescimento desse ser da melhor maneira que conseguires e se esforçar muito pra que tudo de certo pra ele, em primeiro lugar.
Sempre que se fala da mãe, se fala dela como algo terceirizado, como uma entidade atrelada ao filho de uma maneira submissa. Isso é desumanizador.
Espero que esse experimento e esse textinho facebookiano ajude a elucidar a posição que todos vocês acabam nos colocando dentro dessa estrutura patriarcal e misógina.
Ser mulher não é fácil.
Ser mulher e m√£e, menos ainda.
Ser mulher, m√£e e reivindicar uma vida social fora dos padr√Ķes patriarcais, √© enlouquecedor.
Na luta da mulher mãe, a resposta é essa mesmo: Não há ninguém perto de você, só seu filho.
Feliz dia das mães. Comprem um presente pras suas, aliviem a culpa e reflitam o quanto de abuso emocional elas já sofreram por serem mães de vocês.
Pai, marido, irm√£o, cunhado, chefe, amigo, namorado, colega... todos j√° foram abusivos e/ou negligentes de alguma forma.
Pensem em quantas mulheres permanecem em rela√ß√Ķes falidas e criminosas com medo da solid√£o.
Mãe de bicho lê/ouve coisas como essas todos os dias? Alguém já deixou de te assumir porque vocês tem um gato e dois cachorros em casa? Você sofre abuso emocional em todas os meios que vive e circula, inclusive o familiar, por ter bichos e ama-los muito?
Eu queria ter escrito mais, muito mais mesmo; mas n√£o deu. Prefiro manter minha sa√ļde emocional minimamente est√°vel no dia de hoje porque sei que tem muita mulher que aguenta firme coisas muito piores. Reconhe√ßo meus privil√©gios.
*os prints das conversas não foram postados porque a intenção não é transformar isso aqui num álbum de nojeiras. As conversas foram transcritas, mantidas abreviaturas e corrigidas falhas de digitação. Os nomes e idades também foram mantidos.
*n√£o foram vinculadas fotos do meu filho nem seu nome foi exposto em nenhum momento. foi apenas informada a maternidade.
*as mulheres na mesma condição que eu sabem identificar cada frase e contexto, porque certamente passam por isso diariamente.
*n√£o somos menos m√£es por nada disso.
*não amo menos meu filho por entender que ele não é minha propriedade e eu não sou propriedade dele.
*tamb√©m vivo em processo de enfrentamento familiar constante por negar o padr√£o. A luta tamb√©m acontece no √Ęmbito familiar, por mais massa que seja minha familia.
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2016.07.18 14:45 999Luzeiro A praia est√° perdida

publicação original no Medium
Eu sempre subi √†quele terra√ßo em dia de festa. A arquitetura brutal, o piso grafite e a irremedi√°vel falta de uma paisagem que preste (comum √† capital, ali√°s), jamais foram capazes de reduzir a alegria que sinto ao visitar minha √ļnica irm√£. Percebo, desta vez, que o luto se expressa pelas varizes nas paredes que rodeiam a escada, no metal frio e azedo do corrim√£o e, finalmente, na sensa√ß√£o de pisar em um cinzeiro proporcionada pelas placas erodidas do piso. A feiura √© oportunista, e no dia de hoje, saiu em carnaval.
L√° estava o meu cunhado, abaixo de uma das pontas do varal, investigando pelos espa√ßos vazios do gradeado uma possibilidade de escorrer pelas paredes externas do pr√©dio de nove andares. ‚ÄúVoc√™ comeu, Felipe?‚ÄĚ, foi o meu √ļnico cumprimento poss√≠vel, e ‚ÄúHum, comi‚ÄĚ foi a √ļnica resposta que lhe pareceu honesta. √Č claro que comeu ‚ÄĒ alguma vez na vida ‚ÄĒ mas duvido que tenha tido est√īmago para reiterar t√£o prazeroso e exigente h√°bito, hoje. Hoje n√£o, pois o meu cunhado, marido da minha √ļnica irm√£, perdeu o √ļnico filho. Meu √ļnico sobrinho e afilhado. Minha dor n√£o √© pequena, mas no topo do p√≥dio da orfandade inversa, temos a minha irm√£, coroada de espinhos e de cama h√° dois dias. Em seguida, Felipe Remador, est√°tico no terra√ßo em pleno inverno e com o est√īmago vazio. Talvez eu em esteja em terceiro lugar, junto com a namorada do L√©o, n√£o sei. O que sei √© trago as not√≠cias, como um rel√Ęmpago invis√≠vel que transformar√° os t√≠mpanos do ouvinte em peito.
‚ÄúEscuta, Felipe.‚ÄĚ E descrevo como um apresentador de telejornal excessivamente soturno o desdobrar dos fatos do dia: encontraram o corpo preso ao recife, poucas escoria√ß√Ķes, a causa mortis foi mesmo o afogamento, est√° tudo acertado para o enterro amanh√£, no Parque da Colina. Falei com a m√£e da namorada, ela n√£o vai, est√° em choque. Aquele menino, Raul, ainda n√£o voltou a Belo Horizonte. Me ligou do celular do L√©o, estava com uma voz tenebrosa. Est√° tudo pago, n√£o se preocupa. Eu estou muito bem empregado e n√£o √© hora de falar disso. E dou sequ√™ncia, como ventania: ‚ÄúPreciso te contar uma coisa, Lipe, o L√©o me ligou no dia anterior ao sumi√ßo, e a conversa estava mais estranha do que de costume‚Ķ‚ÄĚ
‚ÄúEu comi, sim. Tem macarr√£o, se voc√™ quiser.‚ÄĚ E me corta como se nos fal√°ssemos pela internet, com enorme atraso. E come√ßa a me contar do filho: coisas que eu j√° sei, mas s√≥ me resta ouvir mais uma vez.
Leonardo Remador nasceu com o cord√£o umbilical em volta do pesco√ßo, sem choro e nem desespero. Nasceu sorrindo. O obstetra achou que estava se contorcendo pelo sufoco, mas n√£o: era um sorriso mesmo. ‚ÄúEsse √© forte, corajoso‚ÄĚ ‚ÄĒ da√≠ ‚ÄėLeonardo‚Äô ‚ÄĒ disse, para encher o pai de orgulho, enquanto a enfermeira entregava o Pr√≠ncipe aos bra√ßos da m√£e. Era um Pr√≠ncipe, quase enforcado, por√©m um Pr√≠ncipe, como s√£o todos os rec√©m-nascidos ap√≥s a Proclama√ß√£o da Rep√ļblica. N√£o parava de se mexer e olhar ao redor, como se procurasse por mais um corda para se amarrar, e se apertar.
Come√ßou a andar com oito meses (o que o pediatra considerou um recorde) mas o pai j√° reparava que muito antes o guri j√° ensaiava ficar de p√©. Era uma brincadeira nervosa: apoiava-se nos joelhos e esticava as pernas tr√™mulas, e em dois segundos ca√≠a. ‚ÄúToda crian√ßa faz isso‚ÄĚ, diz o pediatra sem querer estregar o encantamento do rec√©m-pai. ‚ÄúN√£o‚ÄĚ, continua Felipe, ‚Äúele n√£o cai e chora. Ele cai a d√° a maior gargalhada. E se levanta e se joga de novo. E ri. Se j√° soubesse falar ia chamar isso de ‚Äėbrincadeira da gravidade‚Äô, sei l√°‚ÄĚ. E descreve a forma como o filho olha para baixo ao cair, como se quisesse testemunhar cada segundo do trajeto. ‚Äú√Äs vezes o L√©o tem um senso de humor maior do que o das outras crian√ßas‚ÄĚ, desconversa o jovem doutor, voltando os olhos adestrados ao monitor adestrador do computador.
Aos cinco anos chorava e dava esc√Ęndalos quando o pai se negava a dar uma volta de motocicleta com ele pelo quarteir√£o. Quando o seu desejo era atendido aos finais de semana, voltava para casa d√≥cil e calado, prestes a cair no sono e recompensar os pais com o sil√™ncio que o casal tinha antes do Pr√≠ncipe ter vindo ao mundo.
E ele foi ao mundo: no futebol, s√≥ jogava como goleiro pois nas outras posi√ß√Ķes n√£o podia atirar-se pelos ares e havia menos risco de levar uma bolada na cara. Na nata√ß√£o, perdia as instru√ß√Ķes do professor por se interessar mais pela apneia. Se deu melhor nas artes marciais, para o desespero de sua m√£e que n√£o suportava ter que aplicar curativos duas vezes por semana. Finalmente, na puberdade, a coragem e o senso de humor exagerado tornaram-se insuport√°veis. Gostava de provocar o pai pelo simples prazer de escutar sua voz engrossar e amea√ß√°-lo. Sentava-se na janela para ouvir m√ļsica e balan√ßava-se para frente e para tr√°s em um √Ęngulo cada vez menos agudo, cantarolando sossegado at√© que a m√£e o via do corredor e gritava de susto. S√≥ se interessava pelas garotas que j√° tinham um namorado, e aos treze anos voltou para casa com um olho roxo e os l√°bios rasgados por roubar um beijo de uma garota mais velha que estava a dois metros do cara mais velho ainda que a namorava. Os pais concordavam que aquilo n√£o era rebeldia pois sempre que aprontava alguma o adolescente passava os pr√≥ximos dois ou tr√™s dias obediente e calmo. Ele tinha ideias que beiravam a burrice e ap√≥s um longo ano de acidentes e notas baixas, foram atr√°s de especialistas, pois o primeiro m√©dico que o tocou estava mesmo errado. Leonardo, segundo o psic√≥logo, era um bom rapaz, mas era melhor ir ver um psiquiatra. O psiquiatra ‚ÄĒ que por curiosidade saltava de para-quedas nos finais de semana ‚ÄĒ tamb√©m n√£o viu nada de errado no garoto, mas por via das d√ļvidas, recomendou um amigo neurologista. Ap√≥s mapear o c√©rebro de L√©o, confirmou a boa sa√ļde mental do rapaz, mas seguiu uma pista em sua circula√ß√£o sangu√≠nea nos exames de rotina que o levava a crer que o n√≠vel de adrenalina era muito mais alto do que o normal. Com a ajuda de um endocrinologista constaram que a coragem de Leonardo era na verdade uma doen√ßa rara em suas gl√Ęndulas renais que produziam uma quantidade excessiva daquele horm√īnio, viciando das √≠ris aos pulm√Ķes, passando pelo cora√ß√£o e todos os m√ļsculos. O pai teve que vender a moto e um carro, mas pagaram o tratamento e aos dezesseis L√©o j√° n√£o andava mais com sua bicicleta sem freios pelo bairro. Apesar de n√£o ser dos mais espertos ou um dos mais bonitos, tinha um talento √ļnico com as mulheres, j√° que a possibilidade de rejei√ß√£o o atraia, coisa que n√£o existia em homem algum. Aos dezenove, arrumou uma namorada sem namorado, J√ļlia, e achava o m√°ximo quando a menstrua√ß√£o dela atrasava alguns dias, e √© claro que n√£o era nem um pouco favor√°vel ao uso de preservativos. Dizia apenas que era uma pessoa simples e que gostava das divers√Ķes curtas pois a vida, em si, era mesmo curta. Raul, um dos seus amigos mais antigos, ria e dizia que o problema √© que os momentos simples de L√©o poderiam encurtar a vida mais ainda. Era grato ao parceiro, pois mesmo sem se interessar por um baseado, L√©o era o √ļnico disposto a entrar com ele nas favelas para comprar aquele mato amassado.
Apreensivos, os pais viram o garoto tirar a carteira de motorista. Nenhum problema, a n√£o ser as multas por excesso de velocidade que eram pagas pelo pr√≥prio rapaz, que se virava na papelaria do pai do Raul. As pessoas que conviviam com ele acabaram se acostumando e at√© mesmo os pais deixaram de se preocupar tanto e esqueceram que ‚Äúo jeito dele‚ÄĚ era um problema s√©rio. J√ļlia, segundo um psicanalista freud- ou junguiano (precisamos diferenciar charlat√Ķes?), no fundo morria de tes√£o por caras irrespons√°veis, Raul (nas palavras de uma pedagoga do Ensino M√©dio) tamb√©m n√£o era exemplo de comportamento e assim Leonardo tocou sua vida abusando da sorte.
Acontece que, mineiro que era, L√©o poucas vezes foi ver o mar, e s√≥ o fez ao lado dos pais, que n√£o gostavam muito de areia. Aos vinte e um foi ao litoral capixaba com J√ļlia, amigos dela e o tal do Raul. Uns dois ou tr√™s dias antes da data da volta para casa, L√©o me ligou. Ouvi o pequeno trip journal que, n√£o sei porque, decidiu me contar ao custo de todos os cr√©ditos do seu pr√©-pago. Come√ßa bobo e vai escurecendo, como a apresenta√ß√£o de um palha√ßo tr√°gico, e eu me arrependo de n√£o ter anotado algumas partes, ou gravado a conversa toda.
Em janeiro, o sol derramava-se do alto e refletia na areia e no mar, queimando sua pele branca e agredindo seus olhos n√£o muito escuros. Gostou daquilo, mas logo √† frente estava algo que o seduzia muito mais, o pr√≥prio mar. N√£o entendia como tantas pessoas aguentavam ficar o dia inteiro sentadas em cadeiras de pl√°stico bebendo e comendo ao redor dos quiosques sem nem se aproximar das ondas. Logo no primeiro dia, subiu com Raul em um morro baixo com os p√©s descal√ßos e sentaram-se em rochas negras que um dia formaram um coral. Enquanto o amigo apertava um, viu uma mulher alta e bronzeada, de cabelos morenos e m√ļsculos bem definidos mergulhar nas √°guas e nadar por quatro minutos, sem parar, tra√ßando uma linha quase reta. Ao distanciar-se da praia, as ondas tornaram-se maiores e algumas pessoas j√° acenavam para que ela voltasse. Desapareceu atr√°s das ondas por alguns segundos, e, depois, sorrindo, nadou de volta como se estivesse em uma piscina rasa. Gostou daquilo.
Nadou com J√ļlia um bom tempo pela tarde, sem se arriscar de mais. Toda vez que olhava para a linha do horizonte, se distra√≠a a ponto de deixar de escutar o que a namorada falava. Lembrou-se de como aquela morena conseguiu ir t√£o longe com tanta calma. Gostou daquilo, mas gostou de mais. √Ä noite, ap√≥s uma bebedeira na casa dos pais de um dos amigos de J√ļlia, L√©o teve sonhos agitados. Quando acordou, lembrou-se de tr√™s: primeiro, mordia o cano de uma arma de fogo que um homem encapuzado que apontava para sua cabe√ßa, rindo da falta de coragem do assaltante em disparar. Em outra situa√ß√£o apontava para a namorada que trocava de roupa, mostrando para Raul. Por fim, sonhou que nadava no fundo de um lago e respirava normalmente embaixo d‚Äô√°gua, sem precisar voltar √† superf√≠cie.
Saiu sozinho para comprar p√£o e o que mais precisassem. Como em qualquer cidadezinha do litoral do Esp√≠rito Santo, encontraria uns cinco botecos para cada padaria ou mercearia ‚ÄĒ se a mercearia vender cerveja, n√£o sei dizer como ficaria a conta, mas enfim, por uma quest√£o estat√≠stica decidiu tomar uma antes de cumprir a sua miss√£o de levar comida √† namorada e aos amigos.
Ao final da primeira garrafa daquela cerveja fraca mas bravamente gelada, L√©o olha em volta e percebe a presen√ßa da nadadora alta e morena. N√£o a tinha visto ali, sozinha na outra ponta do balc√£o, que era em √©le e permitia tal ponto cego. A mo√ßa olhava para ele e achava gra√ßa da miser√°vel atitude do menino de quase torcer a garrafa que j√° havia acabado. Ofereceu a sua, cheia, e l√° vai L√©o conversar fiado com uma mulher linda e aparentemente solteira ao inv√©s de levar p√£o para a namorada. ‚ÄúEla achou o meu sobrenome o m√°ximo, tio. Disse que eu devia nadar muito bem, porque, ‚ÄėRemador‚Äô, n√©. Mas j√° devia estar b√™bada. Achava gra√ßa de tudo. Meio doidinha, acho que n√£o estava me dando mole, s√≥ tentando escapar de um cara l√° que n√£o parava de mexer com ela. Mas eu n√£o vi o cara. Eu estava tranquilo tamb√©m, c√™ sabe que eu gosto muito da J√ļlia. Mas ent√£o, c√™ lembra daquela menina que nadava comigo na equipe da escola? Voc√™ j√° deu carona pra ela. √Č a cara, tio. Eu pensei que fosse ela.‚ÄĚ Tirei o celular do ouvido para ver o tempo da conversa no display. 52 minutos. E o menino n√£o parava de falar. ‚ÄúVai comprar o p√£o, √ī sem vergonha.‚ÄĚ E ele me obedeceu e desligou.
Olha, apesar dos quarenta e poucos, eu sou um homem bonito. Na verdade, eu sempre fui. E mesmo assim, uma morena dessas nunca me abordou em boteco copo sujo de praia. Só uns tios e uns hippies para me pedirem o isqueiro. E eu adoro morenas, Léo.
Léo.
O que aconteceu com voc√™? O Raul me contou de uma briga com um rapazinho local ‚ÄĒ ali√°s, eu preciso achar o Raul ‚ÄĒ e agora as hip√≥teses florescem na minha imagina√ß√£o, que n√£o tem sono desde o contato da pol√≠cia.
Passaram os pr√≥ximos dias longe da praia, fazendo trilhas e visitando os arraiais √† procura de festa. Com J√ļlia sentada em seu colo (eu s√≥ via voc√™s nessa posi√ß√£o, encaixavam bem, at√©), estava em um boteco ao lado da pra√ßa da igreja de uma vila. Bebiam cerveja e viravam doses de cacha√ßa da pior qualidade enquanto um forr√≥ soava indecifr√°vel abafado pela voz de umas dezenas de pessoas que ocupavam as cal√ßadas. Foi surpreendido por um grito de Raul que levantava a voz para um adolescente, prestes a agredi-lo. Pediu para J√ļlia levantar-se, a garota n√£o atendeu imediatamente e quase foi derrubada no ch√£o por um homem de sorriso estranho que at√© o minuto anterior era o namorado que com carinho passava as m√£os quentes em suas pernas. A coragem imbecil que custou um carro e uma moto ao pai de Leonardo agarrava o adolescente pela nuca e bateu o rosto do rapaz com for√ßa em um banco de madeira e ferro da pra√ßa. Enquanto o sangue corria, algu√©m acertou uma cadeira nas costas de L√©o, enquanto tr√™s ou quatro homens mais velhos corriam atr√°s dele, que escapava. Sumiu no mato, rasgou a perna esquerda nos galhos (uma das escoria√ß√Ķes n√£o era de coral, mas aparentemente de vegeta√ß√£o rasteira) e encontrou uma estrada de terra que seguiu por mais de uma hora caminhando devagar, sentindo seu corpo em chamas por conta do cora√ß√£o que parecia ter dobrado de tamanho.
N√£o sabia o motivo da briga de Raul e nem se importava. Tamb√©m n√£o se importava da grosseria com a namorada e nem com o fato de que provavelmente alguns homens o perseguiam em uma caminhonete, moto ou jipe com peda√ßos de pau ou uma pistola semi-autom√°tica embaixo do banco. Exausto, alcan√ßou a praia. Sentou-se na areia e viu o sol nascer, vermelho como se estivesse se pondo. Realmente, o sol se punha para voc√™, meu afilhado. Viu uma pessoa caminhar onde as ondas quebravam, chegou mais perto e reconheceu a mesma mulher de cabelos negros que viu no primeiro dia no litoral. A do bar (que‚Ķ coisa √© voc√™, mulher? Shinigami?). Ela ignorou sua presen√ßa e mergulhou, nadando mais uma vez em ritmo forte e veloz, at√© desaparecer na espuma de uma grande onda que quebrou prematuramente. Mergulhou tamb√©m. Seu corpo em chamas mal percebeu como a √°gua estava gelada. Nadou em compasso ol√≠mpico esticando todos os seus m√ļsculos, estirando seus pulm√Ķes, sugando todo o ar salgado que havia em quil√īmetros c√ļbicos. Sem parar as bra√ßadas, abriu os olhos e viu que a mulher nadava ao seu lado, fechou os olhos que ardiam com o sal e quando abriu de novo, ela j√° n√£o estava mais l√°. Quando finalmente parou, viu que ela voltava, derrotada e humilhada pelo novo recordista daquela praia.
Enquanto a √°gua esfriava, olhou para o c√©u e ficou finalmente satisfeito de uma forma irracional, a √ļnica forma que sentia-se satisfeito na vida. Todo o seu corpo vibrava, o prazer era t√£o grande que balan√ßava os p√©s sem cansar pra manter-se na superf√≠cie sem se cansar. Quando o corpo doeu pelo frio que fazia, decidiu voltar, mas quando olhou para a praia, ela estava distante e uma n√©voa baixa ia convertendo-a em um ponto invis√≠vel naquela imensa massa azul. O corpo esfriou, os p√©s pararam de se mover, os bra√ßos penderam-se ao lado do quadril. Quanto maior o m√ļsculo, mais forte a dor da c√£ibra, e as panturrilhas de L√©o pareciam dois mam√Ķes. Afundou em sil√™ncio, e sonhou de novo. Sonhou que nadava em um lago escuro e podia respirar embaixo d‚Äô√°gua. Sonhou que estava na praia e nadava em dire√ß√£o ao horizonte. Quando quis voltar, a praia estava perdida.
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2014.02.10 13:43 ClayDatsusara Homem casadoiro, aguenta aí!

HOMEM CASADOIRO, AGUENTA A√ć !!!
Tenho um amigo, n√£o posso dizer que seja o meu melhor amigo, mas tamb√©m n√£o √© dos piores. Esse amigo chama-se Milan. Quando um amigo precisa de um bom conselho, √© nossa obriga√ß√£o d√°-lo. Ent√£o, no dia do seu casamento, eu disse-lhe: ‚ÄĒ Sabes que isto √© uma farsa, n√£o sabes? ‚ÄĒ Ei! √Č o meu casamento! √Č agora! Vai acontecer! Por isso p√°ra j√° com essa conversa! Um amigo sabe quando deve parar com as conversas quando outro amigo lhe pede. Calei-me bem calado e olhei o jovem casal com preocupa√ß√£o quando se apresentou frente ao padre. N√£o √© que n√£o goste dela. Acho-a super, como em super-divertida, super-inteligente e super-bonita. A express√£o bom partido pode ser usada com mulheres? Se sim, ela √© um bom partido. Mas o Milan n√£o devia casar com ela. Nem com ningu√©m. ‚ÄĒ Ela chama-se Sandrine e √© daquele tipo de mulheres por quem perdemos a cabe√ßa, ao ponto de pensarmos em casamento ‚Äď disse-me o Milan no dia em que a conheceu ‚Äď pena j√° ter enfeiti√ßado um tonto que caiu no conto do vig√°rio. Ai Milan, Milan... se me tivesses deixado falar, repetia-te a senten√ßa que proferiste h√° sete anos atr√°s. Que me lembre, Sandrine encantou ‚Äď como serpentes hipnotizadas ‚Äď mais 7 ou 8 ‚Äútontos‚ÄĚ depois desse a que Milan se referira quando a conheceu. Nenhum deles chegou ao ponto de a levar ao altar, por√©m Milan aqui estava, perante uma assembleia de almas pouco cat√≥licas, disposto a abdicar do Sol. do seu bilhete de identidade. Nem um sol aos quadradinhos para ele, apenas um Cas. como em ficar em casa todas as noites. E toda a gente sabe que as mulheres preferem o sexo matinal, naquelas horas em que tanto elas como os maridos est√£o a trabalhar. Uma pena, portanto, meu amigo Milan, que aceites dar o n√≥ apenas para garantir uma suposta exclusividade, mesmo que a tua mulher seja essa bomba sexual, se n√£o vais desfrutar dela na frescura matinal, mas apenas naquelas noites em que chegais cansados do trabalho e com mais sono do que libido... N√£o, n√£o posso falar, devo-te isso, Milan, o respeito de velhos amigos e a aceita√ß√£o rec√≠proca das escolhas pessoais. Ainda assim, a meio da celebra√ß√£o, farto do mambo-jambo filosofal do padre, levanto-me e saio da igreja, n√£o me importando com os olhares intrometidos de uns quantos velhos do restelo. Blah! √Č certo que n√£o vou chegar √†quele ponto da cerim√≥nia em que o padre pergunta aos presentes se h√° algu√©m que se oponha √† uni√£o daquelas duas pessoas. Se houver algu√©m que se tenha levantado e sa√≠do a meio do casamento, isso conta? A resposta √© certamente n√£o, pela festa a que assisto da esplanada onde estou sentado a beber um martini, quando eles saem da igreja, bra√ßo-dado, Milan e Sandrine, duas das melhores pessoas que j√° conheci, um casalinho feliz a levar com arroz nas trombas e flashes nos olhos. Fa√ßo fast-forward √† sess√£o fotogr√°fica e passo directamente para o pr√≥ximo cap√≠tulo: a chamada fun√ß√£o. A raz√£o pela qual os casamentos ainda mant√™m certa popularidade entre os jovens √© o copo-de-√°gua, ainda que copos de √°gua sejam dif√≠ceis de encontrar nas m√£os dos convidados. Se n√£o houvesse este isco enganador, de haver bebida e comida √† discri√ß√£o contra pagamento de uma avultada soma monet√°ria eufemisticamente nomeada ‚Äúprenda‚ÄĚ, eu nunca poria os p√©s em tal conv√≠vio social. Se n√£o fosse a bebedeira subsequente, ningu√©m iria √† igreja. √Č a √ļnica contrapartida poss√≠vel, depois de passar largos minutos a ouvir algu√©m pregar moralidades datadas: beber uns copos e esquecer tudo o que se ouviu. O que ainda √© mais chato num casamento √© querermos ter uns minutos de conversa com o noivo ou com a noiva, ou mesmo com os dois em simult√Ęneo, e n√£o conseguirmos! H√° sempre algo a fazer, fotos, brindes, comidas a entrar, discursos, dan√ßas, brindes, mais m√ļsicas, palha√ßos, filmes, brindes, bolos, brindes de champanhe, fogo de artif√≠cio e sei l√° o que mais, que quando olhas as horas j√° est√° tudo b√™bedo, inclusive os noivos, b√™bedos demais para ouvirem os teus argumentos razoavelmente acertados sobre os porqu√™s dos casamentos falhados e dos div√≥rcios de que se ouve falar todos os dias. Se calhar, nem o Milan nem a Sandrine t√™m na fam√≠lia um historial t√£o grande de div√≥rcios como eu tenho na minha. N√£o digo que seja por isso que n√£o me caso, mas se algum deles tivesse pais divorciados, dois irm√£os divorciados, dois pares de tios e tias divorciados, uma prima divorciada e at√© um c√£o divorciado na fam√≠lia, duvido que pensassem sequer em casamento. Mas n√£o √© isso que digo √† Sandrine quando a apanho entre duas dan√ßas com velhos babados de lux√ļria. Digo-lhe apenas que √© errado fazer um homem pensar que todos os seus problemas relacionados com a infelicidade poder ser resolvidos com juras oficiais de amor e outras tretas. ‚ÄĒ Sabes bem que ele me pediu em casamento, n√£o o contr√°rio... ‚ÄĒ Se fosse ao contr√°rio ele ia perceber que √© bom demais para ti ‚Äď digo-lhe, mas logo me arrependo. N√£o acho isso verdade, que ele seja bom demais para ela, e nem que ela seja boa demais para ele. N√£o vejo as coisas assim, ningu√©m √© melhor do que ningu√©m, e ningu√©m pode ser de ningu√©m. N√£o se pode esperar que uma mulher nunca mais v√° sentir desejo sexual por outros homens para al√©m de n√≥s apenas por decidirmos tom√°-la como esposa... √Č insano pensar assim. E se ela nos desperta paix√£o, ent√£o tamb√©m √© de esperar que desperte sentimentos semelhantes noutros homens. A √ļnica coisa que pode salvar a equa√ß√£o √© a fidelidade, mas esta tem sempre de ser uma inc√≥gnita, um grande x, ainda para mais nos dias que correm, em que a liberdade e a auto-determina√ß√£o s√£o, justa ou injustamente, dependendo dos casos, sobrevalorizadas. √Č um discurso assim que quero fazer √† Sandrine, no dia do seu casamento, para c√ļmulo das maldades, mas s√≥ me sai aquela porcaria de frase sobre ele ser melhor do que ela. ‚ÄĒ Est√°s b√™bedo ‚Äď a Sandrine responde-me de imediato ‚Äď e tens de arranjar uma namorada a s√©rio, para perceberes... Fico sem saber mais o que lhe dizer. Desculpa √© a √ļnica op√ß√£o, por isso calo-me no meu orgulho , vendo-a ser levada para o centro da ribalta, para mais brindes e palavras bonitas. Antes de me apetecer cair para o lado, no torpor l√Ęnguido das 4 da manh√£, ainda consigo falar com o Milan, mas j√° bebi demais para fazer algum sentido, e n√£o querendo prolongar a tristeza das minhas figuras, digo-lhe apenas parab√©ns. ‚ÄĒ Obrigado... Eu sei que n√£o temos estado juntos como nos velhos tempos, mas vou-te compensar. Deixa s√≥ o p√≥ assentar. ‚ÄĒ O p√≥ assentar. Claro ‚Äď repito de forma pouco convincente, mas logo ganho energias para terminar a conversa num tom positivo ‚Äď N√£o... A s√©rio, fico feliz por estares feliz. N√£o precisas de estar comigo, tenho a certeza que √© bem melhor estar com a Sandrine :) Em troca das minhas palavras simp√°ticas, recebo um abra√ßo sentido e decido que √© a forma perfeita de fechar a noite. ‚ÄĒ Milan, me voy, passa uma boa lua-de-mel e n√£o gastes a tua pujan√ßa toda na Sandrine. Em 8 dias podes dar umas voltas sozinho. J√° estive no Brasil e as locais gostam de rod√≠zio. N√£o fa√ßas nada que eu n√£o fizesse e essas tretas do g√©nero. Chau. Boa viagem. Diz √† tua nova mulher que mais vale s√≥ que mal acompanhada... Estou a brincar, Milan, d√° a√≠ mais um abra√ßo! N√£o, a s√©rio, gostei deste show, alguns actores n√£o pareciam muito na personagem mas tu parecias sincero! Globo de Ouro, Milan! Desculpa, t√°, vou embora, t√°... t√°... A pesad√≠ssima ressaca do dia seguinte √© sinal indesment√≠vel que me diverti, muito at√©. No meu entender s√£o inversamente proporcionais, bebedeiras e ressacas, porque s√≥ s√≥ consigo beber muito se me estiver a divertir. Ent√£o, mesmo que n√£o me lembre de tudo o que aconteceu no dia anterior, tenho a certeza que me diverti no casamento do Milan, nem que a maior parte do gozo tenha vindo do esc√°rnio e mal-dizer. N√£o comp√Ľs propriamente can√ß√Ķes, mas consegui estruturar boas e variadas raz√Ķes para n√£o concordar com o casamento e me rir por cima. Por√©m, devo dizer que o casamento pode mudar as perspectivas de algu√©m (de algu√©m como eu...) em rela√ß√£o a essa cena toda da fidelidade, sexo, consci√™ncia, desejo, culpa, compromisso, etc. Apenas duas semanas depois deste casamento, no fim de uma sess√£o de sexo matinal, entro naquele informe estado de tristeza post-coitum, olho para o corpo humano demasiadamente familiar que se enrosca em mim e sinto que tenho de fazer a pergunta que ela n√£o quer ouvir: ‚ÄĒ Por que √© que te casaste mesmo, Sandrine?
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